30/06/2016

Porque ainda não falei sobre minha perda de peso

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Imagem: Freepik

Eu sempre organizei o acompanhamento das dietas que fiz aqui no blog em tabelas de peso perdido, gráficos e tudo o mais. Desta vez decidi agir diferente. E tive diversos motivos para isso.

Um dos motivos é a pressão que a gente sofre por resultados. Não que alguém me pressione diretamente. Mas quem lança estes dados na internet, se sente péssimo quando não mostra um bom resultado. Eu me sinto péssima e muitas vezes deixei de postar para não precisar falar a respeito.  Não queria dizer que havia engordado e menos ainda o quanto havia engordado. Então achei bacana seguir um fluxo natural, sem essa pressão.

Outro motivo é realmente estar calma em relação à perda de peso. Quando fazemos uma "dieta", seja qual for, sempre pensamos na data fim dela. Esperamos o dia em que encerraremos aquele ciclo. E o quanto antes, melhor. No entanto, meu marido e eu optamos pela alimentação numa linha mais natural como estilo de vida. Significa que pretendemos nos alimentar assim a imensa maioria do tempo. Então eu não vejo mais uma data fim. E consequentemente consigo levar tudo muito mais tranquilamente. Me peso sim. Acompanho sim. Mas é muito mais tranquilo agora. Por isso não sinto a necessidade de agora falar sobre isso.

Também tem a questão da pergunta: "Há quanto tempo você faz essa dieta e quanto peso perdeu?". Essa é clássica, e frequente demais. Acontece que muitas pessoas meio que se decepcionam ao ver uma perda de peso que se dá em anos. Todos querem um número alto em pouco tempo. E não que eu não queira decepcioná-los - isso é problema deles -, mas prefiro por hora não responder a estas perguntas com números. Não agora.

Mas falando em perda de peso: sim, estou perdendo peso super bem e mais do que eu esperava. Tem sido muito bom, tem sido muito natural para mim. Ver a balança mexer depois de tanto tempo tem sido animador. Quando eu tiver perdido bastante peso (muito!), pode ser que abra o jogo. Mas não será algo semanal, mensal, com data pré estabelecida. Será quando eu sentir que devo. 

Eu nunca me senti tão tranquila e sem pressa com relação à perda de peso. E realmente não quero estragar isso criando uma nova pressão sobre mim. 

Beijão!

29/06/2016

Como fazer leite de coco em casa

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Quando começamos - meu marido e eu - a nos interessar por uma alimentação numa linha mais natural, comecei também a buscar mais informações, seguir profissionais que trabalhassem nesta área nas redes sociais, e ler bastante a respeito. Seguindo a nutricionista Lara Nesteruk (que trabalha nesta linha low carb) aprendi, além de diretrizes sobre uma alimentação mais natural, a fazer leite de coco! Eu, que pensava ser algo super trabalhoso e sempre preferi comprar o vidrinho da prateleira do supermercado!

Para começo de papo, o coco é considerado um dos melhores alimentos do mundo. Vejam bem, estamos aqui falando da fruta, in natura. O coco ralado de pacotinho, o leite de coco de vidrinho e afins já são subprodutos que a indústria lançou e que já acabaram com a imensa maioria destes benefícios. Além de conter gordura de excelente qualidade, e diversas vitaminas, o coco contém um nutriente chamado ácido láurico, que é um componente importante do leite materno humano - aquele responsável pelo fortalecimento imunológico do bebê e motivo de tantas campanhas pró amamentação. Inclusive, no óleo de coco ele está em maior concentração que no próprio leite humano. Ele faz com que a medula óssea fabrique mais células brancas de defesa - o que é fantástico para a saúde, claro. 

Além de tudo isso, ele é uma fruta que possui muitas vitaminas, fibras e pouquíssimo açúcar. Ou seja: numa dieta low carb cabe muito bem! E como se não fosse suficiente, um coco rende pra caramba! Dá pra retirar a água, fazer leite de coco e com o bagaço que restar disso dá para fazer farinha de coco ou manteiga de coco. Já fiz leite de coco e farinha de coco. Tentei fazer manteiga mas desisti no meio do processo e em algum outro dia posso tentar fazer - mas não  no momento, rs.

Hoje vou explicar assim, por texto mesmo. Uma hora dessas pretendo fazer um vídeo ensinando - mas mais pra frente, confesso não estar na "vibe" para gravar vídeos. Mas no snapchat explico todo o processo cada vez que faço, me segue lá, o user é dennybap. Bom, vamos lá!

Como fazer Leite de Coco

Ingredientes

- 1 coco sem a casca e sem a água
- água quente (não fervente)
- pano limpo para coar
- peneira grande

Antes de mais nada aqui segue um vídeo com dicas para tirar seu coco da casca mais facilmente (se você morar numa cidade como a minha, onde já é fantástico encontrar a fruta, mas não rola encontrar aquelas bandejinhas de coco seco em pedacinhos, o vídeo vai ajudar bastante!):



Passo 01 - após retirada a casca grossa e dura do coco, você vai picar a polpa (a parte branca, ainda com uma casquinha fininha marrom) com uma faca em cubinhos menores. Isso vai facilitar o trabalho para o seu liquidificador. Mas se seu liquidificador for "macho", pode picar em pedaços maiores! Eu prefiro não testar muito o meu, rs... Coloque então estes pedacinhos dentro do seu liquidificador.

Passo 02 - coloque a água quente até quase cobrir os cocos. Não precisa cobrir totalmente. Aos poucos você vai escolhendo a quantidade de água de acordo com o tipo de leite de coco que você deseja: mais grosso, mais ralo. A água quente ajuda a soltar a gordura do coco, que queremos sim neste leite de coco, exatamente por conta do ácido láurico!

Passo 03 - agora é hora de bater. Não precisa bater infinitamente. E ele também não vai ficar um "creme" ou algo assim. Você vai bater por uns dois minutos, até que a polpa do coco esteja bem trituradinha, mas ela ainda vai ficar bem aparente.

Passo 04 - pegue agora uma jarra, coloque na boca dela uma peneira (não grande demais, apenas o suficiente para tapar a boca da jarra), e dentro dessa peneira coloque um pano de prato ou outro tecido bem limpo para poder coar esse leite. Ele ainda estará cheio do "bagaço" do coco, e precisamos coar. Mas o coador dá muito trabalho, o melhor é usar ele apenas como base para apoiar o tecido. Abra o tecido nele, derrame um pouco do conteúdo do seu liquidificador, feche o tecido e torça bem dentro da jarra (com as mãos limpas, nem precisava dizer, mas né) para que o tecido retenha o bagaço e libere o leite de coco.

Pronto! Você agora tem o leite de coco! Ele dura cerca de 2 dias na geladeira (sim, é pouco, mas é um alimento que não leva conservantes, logo dura menos, o que não é ruim, pois ao menos não vai te encher de mais químicos ainda, e conserva as propriedades nutricionais), mas você pode colocar em forminhas de gelo, e congelar para usos futuros. 

Depois de algumas horas na geladeira você vai perceber que ele vai se separar, assim:


Na parte superior vai se concentrar a gordura do coco, formando uma espécie de "creme de leite de coco", que fica uma delícia acompanhando frutas hein! E abaixo é tipo um sorinho. Se bater tudo você terá o leite de coco íntegro novamente, sem problemas!

Você pode usar o leite de coco de diversas maneiras: para fazer bolos, vitaminas, beber puro, capuccino e muitas outras coisas. Joga no Google que é sucesso!

Sobre o bagaço: com ele dá para fazer a farinha de coco ou a manteiga. Na semana que vem ensinarei vocês a fazer a farinha de coco, fiquem ligadinhos!

Beijão!

28/06/2016

Fome, vontade de comer ou hábito alimentar? Dicas para diferenciar uma coisa da outra

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Imagem: Freepik

O assunto de hoje é bem bacana e gera dúvidas na maioria das pessoas que está em busca de uma alimentação mais saudável ou em dieta: quando sei que estou com fome ou com vontade de comer? Eu confesso sempre ter tido muita dificuldade em diferenciar um do outro. Somado a isso, as recomendações de nutricionistas, revistas e mídia sobre o tal comer de 3 em 3 horas tornava tudo ainda mais estranho. Confesso que era trabalhoso o tal comer de 3 em 3 horas, e cada vez que o peso não baixava eu já pensava que não havia comido corretamente, logo meu metabolismo havia ficado lento e o peso então não cedia. Ah, quanta ingenuidade!

Bom, sendo orientados sempre a comer a cada 3 horas, é bem difícil diferenciar realmente a fome do simples desejo de comer algo, pois não experimentamos nada parecido com a sensação de fome. A grande verdade é que nos habituamos a comer em horários pré estabelecidos, e fazer pequenos lanches o dia todo. Então quando não fazemos isso em um primeiro momento nos sentimos incomodados, como que a fazer algo errado.

Então, é lógico que eu não sabia diferenciar a fome, do desejo de comer algo ou do hábito de comer em determinadas horas. Obviamente que a fome real, angustiante, aquela de quem necessita realmente de alimento para manter o  organismo em funcionamento, é algo que poucos de nós experimentarão ao longo da vida. Para que isso aconteça são necessários vários dias sem comer, e um grande risco de colapso do organismo. 

E então, se eu não sabia diferenciar, como sei agora? Bom, vamos por partes. Deixando claro que a fome de que trato aqui não é nem de perto aquela fome angustiante da falta de alimento necessário à vida, mas sim aquele indicador do organismo que é uma boa hora de colocar alguma energia para dentro. Segui dicas dadas por nutricionistas como a Lara Nesteruk, a Djulye Marquato, e o Dr. José Carlos Souto.


* Sentindo fome

Eu posso dar mil dicas e estratégias para se descobrir isso. Mas é preciso sentir para saber exatamente o que é fome. Eu "descobri" o que é fome com a prática do jejum, que iniciei há algumas semanas. Segui algumas dicas que citarei a seguir, e aos poucos (não é sempre imediato e automático) consegui diferenciar uma da outra. Então eu diria que para você entender melhor o que é fome e o que não é, você precisaria se permitir ficar algum tempo sem comer algumas vezes para saber por si próprio como é - e então saber com certeza.


Vontade de comer

A vontade de comer é bem específica. Você tem vontade de comer uma coisa X. Por exemplo, você parece ter "fome", mas só comeria se fosse um bife acebolado. Você quer comer um chocolate. A vontade de comer é bem específica, você tem vontade de comer alguma coisa, exatamente aquilo. Se não tiver exatamente aquilo à sua disposição, então você pode protelar para comer mais tarde. Se você sente isso, então você não tem fome, tem vontade de comer. 



* Comer por hábito

Esta é a "mania" mais fácil de identificar, e a mais difícil de abandonar. Crescemos com nossas mães nos enfiando comida goela abaixo, e dizendo que se não comêssemos nas horas pré estabelecidas morreríamos ou terminaríamos doentes. A intenção não era má, é isso que as últimas gerações aprenderam a fazer e apenas estavam repassando isso. Pular refeições era quase um sacrilégio! Então nos habituamos a comer pela manhã mesmo sem fome. A almoçar ao meio dia mesmo sem fome. A jantar à noite mesmo sem fome. E isso se tornou quase um reloginho na nossa cabeça: chegando nestes horários, sentimos a necessidade da alimentação. Mas isso é apenas um hábito, que pode ser desconstruído (principalmente quando o objetivo é o emagrecimento). Obviamente isso sempre vai depender de suas necessidades e objetivos. Algumas pessoas precisam comer a cada período menor de tempo para conseguir estes objetivos (ganho de massa magra, hipertrofia, etc). Mas a maioria das pessoas não precisa seguir este padrão alimentar. Por isso a importância de se alimentar apenas com fome. 


* Fome

A fome surge quando o organismo sente alguma baixa de energia. Em baixa de energia, ele pede por comida. Mas o organismo tem suas próprias reservas, e a "dança dos hormônios" faz com que em ele possa demorar mais ou menos para pedir comida. A fome é um processo regido por hormônios, não apenas por necessidade de alimentação. Quando comemos muitos carboidratos refinados, que causam picos glicêmicos e de insulina, o organismo sinaliza "fome" mais rapidamente, pois estes hormônios acabam se desregulando. Quando você tem uma alimentação com baixo teor de carboidratos e com consumo de gorduras boas, a saciedade permanece por MUITO tempo e a fome demora para aparecer. O que diferencia a fome das situações anteriores é a necessidade urgente de comer. É algo como uma necessidade fisiológica. E o principal: a fome não é seletiva. A nutricionista Lara Nesteruk (principalmente pelo snapchat) sempre enfatiza esta não seletividade da fome. Quando você está com fome, você comeria qualquer coisa. A nutricionista Djulye vai além, e diz que quando você tem fome mesmo, comeria até algo de que não gosta tanto, se esta fosse sua única opção viável. Ela pensa num alimento que ela normalmente não comeria por não gostar, e quando pensa estar com fome, se pergunta se comeria aquele alimento se fosse o único disponível. Quando a resposta é positiva, é fome! Eu achei a comparação muito boa! E, ao menos para mim, realmente funciona. Um exemplo foi um domingo, na casa dos meus sogros. Eu estava com fome. Tanta, que me servi de um pedaço de costela, que não como há muitos anos, por não gostar. E confesso que estava bem gostoso viu (pensa na fome, rs).



* Porque saber isso é importante?

Entender tais mecanismos é importante para melhorar nossa saúde. A sociedade como um todo se alimenta mal, escolhe mal o que come e come muito mais vezes que o necessário. O resultado é a crescente onda de doenças crônicas domo diabetes, hipertensão, esteatose hepática e outras. E também os números alarmantes da obesidade.

Não, colocar a obesidade como algo que merece atenção não é gordofobia. A obesidade é situação de risco por si só, pois mesmo que a pessoa esteja perfeitamente saudável, seu organismo permanece sobrecarregado o tempo inteiro e sim, as consequências chegam, mais cedo ou mais tarde. Aqui não estamos falando da estética, mas da questão biológica. Dizer que uma pessoa gorda é feia, ou menos que outras apenas por ser gorda é gordofobia sim. Alertar que ela precisa de um peso saudável para viver por mais tempo não (obviamente há jeitos e jeitos de se dizer tais coisas).

Por isso é importante entendermos os mecanismos de fome e saciedade. Comer apenas quando nosso organismo necessita, e apenas até que esteja satisfeito. Eu acho os mecanismos de saciedade mais difíceis de se entender, e ainda não os domino. Acredito inclusive que levarei tempo para dominar isso. Mas a fome já é mais fácil.

Não estou aqui dizendo que você não deve nunca mais comer coisas gostosas (apesar de eu achar uma alimentação natural muito saborosa) como doces, chocolates e afins. Mas as coma quando tiver fome de verdade, e até que esteja satisfeito. Não dá para usar a comida como consolo ou como uma forma de tornar a vida menos infeliz o tempo todo. Precisamos encontrar quem sabe um meio termo para todos nós vivermos mais e melhor.

Isso tudo é questão de escolha. O objetivo aqui é aprendermos um pouco mais, e buscarmos ter saúde acima de tudo, da estética inclusive. Mas cada um decide o rumo que deseja tomar e realmente cada um tem o direito a escolher fazer o que bem quiser.

O que importa é sermos sempre verdadeiros com nossas escolhas!

Beijo!

27/06/2016

Resumo da semana, preguiça e o fim de uma gripe

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Lá se foi mais uma semana e olha, o tempo tem passado tão rápido, que qualquer dia desses acordarei com os fogos da virada. Saudades da época em que o recesso do meio do ano era maior, pois ele está quase chegando e sinto que não vai adiantar de nada - até porque eu terei tipo um "feriadão" e não bem um recesso. Ando cansada, este é o fato da minha semana. Tenho gostado demais de trabalhar exclusivamente na Coordenação Pedagógica (primeira vez na vida em que trabalho em uma escola sem estar em sala de aula em algum período ao menos), é um aprendizado constante para mim, e eu amo aprender, é revigorante. Ao mesmo tempo, é um trabalho infinito, e que parece estar sempre atrasado e nunca é suficiente. Me sinto aquém de minhas próprias expectativas, mas o tempo escorre pelas mãos, e o trabalho só acumula. A burocracia muitas vezes emperra a prática. Preciso encontrar um meio termo razoável, faz parte do meu aprendizado. O fato é que isso tem me esgotado mentalmente, de forma considerável. 

Neste ponto sinto que meu protocolo de jejum intermitente tem me ajudado MUITO. Um dia farei um post bem específico sobre isso, o que é e minha experiência pessoal. Mas sinto que realmente minha disposição aumenta muito, minha cabeça funciona bem melhor também e consigo focar no trabalho que, mesmo que siga acumulando (por sua característica infinita), tem rendido mais. Eu jejuo por períodos maiores (18, 20 horas) em dias alternados, por tantas horas quantas me sinto bem - jejum não é para fazer você se sentir mal, doente ou fraco. Cotidianamente acabo fazendo jejuns menores, de 12, 16 horas, por não sentir fome pela manhã.

No que diz respeito ao cansaço, sinto que minha alimentação tem me ajuda de forma MUITO significativa. Sim, eu ando esgotada mentalmente falando, à esta época do ano quem trabalha muito com a cabeça como eu precisa de um "tempo". No entanto, em outras épocas esse cansaço mental se refletia diretamente no meu corpo, então eu vivia cansada, indisposta, sem energia pra nada. Agora, ao contrário disso, chego com a cabeça cansada, mas chego e já convido o marido para sair, dar uma volta, pois a disposição está sempre em alta. 

Eu sinto que isso é reflexo direto de comer menos. Com a prática dos jejuns (inicialmente menores, depois um pouco maiores), aprendi a identificar quando tenho fome real, e quando o que sinto não passa de uma "vontade" de comer (falaremos disso durante esta semana). Ainda tenho dificuldade de identificar a sensação de saciedade, então me propus a me servir uma vez apenas, sem jamais repetir o prato. Aos poucos vou tentando identificar essa sensação de saciedade a fim de consumir porções mais adequadas ao meu corpo.

Agora vamos ao resumão alimentar desta semana. Tem sido cada vez mais tranquilo me alimentar. Eu cozinho relativamente bem e meu marido também, então às vezes um cozinha, outras vezes o outro, e há dias em que preparamos as refeições "à duas mãos", o que é muito bacana. O fato de estarmos seguindo a mesma linha alimentar como estilo de vida nos aproximou ainda mais, pois ambos gostamos de aprender mais sobre isso e conversamos horas a respeito. Bom, segue a alimentação (lembrando que as fotos não estão necessariamente na mesma ordem da alimentação)!


- Purê de abóbora cabotiá, ovos cozidos com curry e páprica picante, vagem refogada, alface e brotos de alfafa;

- Pão de coco low carb, receitinha que inventei (tá lá no instagram - denny.baptista - mas em breve postarei direitinho aqui no blog!);

- Abóbora mini cozida no vapor e recheada com carne em conserva (receita árabe) e queijo brie, cenoura e alho assados, alface e morangos;

- Alface, pimentão e vagem refogados e peito de frango comtpmate, cebola e um pouquinho de creme de leite;


- Ovo frito no óleo de coco e pãezinhos de coco tostados na frigideira com manteiga;

- Patinho assado com alho e recheado com cenouras, brócolis, queijo, e legumes refogados: cogumelos, vagem, brócolis, pimentão, cebola;

- Omelete com carne em conserva e alface;

- Bife à parmegiana, repolho roxo, alface, rúcula, tomate, brócolis, couve flor, rabanete e cenoura.


- Sanduíche feito com o pãozinho de coco;

- Castanha do Pará e amêndoas;

- Pão de coco coberto com shakshuka, um prato árabe à base de carne em conserva e ovos;

- Omelete.

Como vocês podem ver, apesar de alguns pratos um pouco diferentes (marido e eu amamos inventar moda!), a base é sempre a mesma: proteína, legumes e verduras, com uma fruta aqui, outra acolá. Perfeito!

Sim, comi só isso que está registrado nas fotos durante a semana, e em nenhum momento me senti fraca, muito pelo contrário, tenho tido mais disposição que nunca!

Uma boa semana para vocês!

Beijo!

24/06/2016

Detox ou não - eis a questão!

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Imagem por Freepik

Já falei algumas vezes sobre estas questões "detox" aqui no blog, já usei sucos "detox", já fiz semanas de alimentação desintoxicante e tudo o mais. Ultimamente  vejo um rebuliço danado em algumas redes a respeito do termo "detox". Eu acho a questão toda muito, muito simples. Mas parece que uma boa parte das pessoas curte mesmo o burburinho, a ilusão da sapiência absoluta e as "medalhinhas" por desvendar "mitos". 

Primeiramente, vou clarear a minha opinião sobre isso, acho importante. Não acredito, por exemplo, que o suco de couve retire substâncias intoxicantes do nosso organismo. Quem faz a desintoxicação do organismo são os rins e o fígado. Exclusivamente eles. A couve, o pepino, o gengibre, jamais farão este trabalho que tais órgãos fazem. Isso é ponto pacífico.

A pergunta que faço é: órgãos doentes conseguem desintoxicar alguma coisa? Não. Pelo menos não eficientemente. Ou seja, para que nossos órgãos, que realizam uma desintoxicação no organismo, façam seu trabalho a contento, precisamos deles saudáveis, certo? Certo né.

Uma questão levantada pelo novo grupo "contra o detox", é que nosso organismo não se intoxicaria, simples assim. E, caso se intoxicasse, apenas um hospital seria capaz de desintoxicá-lo. Aí eu me pergunto: o que rins e fígado filtram do nosso organismo? Vitaminas? Não, TOXINAS. Esta é uma das principais funções dos rins e fígado: excretarem toxinas, retirarem toxinas de nosso organismo. Toxinas nada mais são que substâncias tóxicas produzidas muitas vezes por nós mesmos. Veja seu dicionário.

Todos sabemos que nossa alimentação fornece praticamente todas as substâncias vitais ao organismo. Tanto que, se não nos alimentarmos, morreremos. A digestão do que comemos produz toxinas: a filtragem que os rins fazem, por exemplo, nada mais é que separar as substâncias tóxicas do que recebemos pela alimentação (e outros meios também) e excretá-las, retirá-las do organismo. Em resumo: nos desintoxicamos diariamente, através de nossos próprios órgãos.

O que uma alimentação "detox" tem como premissa básica: o consumo mínimo de industrializados, que contém substâncias químicas, que, adivinha? Nos intoxicam. Não se trata aqui de intoxicações que matam, que fazem com que passemos mal e tudo o mais. Mas sim, de elementos que vão, aos poucos, adoecendo nosso organismo. Estes elementos podem vir de alimentos industrializados (que contém uma lista imensa de ingredientes que, em sua maioria, não fazemos ideia do que são), de medicamentos, de materiais com que temos contato cotidianamente (plástico, chumbo).

Eu vejo o termo "detox" obviamente sendo usado de maneira incorreta muitas vezes - como um milagre do tipo "tome este chá detox e tudo certo". Eu sempre achei que era ÓBVIO que não era milagre, mas ao que vejo não é tão óbvio assim.

O que períodos de alimentação livre de industrializados fazem? Dão mais energia, ajudam o organismo como um todo a trabalhar melhor, dão "um tempo" na carga de químicos para o organismo. E aí o óbvio acontece: funcionando melhor, rins e fígado também eliminam melhor as toxinas do organismo. Não seria isso a desintoxicação? Não seria o tal detox? Eu acredito que sim.

Eu senti e sinto os benefícios de uma alimentação o mais limpa possível. Quanto menos industrializados uso, melhor me sinto, com mais disposição, vitalidade, durmo melhor, o humor melhora também, tudo muda de uma maneira que é impossível não perceber. Exatamente porque o organismo está funcionando bem. Porque além de não colocar mais toxinas para dentro do meu corpo, mantendo-o saudável, eu o ajudo a livrar-se das demais toxinas de uma maneira mais eficaz.

Sei lá, para mim é algo tão óbvio... Dieta detox, suco detox certamente são utilizados como meio de chamar a atenção. Nada do que façamos isoladamente surte efeito. A "água de berinjela" não emagrece se vier acompanhada de pastel no lanche da tarde. É sempre preciso um trabalho mais global, para que as coisas dêem certo. Precisamos parar de acreditar em milagres, e também parar de atirar pedras nas coisas apenas por que não gostamos da intenção. É preciso sempre utilizar o bom senso, pesquisar e entender o que fazemos e lemos. Não se ater apenas a um meio de comunicação.

Só o conhecimento nos permite diferenciar as coisas bacanas das não tão bacanas assim. Não acham?

Beijo!

20/06/2016

Resumo da Semana e aquela gripe

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Passou-se uma semana do último post. A internet complicou a minha vida totalmente, e uma gripe ficou tentando se apossar do meu organismo no decorrer da semana, conseguindo finalmente a partir da quinta-feira à noite. O resultado foi um total de um post na semana inteira.

Bom, vamos por partes! No quesito alimentação, foi uma semana bacana, sem grandes novidades, a não ser que enfim maneirei nos tais queijos, rs. Até comprei um agora, mas já bem mais curado, mais durinho, e portanto menos untuoso, o que faz com que não se exagere no consumo, rs. Então foi tudo bem tranquilo. Consumi menos frutas - na verdade apenas o abacate mesmo. Não por querer restringir mais para fins de emagrecimento, mas porque era o que tinha à mão, mais fácil e tranquilo para mim. 

A internet é um caos aqui. Na região onde moro, além de não ter acesso à velocidade de conexão que eu tinha na casa anterior, há semanas em que a internet é sofrível - cai a toda hora. Não temos opções de provedor que não o básico, e a solução seria mudar para fibra ótica, mas aí vou precisar desembolsar uma graninha legal para a instalação - e realmente agora não é o momento. Então acabou que não saiu post, pois eu tenho internet no trabalho, velocidade boa, mas eu acho muito antiético postar de lá, então não rolou mesmo.

A gripe ficou a semana toda querendo aparecer. Uma preguicinha extra, sentindo o peito meio carregado em alguns dias, mas cheguei a achar que era pelo frio e não viraria gripe. Mas na quinta-feira à tarde começou a coriza, uma febre chata, dor de cabeça e uma dor de garganta que me deixou sem voz. Não fui nem trabalhar na sexta-feira de tão ruim que fiquei - e eu não sou de faltar ao trabalho hein! Bom, o fato é que essa gripe veio avassaladora, hoje ainda não estou 100%. Passei o final de semana inteiro em casa, sexta-feira só saí para comprar algo no mercadinho aqui do lado, no sábado passei quase o tempo todo na cama mesmo, só levantei para comer. No domingo acordei bem disposta, me animei, fui à praça da cidade, numa feirinha, tomar um sol, e ao supermercado. Mas eu superestimei minha melhora, e no final das contas no supermercado fui me cansando de um jeito que até esqueci várias coisas que eu queria comprar, tamanho o abatimento que recaiu sobre esta pessoa, rs. Fiquei na cama o resto do dia, sossegando. A gripe tem aquele ciclo básico e lutar contra ele não é exatamente frutífero, rs.

Bom, rapidamente, algo do que comi durante a semana, lembrando que em poucos dias faço o desjejum, e não faço lanches, já que não tenho fome. Por isso não há tantas fotos. Ah, e de sábado à noite a domingo nem fotografei nada, muito cansada, nem lembrei, rs.


- Ovos fritos no óleo de coco, berinjelas assadas, e salada de rúcula, alface, tomate e abacate.

- Bife "à cavalo que marido fez", com bife, tomate, cebola e um requeijão ali (o requeijão não é o ideal para ser usado na paleo, pois a maioria diz ser zero carboidrato, mas contém açúcar, o que era o caso deste infelizmente, então acabei com ele e não usarei mais), além de alfase, e brócolis refogado.

- Abacate amassado com stevia.

- Ovos mexidos com temperinhos.

- Castanhas do pará e amêndoas porque a fome surgiu num momento em que eu não podia comer.


- Café preto com nata (muito bom para manter a saciedade por muuuito tempo, só não vale atolar na nata né? Faço uma xícara grande de café mais fraco e ponho uma colher de sopa de nata e a fome leva horas para aparecer).

- Almôndegas que fiz, umas recheadas com ovos de codorna e outras com queijo, vagem, cenoura refogados e alface (sempre ensino a fazer as coisas no post do Instagram e no Facebook também, essa almôndega ensinei lá!).

- Ovos cozidos, cenoura refogada na ghee, "macarrão" de abobrinha e cebola, alface e rabanete. 

- Sopa de cebola (dei uma modificada e consegui deixar cremosa mesmo sem amido, uma hora dessas explico melhor aqui no blog).

- Abóbora assada, o "macarrão" de abobrinha que sobrou do dia anterior e filé de peixe na ghee. 

Bom, este é o resumão! Não passei a semana tão bem disposta por conta da gripe, mas tudo bem! Sobre a balança, obviamente ela já tomou um ritmo mais lento, no entanto fico feliz pois todas as manhãs me peso e tem lá alguns gramas a menos e isso é bem motivador. Houveram algumas subidas, mas pequenas, e logo recuperadas naturalmente. Como já disse, por ser uma decisão para a minha vida, eu não me importo se o ritmo for lento. Ao menos vejo progressos sempre e isso já anima o suficiente, pois não há sofrimento, não há fome, nadinha! Ou seja: perfeito!

Beijão e boa semana galera!

13/06/2016

Resumo da semana, frio e disposição

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Olá turma! Mais uma semana se passou e eu gostaria de dividir com vocês como ela se sucedeu. Primeiramente, foi uma semana muito fria. No final de semana chegamos a temperaturas negativas, tendo por exemplo -1ºC às 9:00 da manhã de domingo. Eu amo frio, mesmo nestas condições, de verdade. Amo caminhar na rua em dias frios, o dia fica lindíssimo! Óbvio que reconheço que há pontos negativos e que há quem não goste e tudo certo para mim: contorno perfeitamente os pontos negativos, e entendo e respeito quem não gosta do frio. Também sei que há quem passe frio e tudo o mais, e isso não me passa batido. Então faço o que todos deveríamos fazer (e que bom que muita gente faz!): faço o que posso para ajudar estas pessoas.

A semana também foi de muito trabalho. Quem trabalha na área de educação sabe que final de trimestre é uma época puxada. Para quem fica na Supervisão, meu caso então, é quase enlouquecedor: revisar todos os diários de classes, de todos os professores, de todas as turmas, verificar as notas de um por um (porque sempre tem algo a corrigir), ufa! Mas estou levando - porque ainda estou no processo - tudo tranquilamente.

Mas o diferencial da minha vida tem sim sido a questão da alimentação. Porque numa alimentação low carb a tendência é sentir cada vez menos fome. E isso é um fato que estou sentindo muito alegremente. Ainda mais depois que desapeguei dessa coisa de comer nas horas costumeiras, de fazer mil lanches. Como quando tenho fome. Qualquer dia destes falarei com vocês a respeito disso, pois tem sido vital para mim! E comer quando se tem fome é algo muito simples! Óbvio que não é simples diferenciar fome de vontade de comer, e menos simples ainda buscar entender quando estamos saciados. É um processo gradual, que vamos aprendendo com o passar do tempo. Confesso que identificar a fome de verdade, da fome "psicológica", aquela "vontade de comer" tem sido muito mais simples para mim. Estou lutando mais é pelo conceito de saciedade: perceber quando já posso parar de comer, pois já me alimentei com o suficiente. Também cabe um outro post somente sobre isso. 

O fato é que comendo menos, e os alimentos certos, tenho sentido uma disposição incrível! Fazia muito tempo que não me sentia assim. E sinto que é resultado sim daquilo com que me alimento. Não é apenas um bem estar psicológico, uma empolgação. É boa disposição física, sinto meu corpo fortalecido, minha mente leve, é difícil descrever, isso vai muito além do psicológico.

E enfim, o que eu comi? Resumi em algumas fotos - pode ser que tenha passado algo, mas se passou, foi detalhe. E realmente não comi muito além disso, não passei fome alguma: quando a fome surgiu, foi saciada. Vamos lá:


- Bife bovino acebolado com tomates e salada verde, feito pelo marido.

- Carne de panela com tomate e cebola, farofa de couve chinesa, cebola, ovos cozidos e farinha de coco caseira, um figo e abóbora cabotiá assada com alho. 

- Vitamina feita com leite de coco, morangos e nozes.

- Queijo tostado na ghee com omelete, figo e salada verde.


- Espetinho feito com frango, cenoura, pepino, queijo tostado na ghee e tomate, feito pelo marido, com molho que preparei com requeijão, pesto e azeite de oliva extra virgem, mais saladinha verde.

- Abacate amassado com um pouquinho de stevia.

- Arroz de couve flor com temperinhos e curry, frango em cubinhos com um pouquinho de creme de leite, tomate refogado, cebola caramelizada e salada verde.

- Queijo tostado na ghee com molho pesto, kiwi e um pouquinho de creme de leite.


- Salada de folhas verdes, escondidinho de abóbora e carne moída especial, e couve refogada com alho.

- Rúcula, chuchu e cenoura cozidos, tomate e abóbora cabotiá assada.

- Salada de folhas verdes com rabanete e o restinho do escondidinho do dia anterior.

- Rúcula, pepino, couve flor e brócolis cozidos, cenoura e alho assados e costela churrasco de costela bovina.

Vocês perceberam que tudo é "comida de verdade", né? Eu só como algo como aquele abacate ou um queijinho e kiwi quando acordo com fome, num dia em que sei que só vou poder comer de verdade à tardinha. Porque com essa refeição eu vou até a tardinha tranquilamente (lembrando que aqui o sol tem se posto antes das 18h, ou seja, à tardinha é relativamente cedo). 

Enquanto na dieta Dukan a proteína era o carro chefe da alimentação, na low carb / paleo o carro chefe são os legumes e verduras. As frutas entram como guloseimas: eventualmente. 

Eu compartilho mais detalhes do que como no snapchat (dennybap), e no Instagram costumo explicar como preparo a maioria dos pratos que vocês vêem aqui. As fotos vão também para um álbum que criei em minha página do Facebook, com as mesmas explicações do Instagram. Aos poucos irei postando todas estas receitinhas aqui no blog, ok?

A perda de peso continua muito bacana! Obviamente ela está agora em um ritmo mais lento - o começo é sempre mais rápido. Mas tem sido um ritmo constante, encorajador, que não me desanima em momento algum. O único ponto em que preciso me puxar mais é em relação ao consumo de queijos: peguei um pouco mais pesado em alguns dias e senti o intestino dar uma leve prendida. Então agora vou pegar ainda mais leve - até porque para quem quer emagrecer é preciso que seja assim. 

Meu marido também manteve o ritmo firmemente comigo, e esta é a maior parte. Não apenas pelo apoio, que já é formidável, mas pela parceria que formamos, tem sido delicioso! É claro que no Dia dos Namorados nos demos um docinho nada low carb. Não vou vir com o discurso de que "foi uma jacada consciente, pensada, que merecíamos e bla bla bla". Fizemos e pronto, seguimos em frente já. Eu prefiro não publicar fotos destes momentos, não por querer parecer uma pessoa perfeita - se quisesse isso teria simplesmente omitido a informação. Mas porque sei que há pessoas que lutam mais intensamente com dietas, e que esse tipo de publicação pode desanimar, fazer a pessoa sentir desejo por aquilo e etc. Óbvio que isso seria problema delas, e não meu. Mas eu prefiro que minhas redes sociais mantenham o foco nos bons exemplos, não omitindo o que não foi bacana, mas não dando destaque a isso. Importante dizer que isso é uma posição pessoal, e que não me incomodo com quem publica fotos do tipo. Esta é uma forma de agir minha, e formas diferentes não são ruins, são apenas diferentes.

Para finalizar o post, uma imagem que capturei com meu celular ontem à tardinha, que achei que ficou linda e resume meu dia de ontem:


Beijão e uma linda semana para vocês!

10/06/2016

3 bons vídeos sobre low carb / paleo / lchf

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Imagem: Freepik

Quando comecei a me interessar sobre a linha de alimentação low carb, paleo, comecei a assistir alguns vídeos do YouTube. Há um vasto material sobre o assunto, mas alguns são especialmente bons. Hoje trago neste post alguns que me ajudaram bastante a entender melhor este estilo de alimentação, e achei bacana compartilhar com quem, porventura, tenha interesse sobre o assunto. São vídeos com profissionais da área de saúde, portanto ótima fonte de aprendizado! Vamos lá?


Entrevista do site NatuGood com Dr. José Carlos Souto



Dieta Paleo, pela nutricionista Lara Nesteruk


Cardápio para Dieta Paleo, com a nutricionista Lara Nesteruk

Ainda estou assistindo vídeos, lendo livros, posts e aprendendo. Já tenho uma boa base, mas sou do tipo que gosta de dominar o assunto. Conforme eu vou tendo novas informações e fontes, vou compartilhando com vocês, ok?
Beijão!

09/06/2016

Resenha: Bi-O Odor Block 2 - pele e roupa

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Há algumas semanas recebi, via The Insiders (um clube de testadores de produtos do qual faço parte), este novo desodorante da Garnier: Bi-O Odor Block 2 - pele e roupa. Amo receber produtos para testar, pois AMO testar produtos novos! Da mesma forma que AMO amostras grátis, pois nos dão a chance de experimentar algo sem precisar adquirir o produto no tamanho normal, ou seja: se não gostamos, ao menos não desperdiçamos dinheiro nisso. Ao mesmo tempo, quando gostamos do produto, compramos sem medo de errar!

Todos os insiders receberam duas unidades do desodorante, sendo uma delas para ser dada a uma amiga, para que ela pudesse testar também, e foi isso que fiz: compartilhei com uma amiga. 

O que este desodorante tem de bacana, segundo o folheto que o acompanhou:

- Enriquecido com extrato de moringa, anti-bacteriano natural e implacável;
- Tecnologia exclusiva que bloqueia o odor na pele e na roupa;
- Proteção saudável por 48 horas;
- Tecnologia patenteada toque seco imediato e duradouro.

Após algumas semanas testando (né, testo primeiro, se for bom compartilho aqui, porque eu é que não vou queimar meu filme falando de produto ruim), hoje já posso falar sobre minha experiência com ele. 

Aparência e odor

A embalagem é bonita, achei o design bacana, mais "clean". O que mais gostei foi em relação ao cheiro: ele tem um cheiro bem neutro. Dificilmente gosto de cheiros de desodorante, e foi bacana perceber que este tem um cheiro neutro que não aparece durante o uso.

Bloqueio de odor na pele e na roupa

Realmente ele protege contra a transpiração, e nem minhas axilas, nem minhas roupas ficaram cheirando mal em momento algum. É claro que é preciso considerar o fato de estarmos no inverno, e ele não ter sido testado em condições extremas por conta disso. Mas no inverno suamos também (ao menos eu suo!) e se não se usa um bom desodorante o cheirinho ruim vem mesmo!

Proteção saudável 48 horas

Olha, eu nunca testei um desodorante por 48 horas, sinceramente, hahahaha! Então realmente não tenho como avaliá-lo neste quesito. Mas com relação ao "saudável", confesso que me surpreendi. Eu não uso desodorantes em spray, e mesmo alguns antitranspirantes há um bom tempo, pois sempre saem espinhas nas axilas. Sempre! E às vezes são espinhas bem dolorosas. Para minha surpresa, com esse desodorante não saiu nenhuma espinha! Não sei qual a "mágica" dele, se é saudável mesmo, sei que amei isso, amei, amei!

Toque seco

Bem tranquilo nessa parte, a axila não fica úmida nem nada. Mas como eu já disse, não testei na dureza do verão para saber se sempre vai ser assim.

Enfim, é um produto excelente, que certamente comprarei novamente, porque amei ele, principalmente o fato de me poupar das espinhas nas axilas! Só por isso já teria me ganho! Portanto, indico sem medo de errar!

Beijão!

08/06/2016

Receita: Molho Pesto

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Amo aprender receitas novas, e vocês? Na semana passada foi a vez do tal do molho pesto. Eu já havia ouvido falar bastante, mas nunca havia feito ou mesmo experimentado. Até tinha uma leve curiosidade, mas a preguiça sempre vencia. E como estava fazendo a Dieta Dukan há bastante tempo, e nela não são permitidas gorduras, sabendo que é um molho com uma base de azeite, deixei pra lá. Mas agora as coisas mudaram, e isso já seria possível.

Então estava eu em um supermercado aqui da cidade em busca de uns aspargos (que por sinal não encontrei), e vi manjericão fresquinho na seção de hortifruti. Foi aí que lembrei do molho pesto, que eu sabia que levava azeite e manjericão. Trouxe para casa decidida a fazer. Então vi que levava nozes e parmesão também. Comprei no dia seguinte e fiz o tal molho. E foi aí que eu fiquei matutando o motivo de jamais ter experimentado! Que coisinha deliciosa! Já usei no "macarrão" de abobrinha, com queijinho, e ele é cheio de possibilidades. Olhei diversas receitas na internet. Mas a receita que usei como base peguei no blog Panelaterapia (só clicar aqui e ser redirecionado), e é claro que dei uma leve mudadinha, porque sou dessas, rs... Então, sem mais delongas, vamos à receita:


Molho Pesto

Ingredientes

- 2 xícaras de chá de folhas de manjericão lavadas e bem secas 
- 300ml de azeite de oliva extra virgem
- 100g de queijo parmesão
- 15 nozes
- 3 dentes de alho
- sal a gosto

Como fazer

É importante secar bem as folhas de manjericão se você pretende guardar o molho para usos posteriores, pois evita que estrague facilmente. Coloque inicialmente as folhas de manjericão no processador ou liquidificador (tanto faz!), depois o azeite e bata até ficar homogêneo. Acrescente o queijo e bata novamente. Então as nozes, os dentes de alho e por último o sal.

Você pode usar imediatamente, ou guardar na geladeira. A Tatiana, do Panelaterapia diz que dura até um mês se você acondicionar num vidro limpo, e se tiver tido o cuidado de secar bem as folhas (parte mais chatinha do processo todo). 

Como sugestão de acompanhamento, fiz este queijinho que preparei na frigideira, com manteiga ghee, servido com molho pesto. DI-VI-NO. Como sou comportada, dividi com o marido (mas bem queria comer a fatia toda, viu?).


Bom, recomendações: se você faz a Dukan, este molho não é permitido, por motivos óbvios: uso de gordura. Se você faz low carb / paleo / lchf, se joga!

Espero que tenham gostado da receitinha, eu amei fazer!

Beijo!

07/06/2016

O que é dieta low carb / paleo / lchf?

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Imagem: Webvilla.

Sei que este post é aguardado por várias pessoas, que esperam listas, diretrizes, detalhamentos e tudo o mais. Mas ele é imensamente mais simples do que vocês imaginam. Porque é assim que é uma alimentação natural: simples. Antes de mais nada, vou explicar brevemente o que significam estes nomes.

Low Carb - em tradução livre, low carb significa "baixo carboidrato". Alimentos considerados low carb são aqueles que possuem pouco carboidrato em sua composição, simples assim. Podem ser industrializados ou não, basta possuírem poucos carboidratos.

Paleolítica - mais comumente chamada de "paleo", a dieta paleolítica se resume a uma alimentação ancestral, que era utilizada antes do advento da agricultura, ou seja: alimentos naturais, conseguidos facilmente na natureza, e consumidos em suas épocas normais de colheita. Por óbvio os laticínios e industrializados em geral não entram numa abordagem paleo de alimentação.

LCHF - é a sigla para "Low Carb High Fat", que em tradução livre significa "baixo carboidrato alta gordura", e que remete a uma alimentação pobre em carboidratos e rica em gorduras boas. 

A primeira coisa que é preciso entender é que nenhuma destas abordagens é novidade. No momento elas vêm tendo uma repercussão maior, pois cada vez mais vêm surgindo provas científicas que as embasam (não estudos apenas) e diversos profissionais da área de saúde e nutrição as têm divulgado bem mais amplamente. Pode parecer uma "moda" por estarem tendo uma divulgação mais ampla, mas na verdade são métodos que nossos avós utilizavam e que não deveriam ter sido abandonados.

A linha que eu e meu marido decidimos adotar como estilo de vida (juntamente com muitas pessoas) é um mix entre as três: uma alimentação ancestral, o mais natural possível, com o mínimo de industrializados (uma abordagem paleo), abrindo portas para laticínios fermentados como queijos e iogurte natural (diretriz emprestada da low carb), e com uso de gorduras boas sem medo (pegando carona na LCHF). A base das três é a mesma, por isso é fácil mesclar.

Bom, dada esta breve introdução, vamos ao que interessa: o que consumir. É muito, muito simples, e dispensa listas. Mas vamos por partes:

O que comer à vontade

- Carnes - qualquer tipo de carne é permitido. Gorda ou magra, de boi ou de cobra, cozida ou assada. Todos os tipos de carnes são permitidos.

- Ovos - todos os ovos são permitidos, sem limite de consumo.

- Gorduras naturais - óleo de coco, azeite de oliva extra virgem, banha de porco (não consumo), manteiga. Óleos vegetais como de soja, milho, etc, não são naturais, pois precisam de diversos processos químicos para que a gordura seja extraída, e devem inclusive ser evitados ao máximo. Mas claro, sem exageros: você não deve fugir da gordura natural dos alimentos, mas não deve acrescentar gordura a tudo.

- Vegetais - todas as folhas e os vegetais que crescem acima do solo (azeitonas, brócolis, couve-flor, tomate, pimentão, abóbora, etc).


O que comer com moderação

- Laticínios - laticínios simples como o leite não costumam ser bem tolerados pela maioria das pessoas, além de conter lactose, que ativa a insulina e prejudica o emagrecimento. Mas os fermentados e mais "gordos" não apresentam grandes problemas a quem não é intolerante. Alguns exemplos são o iogurte integral natural, a manteiga, e os queijos - quanto mais amarelos, melhor. Quem precisa emagrecer deve pegar mais leve em relação a eles.

- Frutas - dê sempre preferência a frutas com menos açúcar. Um exemplo são as frutas vermelhas como morangos, acerola, mirtilos, amoras, framboesas, e outras como kiwi, maracujá, coco e abacate. Se você precisa emagrecer ou controlar o peso, mais cuidado. Se não tem esse problema, pode consumir um pouco mais.

- Oleaginosas - por oleaginosas entenda-se nozes, castanha do pará, castanha de caju, amêndoas, pistache. Com moderação por conterem algum carboidrato.

- Tubérculos - Os tubérculos são os vegetais que crescem abaixo do solo, como cenouras, mandioca, batatas. Podem ser consumidos com moderação e com mais cuidado por quem deseja emagrecer.

O que não comer

- Açúcares - nenhum tipo de açúcar deve ser consumido. Açúcar "fit", mascavo, de coco, demerara, nada. 

- Grãos - grãos não devem ser consumidos por conterem grande concentração de carboidrato e baixa concentração de nutrientes, o que faz com que não valha a pena o consumo. 

- Óleos vegetais - o método de extração da gordura dos óleos vegetais é totalmente industrializado, por isso não devem ser consumidos, pelos motivos que já citei acima.


Agora rapidamente, alguns "extras:


Bebidas

Para beber: chás naturais (não os pózinhos!), café preto (o mais natural possível sempre), leite de coco e água de coco retirados direto da fruta, não os comprados em supermercado (a água de coco é apenas para quem não precisa emagrecer). Sucos concentram açúcares da fruta, por isso não devem ser consumidos, com exceção do suco verde, que possui os vegetais como principais ingredientes. Bebidas alcoólicas sem açúcar e com moderação, como vinho e espumante seco por exemplo.

Farinhas

As únicas farinhas que devem ser consumidas são as farinhas de oleaginosas, de berinjela, enfim, farinhas feitas o mais naturalmente possível a partir de alimentos que podem ser consumidos nesta linha de alimentação. 

Adocantes

Os adoçantes devem ser o mais naturais possível: stevia, eritritol, xilitol, taumatina.


Bom, este é o básico. Comida de verdade, o famoso "bicho e planta" como base. Alguns extras para facilitar a vida de quem está conhecendo esse novo estilo de vida. Mas sempre buscando por uma alimentação o mais natural possível. 

O blog do Dr. Souto é uma das maiores referências sobre o assunto no Brasil, sugiro fortemente a leitura (clique aqui para ser redirecionado para lá), bem como o blog Saúde Primal (clique aqui para ser redirecionado). Conforme eu for conhecendo novas fontes, compartilharei com vocês pelas redes sociais.

Caso tenham dúvidas, não hesitem em perguntar. Se eu souber, responderei, se não souber irei atrás de quem sabe, rs...

Beijão!

06/06/2016

1ª semana de vida paleo / low carb / lchf

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Bom, ainda não completei exatamente uma semana nesta "vida" low carb, mas segunda-feira é o dia em que gosto de falar sobre a semana anterior, então falemos, rs. Eu realmente não tive dificuldade nesse início de mudança, porque eu vim da Dieta Dukan, que é uma dieta low carb já, então a adaptação foi tranquilíssima.

Eu não tenho "medo" de acrescentar gordura à minha alimentação. Já entendi muito bem o papel dela no organismo, e usei com bastante parcimônia, foi super tranquilo. Meu medo maior reside nas frutas mesmo, que possuem mais carboidrato, e aí eu fico com medo de dar uma empacada na perda de peso, sabe? Com relação a tubérculos, não temo pois decidi não acrescentar à dieta por um tempinho, pois quero emagrecer, e então não rola usar estas coisas livremente.

Já meu marido sofreu um pouco mais. Teve dor de cabeça e muita vontade de comer outras coisas. As idas no supermercado foram tensas para ele no começo da semana, mas agora ele já está super ok, inclusive resistiu ao arroz e feijão na casa dos pais dele e ficou tudo certo. Ele já pode usar e abusar de frutas e tubérculos pois não precisa emagrecer, então tenho em casa opções para ele e faço, apenas não consumo. 

Fruta mesmo fui comer no final de semana, quando fui à minha sogra sábado e domingo para fazer almoço (ela ainda está se recuperando da retirara do seio devido ao câncer), e lá tem pés de bergamota, docinha, deliciosa. Então comi uma no sábado e duas (não devia!) no domingo. Também me passei nos queijinhos no final de semana, e usei dois tabletes de chocolate Lindt 85% em um chocolate quente que fiz com leite de coco no domingo à noite. Me emocionei e a partir de hoje a coisa já será mais controlada. 

Aqui um pouco do que comi essa semana. Fiz em média duas refeições diárias, que tem sido minha média normal ultimamente. Sem fome, sem sofrimento, tudo bem tranquilo e natural para mim. Seguem algumas fotos, que postei no Instagram ( denny.baptista ) e no snapchat ( dennybap ).


- Café com uma colherinha de nata tem ajudado muito na questão da saciedade - brinde da gordura da nata. O ideal é óleo de coco, comprarei em breve.

- Iogurte integral natural. O ideal seria o caseiro, mas era o que havia à mão na hora em que a fome  bateu.

- Salada de folhas verdes, tomate e pimentão amarelo picadinhos, omelete com espinafre e purê de abóbora cabotiá.

- Omelete e "macarrão" de abobrinha que marido fez.

- Peito de frango assado com sálvia, páprica picante e azeite de oliva, acompanhado de salada de folhas verdes, tomate e pepino.

- Filé de peixe, tomate e pimentão amarelo picadinhos, purê de abóbora e salada de folhas verdes.


- Omelete simples com temperos.

- Ovos cozidos, tomate, cenoura assada, couve chinesa, repolho roxo e brócolis.

- Bergamota!

- Queijo grelhado com molho pesto (logo passarei a receita aqui no blog!).

- Frango assado, "macarrão" de abobrinha ao molho pesto, couve chinesa e repolho roxo, brócolis e cenoura assada. 

- Chocolate quente feito com leite de coco caseiro, chocolate Lindt 85%, um pouquinho de cacau em pó, canela e adoçado com stevia.

- Queijo gratinado na ghee com molho pesto (comi cerca de 1/4 dessa porção, marido comeu o restante).

Então, como vocês podem ver é uma alimentação bem simples. Faço a comida com mateiga ghee que eu mesma faço (e tem receita aqui  no blog), tempero com sal marinho integral e ervas desidratadas. Não uso temperos prontos, nem caldos industrializados, tudo o mais natural possível. Tenho usado bastante azeite de oliva também nas preparações frias. 

Com relação à perda de peso: eu disse que não divulgarei resultados por um bom tempo aqui no blog, mas posso afirmar que tive uma perda de peso fantástica nessa semana, obviamente proveniente boa parte de líquidos e inchaço. As medidas deram um pulo muito bom, portanto estou animadíssima!

Durante a semana darei mais informações sobre a paleo / low carb / lchf e tem receitinha também, portanto fiquem de olho no blog!

Beijão!

02/06/2016

Enfim, low carb / paleo / lchf

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Eu já falei aqui que vinha flertando já com a linha paleo / low carb / lchf (em breve explicarei melhor estes termos, ok?) há algum tempo e pretendia em breve migrar da Dieta Dukan para esta linha, certo? Acontece que esta semana  meu marido decidiu entrar de cabeça nesse estilo de alimentação, que é mais um estilo de vida. Minha sogra é diabética, hipertensa e está passando pelo segundo câncer de mama. Sogro hipertenso também, e pré diabético. Também tenho históricos semelhantes na família. Acontece que a maioria das pessoas passa por estas coisas e não repensa a vida. Nós repensamos. Se pudermos evitar passar por tudo isso, evitaremos. E então ele decidiu adotar a linha low carb / paleo / lchf como estilo de vida. 

Meu marido já vinha fazendo escolhas melhores: aqui em casa por exemplo, há muito tempo não entra o óleo vegetal. Utilizava manteiga ghee ou azeite de oliva na alimentação dele. Também já estava pegando mais leve em muitas coisas. Mas decidiu agora entrar de vez. E poxa, eu não poderia deixar ele sozinho nessa! Somos um casal, nos damos bem demais, e como eu já estava num estilo de alimentação bem semelhante até, não me custava nada mudar de vez e facilitar tudo aqui em casa. 

Eu só tenho a agradecer por ter conhecido a Dieta Dukan. Digo sem medo de exagerar que mudou minha vida, porque eu sempre achei impossível viver sem pão, massas e doces. E a Dukan me ensinou que dá para viver sem isso, dá para melhorar demais a saúde só com mudanças na alimentação e dá para se comer bem e deliciosamente mesmo em dieta. Aprendi a cozinhar coisas diferentes, ousei mais na cozinha e isso me abriu demais a cabeça! Estudei muito e entendi, APRENDI que dietas low carb aumentam a longevidade, melhoram a qualidade de vida e, claro, emagrecem também. Não é uma dieta com começo, meio e fim. É um estilo de vida que vai me trazer benefícios incríveis com o passar do tempo.

Confesso que iniciei a Dukan porque queria uma perda de peso rápida. E nesse ponto ela é ótima - e em outros também. Mas agora eu não tenho mais tanta pressa, pois é uma proposta de longo prazo. Portanto, não irei informando tão frequentemente sobre perda de peso. Sempre surgem as perguntas do tipo: "Quanto peso você perdeu, em quanto tempo?". Queremos soluções rápidas, sempre. A Dukan, bem como a low carb / paleo / lchf no começo trazem esta perda de peso rápida. Mas nos abrem a cabeça para um mundo novo, de verdade. Eu sei que não vou perder peso rápido como a maioria devido aos (sempre!) meus problemas hormonais, que ainda não estão sob controle. Mas acredito que agora ao menos a coisa vai começar a melhorar, a balança vai mexer, sabe? Por mudar as opções de alimentação, dar um "susto" no meu organismo, seguir uma linha diferente. No quesito "permitidos x proibidos", a paleo abre um pouco mais o leque de alimentação no que diz respeito a frutas, legumes e verduras, mas segura mais em outros pontos. 

Muito brevemente (a grosso modo mesmo!), as principais diferenças e semelhanças entre a Dieta Dukan e esta linha mais low carb são: 
  • Na Dieta Dukan só se utilizam alimentos com pouca ou nenhuma gordura; na low carb / paleo / lchf o consumo de gorduras boas, como azeite de oliva, manteiga, óleo de coco é encorajado (mas sem exageros!) e permitido.
  • Na Dieta Dukan, era permitido um consumo maior de laticínios, mas sempre desnatados ou com muito pouca gordura; na low carb / paleo / lchf utiliza-se sempre laticínios integrais, queijos mais gordos, mas o consumo deve ser bem mais controlado, ainda mais para quem pretende perder peso.
  • A Dieta Dukan permite o consumo de frutas apenas a partir da terceira fase, a Consolidação; na low carb / paleo / lchf o consumo de frutas pode ser feito sempre, mas quem deseja emagrecer deve priorizar frutas com pouco açúcar, como kiwi, abacate, coco, maracujá e frutas vermelhas.
  • A Dieta Dukan permite livremente o consumo de alimentos industrializados (desde que dentro das regras de alimentação) e adoçantes de todos os tipos; A low carb / paleo / lchf sugere um controle mais rigoroso sobre os industrializados, dando preferência a produtos orgânicos, artesanais, o  mais naturais possível e apostando em adoçantes naturais como stevia, xylitol, eritritol, taumatina.
  • A Dieta Dukan, a partir da segunda fase, a Cruzeiro, permite o consumo de legumes e verduras variados, mas não tubérculos (mandioca, batata); A low carb / paleo / lchf permite o consumo de tubérculos, mas quem precisa emagrecer deve controlar mais rigorosamente seu consumo.
  • A Dieta Dukan não permite o uso de nenhum tipo de farinha, exceto a de glúten e aquelas de vegetais como a de berinjela; a low carb / paleo / lchf  permite o uso de farinhas de oleaginosas, e algumas outras como farinha de linhaça, por exemplo.
  • Na Dieta Dukan, as proteínas são o carro chefe; na low carb / paleo / lchf  o carro chefe são os legumes e verduras.
  • Na Dieta Dukan os lanches são incentivados, e inclusive o "comer preventivamente" para evitar a fome e a compulsão; algumas linhas da low carb / paleo / lchf com as quais simpatizo usam a regra do "sem fome não come", ou seja: comer apenas quando a fome de verdade (não a vontade de comer) aparecer.

Deve ter outras diferenças que agora, num primeiro momento, não me lembro. A Dieta Dukan é mais fácil de seguir em alguns pontos, e a low carb / paleo / lchf é mais fácil em outros. Depende de cada um pesar o que lhe faz mais diferença e decidir o que achar melhor.

Mais à frente entrarei em mais detalhes conforme for aprendendo. Já tenho bastante material para dividir com vocês, só preciso ir organizando isso, para formar um todo coerente, rs... Sei que estou bastante empolgada com a adesão do meu marido, isso realmente me deu ânimo novo, estou com outro pique!

No mais, sigo como parceira Dukan, meus códigos ainda funcionam, e tudo segue na mesma. Farei ainda posts sobre a Dukan, não vou abandonar a galerinha sedenta que sempre aparece por aqui. Seguirei publicando dicas e receitas no meu Instagram (@denny.baptista), até porque muita coisa entre as dietas são semelhantes. Oou seja: seguimos juntos nessa!

Beijão!