21/09/2012

Novas?

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Oi turma! Então, vim dar notícias. Várias. Quero dá-las rapidamente, mas fazer textos curtos não é muito meu forte, vocês sabem, rs. Vamos lá.

Depois de todo um momento triste, e chegando ao fundo do poço (que quando a gente chega descobre que pode ser mais funo ainda), decidi fazer uma reviravolta na minha vida. Ok, nem tento. Mas algumas mudanças bem fortes. 

A primeira dela foi largar o antidepressivo. Já me trato há 5 anos, acho que está na hora de tentar ser eu mesma por um tempo, sem essa "anestesia". Fui descontinuando devagar, e chegou o momento em que, após 2 dias sem, tomei a fluoxetina e me senti bem mal. Então deixei de vez. O que posso dizer? Estou na minha terceira semana "limpa" e estou bem. Tenho momento de tristeza, mas sinto eles como algo normal. Não são mais sentimentos de desespero e tristeza profundos. Apenas momentos tristes. Me sinto mais eu mesma. Difícil explicar.

A outra foi entrar (novamente) em uma dieta. Dessa vez optei pela nova dieta das proteínas. Meu pai já havia feito a dieta das proteínas uma vez, há bastante tempo. Em pouco mais de 6 meses mandou 30Kgs embora. Mas ficou com as taxas de colesterol e ácido úrico bem altas. Lendo a revista Boa Forma, vi uma matéria que falava sobre a nova dieta dos pontos. Essa dieta tem três fases, uma mais restritiva, uma segunda fase onde, aos poucos se incluem novos alimentos no dia a dia, e uma terceira fase que possibilita a manutenção do peso. Ela prioriza proteínas magras e saudáveis, não sobrecarregando os rins, nem provocando queda de cabelo e outras coisas características de uma dieta baseada em proteínas. Também evita a perda de massa muscular, e ajuda a manter a pele firme. Para isso, incorporei ao meu dia a dia o boa, proteína concentrada. Você lê a matéria completa no site da revista, AQUI. Comecei nesta segunda-feira. A dieta é bastante restritiva na primeira fase. Sinto "vontade" de comer muita coisa que comia antes, principalmente pães e massas (doces tbm), mas não sinto fome. Saio da mesa saciada, mas sem aquela sensação de estufamento que sentia, mesmo comendo pouco. Há momentos em que a vontade é grande, como quando fui almoçar, acho que na terça-feira, na casa dos sogros, e havia arroz, feijão macarrão, e saladas diversas, e eu precisei ficar  no bife com alface, pepino e broto de alfafa, rs. Aí é tenso. De segunda a sexta-feira, perdi 1Kg. O bom é saber que é 1Kg de GORDURA. Ou seja:


É muita coisa, hein? Então, me animei, e isso me deu ânimo pra continuar até onde for preciso. Estou seguindo restritamente o cardápio sugerido, e estou dando meu melhor. Logo pretendo estar bem o suficiente para voltar a fazer caminhadas e, quem sabe, mais pra frente, entrar na hidroginástica (aí vai depender mais de $$).

No mais, ando na correria de sempre, mas tudo está seguindo bem, então digo que tem valido a pena. A segunda parte do post é mais chatinha. Quem prefere saber a parte boa, sugiro que pare a leitura por aqui. É um assunto pessoal que decidi compartilhar. 


Há bastante tempo convivo na internet. Sempre gostei de usar, mas depois de começar a namorar um rapaz (meu atual esposo) de outra cidade, acabei ficando cada vez mais tempo online. Durante estes mais de 10 anos de internet, conheci as mais diversas pessoas. De pessoas fantásticas, boníssimas, a pessoas maquiavélicas e mau-caráter. Não nascemos com um radar que nos avisa da aproximação deste tipo de pessoas. e também não agimos perfeitamente com todas elas. Nos colocar em pedestais, como pessoas maravilhosas, justas, e que jamais erram seria uma hipocrisia tremenda. Enfim. Com muitas pessoas continuo mantendo contato, com outras me desentendi, mas na grande maioria do tempo, aproveitei o melhor da internet. 

Acontece que nos últimos meses, uma pessoa que por muito tempo se disse minha amiga, com direito a declarações de amizade eterna e tudo o mais, tem tentado denegrir minha imagem na internet. Ela não posta textos em blogs. Ela não envia e-mails para pessoas. Ela conta suas "histórias" via mensagem privada, telefonemas e outros meios mais "discretos". Mas que causam igual estrago. 

Há muito tempo antes de nos desentendermos ela já vinha envenenando pessoas contra mim, e rindo de atitudes minhas. Alerto: o que falo não é diz-que-me-disse. Algumas pessoas ficaram tão irritadas que me enviaram prints de DMs e afins. Eu vi o que foi falado. Inclusive rindo de mim em tweets onde eu falava a respeito do meu marido. Digo que nossa amizade havia terminado antes mesmo de chegar ao ponto final. Não havia mais respeito. Enfim. Depois que nos desentendemos, finalmente, começou uma espécie de "guerra fria". Denegrindo minha imagem. Me colocando como uma "coitada pobretona" que vivia de ganhar presentes dos outros (com essas palavras mesmo), entre muitas outras coisas. Os famosos "fulana falou isso de você" que só cai quem curte uma fofoca mesmo. Isso é algo tão imbecil que não me prestei ao papel de desmentir, porque há coisas que são claras a todos. Visitou pessoas e lugares onde fui o assunto por um tempo. Recebi diretas e indiretas de gente que eu sequer conhecia direito. Mas que passou a conhecer aquela Denise nada legal da imaginação da querida. Não sei a imensa maioria das coisas por opção. Pela primeira vez na vida (depois de muitas lições) fiz uma opção difícil, mas acertada: me calei. Algumas pessoas ficaram sabendo do caso através da própria e vieram falar comigo. Evitei essas conversas. Evitei saber, porque tenho ciência que muito aproveitam-se desses momentos para pôr lenha na fogueira e ver o circo pegar fogo. Passaram-se meses em que, eventualmente, mais alguma pessoa ficava sabendo do caso, já morto e enterrado.

Então chegamos a uma nova fase. Suspeitando que uma pessoa do Twitter fosse fake (acho que ninguém é obrigado a se expôr em redes sociais usando seu próprio nome e, sendo ou não fake, se não me fez mal, não me diz respeito), e tendo certa implicância com a pessoa, resolveu investigar. Com informações que ela afirmava possuir, mas na verdade, não possuía. Então conversou com alguém e "chegou à conclusão" de que essa pessoa (que a meu ver, não é fake) seria um fake criado por mim com o intuito de lhe atingir. Um pequeno detalhe: essa pessoa que é julgada de ser fake, tem muito mais tempo de Twitter que a própria que a acusa. Enfim, não conseguindo me atingir, resolveu fazer uma "investigação" com outra pessoa (quem sabe mais de uma) para provar que eu sou a tal pessoa. A história foi longe, muitas pessoas ficaram sabendo dessa história, criou-se um burburinho no twitter em torno da fakes (recentemente algumas "pessoas" foram descobertas como usando fotos que não eram suas e terem criado pseudônimos e outros, por isso o "fake" ser moda). Por um bom tempo vi muita risada e deboche desse tal "fake" sem saber que eu era a ridicularizada. Eu e a outra pessoa que é acusada de "ser eu". Consultei dois advogados amigos meus, e já sei que posso processar essa pessoa e os envolvidos por calúnia e difamação, pelo fato de estar sendo acusada de falsidade ideológica.  Ainda estou pensando no que fazer. Sei que esse processo irá implicar em muitos problemas na vida da pessoa. Um lado de mim quer mais é que a pessoa se ferre e pague por tudo isso. Outro lado sente pena, pois sabe que esse processo poderá trazer à tona muita coisa que poderá implicar em consequências mais sérias que o processo em si na vida dela. E essa pessoa sabe de tudo o que sei a seu respeito, e que se eu a quisesse prejudicar muito, já teria feito tranquilamente. Sei que ainda estou me decidindo e não tenho pressa. É preciso que as pessoas saibam que sigilos telefônicos podem ser quebrados. Que tudo o que escrevemos na internet, seja via computadores ou celulares, fica registrado na mesma, e profissionais do ramo os recuperam ainda que apagados. Eu não tenho problema algum em entregar senhas e computadores para a justiça, sou tranquila com relação ao que faço. 

Que história hein turma? Expus isso porque há momentos em que é preciso pôr pra fora. Se não cito o nome da pessoa, é pelo fato de que ela não precisa de minha ajuda para se "queimar" nas redes sociais. Muitos podem se perguntar: "Mas como você consegue se envolver em problemas assim na internet?" - e a resposta é: todos estamos sujeitos a isso a partir do momento em que nos envolvemos com seres humanos, seja real, seja virtualmente. Não sou a única, não serei a última. 

Apenas tento entender isso. Essas bobagens não afetam em nada minha vida "aqui fora". Não tenho problemas com absolutamente ninguém na minha vida "real", me dou bem com todos, convivo em paz e harmonia com as pessoas. Por isso essas coisas me irritam sim, me chateiam sim, mas só até a página dois. Sou muito maior que isso tudo. E sim, brinco muito com essa história de fake, e ainda vou brincar pra caramba, porque é tão ridículo, que merece boas piadas mesmo. Pensem: tenho DOIS trabalhos fixos e alguns trabalhos "extra". Tenho marido e casa para cuidar. Home-office só à noite, durante o dia passo trabalhando no local de trabalho. Que tempo eu teria de criar (e manter) perfis fakes? E ainda que, numa remota possibilidade, se eu tivesse tempo pra isso, porque atacaria uma pessoa com quem eu nem quero mais contato? Bom, se os irmãos Grimm criaram histórias que se propagaram por gerações, quem sou eu para duvidar da criatividade humana, não é mesmo? Mas enfim, ao contrário de quem se presta pra esse tipo de coisas, eu tenho uma vida para cuidar e, graças a Deus, por mais que ela não seja perfeita, ela é intensa o suficiente para me fazer feliz. E aconselho essa pessoa que, ao invés de viver pensando em quem não gosta, passe a pensar em ser uma pessoa com um mínimo de dignidade. Porque ninguém merece viver uma vida pautada em trabalhar contra quem não está mais nem aí pra você.

Muita gente vai vir ler este post (inclusive a própria) e sei que me expondo assim estou sujeita a receber comentários ofensivos e tal. Mas gente, o botão APAGAR liberta, não ligo não. E antes de me julgar, pense que minha vida é diferente da sua, que eu sou diferente de você, calce meus calçados. E deixe pra lá.

Beijão turma!
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