27/11/2017

Sem balança - Meu emagrecimento em 2017

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Demorei, mas apareci. Este final de ano está sendo realmente puxado. Eu quero vir aqui mais vezes, porém me amarro muito. E quando tenho tempo, procrastino. Bom, o post de hoje não vai ser muito diferente do que tenho falado nos últimos anos aqui, pois tem sido uma constante em minha vida: a perda de peso. Porém em 2018 as coisas aconteceram de uma forma diferente do habitual, e isso que quero compartilhar com vocês.

O ano de 2017 foi bem atípico para mim. Mudei de cidade / estado. Passei por grandes dificuldades dos mais variados tipos, mas cá estou, saindo dele muito melhor que entrei. Porém foi um ano em que o foco, definitivamente, não foi a perda de peso. Eu iniciei este ano com bem mais peso do que no ano passado, pois no finalzinho de 2016 eu desandei legal na alimentação e descontei frustrações e tristezas na comida. Não como em outras vezes, mas foi o suficiente para a balança dar um salto enorme.

Depois de me estabelecer aqui em Joinville, as coisas se acalmaram, e decidi retomar meu processo de emagrecimento, pois realmente me sinto muito desconfortável com o peso que tenho. O sobrepeso me incomoda esteticamente, me deprime na hora de comprar roupas, atrapalha minha mobilidade e tudo o mais. Dei uma boa puxada e logo no começo perdi 10kg. Fiquei muito feliz. Foi daí que saiu esta foto:

Porém, depois disso, como sempre acontece, rolou uma desanimada básica, a balança começou a oscilar muito, e isso sempre faz comigo a mesma coisa: acaba com meu psicológico. E geralmente é aí que me perco. Porém dessa vez decidi agir diferente: parei de me pesar. Simples assim. Porém, não parei de me pesar para não ver que estava engordando. Parei de me pesar para ter paz, mas decidi manter uma linha alimentar "decente". 

Eu sempre me cobrei muito. Principalmente por sempre ter blog, por ter pessoas que já me acompanham há uma década, por ter uma quantidade legal de seguidores. Era cobrada também, e essa pressão sempre me fez mal. Porém decidi que precisava me desvencilhar disso, pois eu estava há anos num ciclo: pegava firme na dieta, virava exemplo para várias pessoas, me superava, então a vida me dava uma porrada, eu caía legal, aí saía totalmente do foco, ganhava peso, ficava me escondendo das pessoas, para então ressurgir mais forte e começar tudo de novo, inclusive cair mais uma vez diante dos olhos de todos. Decidi ser apenas mais uma pessoa na internet, sem querer ser modelo para ninguém, mas compartilhando o que ia aprendendo com quem estivesse disposto a me ouvir.

Como foi um ano de muitas mudanças, fiz o que eu dizia para muitas pessoas não fazerem: peguei leve. Decidi realmente pegar leve. Decidi tentar me manter "paleo" o máximo de tempo possível, comendo comida de verdade, evitando ao máximo industrializados, para quando ficasse firme nessa linha, que não restringe tanto os carboidratos, focasse mais numa linha  mais lowcarb, para perda de peso. Acontece que eu furava diversas vezes, e acabava sempre voltando para a paleo, mas nunca me firmava nela o suficiente para restringir para a lowcarb. 

Se você não sabe muito sobre os conceitos paleo ou lowcarb de alimentação, leia este post AQUI.

Então, eu furei váááárias vezes a dieta. Porém, destas vezes foi diferente. Como sou compulsiva por natureza, eu sempre chutei o balde valendo. Comia compulsivamente quando escapava da dieta, comia muito mesmo. Desta vez eu não fiz isso. Furava, encerrava o assunto e seguia em frente já na próxima refeição. Ou no dia seguinte, rs... Decidi não ficar me punindo mais que o suficiente. Eu furava, ficava chateada, mas sempre refletia no quanto aquilo havia sido escolha minha, no quanto EU quis fazer aquilo. Evitei ao máximo pôr a culpa nas pessoas, nas circunstâncias, enfim, adquiri um pouco mais de consciência. 

O resultado foi que comecei o ano usando uma calça. Aí, como toda calça de gordo, logo ela começou a rasgar entre as pernas e comprei outra. Menor. Então essa também começou a ficar velhinha e há umas duas semanas comprei outra calça (calma gente, tenho mais de duas calças hahaha), um número menor. E hoje coloquei uma em cima da outra e vi que, mesmo aos trancos e barrancos, essa coisa de parar de me cobrar perfeição, de entender que eu não tenho que ser a menina que vai ser exemplo para todo mundo, que eu não tenho que perder 50kg em 4 meses para me dizer vitoriosa, deu certo. Eu mal percebi a perda de peso, de tão lenta que foi. Ninguém ao meu redor comenta o quanto emagreci - como aconteceu em outras vezes que perdi peso. Mas deu certo. Eu emagreci. E consegui isso:



Eu não sei quanto peso perdi. E não quero saber. Mas ver estas calças sobrepostas me mostrou que devagar às vezes é o melhor caminho. Que o progresso nem sempre pode ser visto a olho nu, mas que ele vem. E que eu estou num lugar onde eu consigo estar e me manter. Que eu levo um estilo de vida que me faz bem e que posso levar para a vida toda. Que eu posso melhorar ainda mais, eu quero mais saúde, mas que isso vai acontecer no seu devido tempo, um passo de cada vez.

Para resumir, o que eu fiz:

- Foquei em me manter basicamente comendo comida de verdade - conceito paleo de alimentação.
- Não me forcei a ficar low carb sempre, mas sempre que me senti confortável, consumi menos carboidrato nas refeições.
- Quando eu furava, furava com pouca quantidade. UM pedaço de bolo. UM sorvete. E seguia a vida como se nada tivesse acontecido. 
- Obviamente não furava todos os dias, mas dificilmente passei uma semana sem furar. No entanto, eu abria a janela e fechava. Sem essa de "já que fiz merda, vou comer tudo o que quero de uma vez só". Não. Uma refeição. Sem exageros.
- Aliei probioticos à minha alimentação - kefir de água, de leite e agora kombucha.
- Parei de me pesar totalmente. As oscilações realmente estavam me fazendo mal.
- Evitei culpar outras pessoas ou acontecimentos pelos meus problemas. Busquei o equilíbrio. 

O que quero agora é ir afinando tudo ainda mais. Ir melhorando a alimentação ainda mais. Confesso que sinto falta da vitalidade extrema e das maravilhosas noites de sono reparador da época em que realmente me dediquei totalmente a uma alimentação paleo / lowcarb. Realmente me fez bem. Agora eu ainda durmo relativamente bem, mas já acordo mais cansada, não tenho toda a energia que tinha - e que era fantástico.

Não vou adotar o discurso de que comer besteiras é essencial para "viver" bem, pois sei que não é. O que eu quero é continuar tirando o foco da comida. Viver PRECISA ser mais que comer. E é isso que sinto que tem melhorado em mim, essa consciência de que dá pra ser feliz sem pôr comida no meio de tudo.

Ainda é um caminho longo a percorrer, não está nem perto do final, mas tem sido um aprendizado constante. Vida real. 

Beijão!

03/11/2017

Em busca da criatividade

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Bloqueio criativo é um negócio chato. E ele atinge um sem número de pessoas. Eu fui atingida em cheio este ano, por diversos motivos. Muitas vezes eu quero vir aqui e escrever algo, até penso no tema, mas quando chego em frente a essa páginazinha, a ideia some, desaparece. 

Meu marido é artista visual, e também vem sofrendo deste mesmo mal. Em nossas andanças, paramos numa sede das Livrarias Curitiba, no Shopping Mueller aqui de Joinville e, curiando aqui e ali, encontrei um livro bem bacana chamado "O caminho do artista", da Julia Cameron. Desconhecida para mim até então, ou a conhecia mas não havia gravado este nome com relevância suficiente para me parecer familiar. Dei uma folheada e gostei da proposta. O preço estava bom, resolvi levar para ver qual é. E estou gostando. A proposta é um "curso" de 12 semanas para desbloquear a criatividade (e serve para escritores, pintores, qualquer pessoa que deseje fazer algo criativo). Há atividades diárias e semanais.

Então, como era feriado, o excelentíssimo e eu decidimos dar um pulo numa pseudo prainha que existe aqui em Joinville, chamada Praia da Vigorelli. Eu chamo de pseudo-prainha porque ela tem uma faixa de areia minúscula, cheia de pedrinhas e nem sei se é própria para banho. Ela fica em uma baía, um pequeno braço do mar, a Baía da Babitonga (adoro esse nome, rs). A galera vai para lá principalmente para passar para o outro lado da baía pelos ferryboats. Um caminho curto para Itapoá e afins. Algumas fotos que fiz:






É pequeninha, mas dá para sentir aquela brisa deliciosa do mar, aquele "cheirinho" de praia. É refrescante, e fica a uns 13km de minha casa. Voltando ao "X" da questão, fomos lá. O sol estava alto, era muito quente para ficarmos sentados no sol, e não há muita sombra à beira da praia. Então ficamos dentro do carro mesmo, com as portas abertas. Mas antes tomamos um solzinho, conversamos, olhamos a baía, o movimento das pessoas e dos ferryboats que iam e vinham. Então entramos no carro, ele pegou seu kit de aquarela e começou a desenhar enquanto eu lia o livro para nós.

Foi bem bacana, uma tarde muito agradável. Li, ele pintou, conversamos, rimos. Queríamos ter feito isso hoje também, iríamos para a praia de Itapoá. Acordamos, arrumei a mochilinha, passei protetor solar, vesti meu maiô, e ao sair na sacada o tempo estava muito fechado, parecia que logo a chuva iria cair valendo. Acabamos desistindo de ir, já que fica a uns 60km daqui. Bom, não choveu. O tempo ficou nublado, mas sem chuva. Poderíamos ter ido, nem que fosse apenas para contemplar. Mas faz parte, a praia é perto, é só ter vergonha na cara e ir, rs...

Estou gostando bastante do livro e pretendemos iniciar a primeira semana neste domingo. Ao final do curso (que levará uns 3 meses), eu contarei a vocês quais minhas impressões e se funcionou mesmo. Enquanto isso irei relatando semana a semana o que foi feito, e se tive algum progresso ou dificuldade. Até para me estimular a fazer MESMO. A parte mais difícil será ter aquilo que eu não tenho: disciplina. Para fazer tudo direitinho. Só posso esperar algum resultado se eu fizer tudo direitinho, certo? Então esse é o desafio. Concluir a proposta.

Se você conhece algum livro que estimule a criatividade, deixe a dica nos comentários, no momento estou bem interessada nisso!

Um beijão!


18/10/2017

Meu cabelo: como estou resolvendo a queda

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Vamos começar pelo início - claro. Na minha adolescência eu sempre tive MUITO cabelo. O terror dos cabelereiros quando precisava fazer algum penteado, simplesmente porque nada segurava ele, de tanto cabelo que eu tinha. Não conseguia prendê-lo com prendedores comuns, eles nunca fechavam. 

Porém, após meus 27 anos aproximadamente meu cabelo começou a cair desesperadamente. Para resumir a história, hoje (aos 34 anos) tenho 50% do cabelo que já tive. Porém no ano retrasado eu estava muito mal com isso. Meu cabelo estava tão ralo no topo da cabeça, que eu frequentemente cortava o topo da cabeça das fotos postadas na rede porque era horrível ver o couro cabeludo aparecendo. Não havia maneira de arrumar o cabelo que resolvesse isso. Minha auto estima estava no lixo. 


Fiz de tudo para tentar resolver o problema

Usei todo tipo de tônico milagreiro que via pela internet. Industrializados, naturais. Utilizei polivitamínicos, píluas diversas para a saúde do cabelo. Fui em dermatologistas sem resultado algum - na verdade não encontrei um único que demonstrasse querer REALMENTE descobrir a causa real da queda. A última pôs a queda na conta do problema hormonal, e nem sequer solicitou exames. Acontece que eu estava tratando já o problema hormonal há mais de um ano com reposição hormonal, então isto não deveria ser o único fator.


Decidi mudar o estilo de vida

No início do ano passado decidi mudar minha alimentação. Eu já seguia - aos trancos e barrancos - uma linha mais low carb, fazendo a Dukan. Já havia resolvido inúmeros problemas de saúde somente com esta abordagem, mas ainda me restavam três: a insônia (que melhorou, mas ainda me atormentava em algumas noites), o problema hormonal e a queda de cabelo. Foi aí que pensei que se havia alguma chance de eu resolver isso tudo, seria através de mudanças em meu estilo de vida. Estudei, pesquisei muito e decidi que uma alimentação natural, baseada em comida de verdade, seria a minha chance. Fui retirando industrializados, aumentando o consumo de vegetais principalmente e cuidando para que minha alimentação fosse sempre a melhor possível. Perdi algum peso, voltei a ganhar no final do ano por desleixo mesmo, mas logo retomei meu estilo de vida. Neste ano perdi 10kg e então parei de me pesar. Acredito que tenha mantido essa média, pois as calças que estavam largas continuam largas.


O cuidado com os cabelos

Fora a alimentação natural, neste ano fui simplificando os cuidados com meu cabelo. Atualmente utilizo apenas shampoo sem sulfato diluído em água. Simples assim. Porque diluído? Uma vez vi em um vídeo da Lia Camargo ela explicando sobre o que aprendeu no Spa Dios (especialista em cuidados para o cabelo) em relação ao uso do shampoo: que é um produto concentrado que acaba retirando, além da sujeira, a oleosidade natural, que protege o cabelo de agressões e o mantém hidratado. Por isso indicavam diluir o shampoo em um pouco de água antes de utilizar. Eu tenho um vidro de shampoo vazio onde faço esta mistura previamente: 2 partes de shampoo para 1 parte de água. Além disso, raramente repito a lavagem e não uso condicionador. Dizem que ele é essencial, mas como explicar meu cabelo melhor sem ele? Uma vez na semana ou a cada 15 dias finalizo uma lavagem com água e um pouquinho de vinagre para selar as cutículas (não deixa cheiro!). Umas duas vezes neste ano fiz hidratação com óleo de coco (lava, hidrata, deixa no cabelo algumas horas, lava, pronto). Pronto. Acabaram-se os tônicos, os óleos, condicionadores, cremes, ampolas.


O resultado vindo

Tenho seguido uma base alimentar natural, com algumas furadas, claro. Porém a base tem sido realmente boa. Os cuidados com o cabelo se resumem a shampoo, eventualmente água com um pouco de vinagre diluído e muito mais eventualmente, hidratação com óleo de coco. O resultado a foto abaixo pode mostrar mais claramente:


Na foto da esquerda, no final do ano passado, eu enchi a foto de filtros para que o couro cabeludo aparecesse o mínimo possível, mas lá estava ele - ou seja, aparecia bem mais que isso. Eu já havia cortado ele mais curto (não queria tão curto na verdade, mas enfim) e repicado para ter mais volume e tentar disfarçar o pouco cabelo. A foto da direita, da semana passada, não tem filtro. O que dá para perceber: cabelo cresceu rápido, está bem mais cheio, o couro cabeludo já quase não aparece (ainda aparece um pouco, mas não mais tanto nas fotos). O que não dá para ver tão bem: estou cheia de fios novos - o que chega a deixar chato o prender o cabelo por conta dos arrepiadinhos, mas longe de mim reclamar! O cabelo está muito mais macio, maleável, hidratado.

Mas o mais importante disso tudo é realmente não estar desesperada por acreditar que em algum momento ia ficar quase careca. Vejam bem, eu plantei pequenas ações durante um bom tempo e só agora comecei a perceber resultados. E acho que, enfim, é assim mesmo. Ter paciência, fazer o melhor e, principalmente, simplificar e buscar o natural. Tem que dar certo.

Beijão!

15/10/2017

Recomeçando

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Como eu disse no último post, decidi meio que recomeçar este blog. Não, nada será apagado. Já passei da fase de negar o que já fiz e me iludir que recomeçar algo do zero traria alguma vantagem. Mas decidi que ele não será mais um blog de nicho. Explico: houve uma época que eu queria que o blog tivesse mais visitas e tudo o mais. Queria mesmo. Então estudei bastate sobre SEO, escolhi um tema que eu amava (alimentação saudável) e foquei nele. O blog foi crescendo. As visualizações também. Criei um canal no YouTube e tudo. Porém, no começo do ano, perdi meu domínio (www.teoriasdadenny.com). E com isso as visualizações, engajamento e várias outras coisas. E em meio à mudança toda que estava ocorrendo em minha vida, somado a um bom desânimo com a queda na audiência do blog, acabei deixando ele de lado.

Porém, eu AMO escrever. Isso aqui tem muito da minha história, meus conflitos, vitórias e tudo o mais. Então decidi recomeçar. Mas agora ele voltará ao que era no início: um blog pessoal. Não que houvesse deixado de ser, pois ele sempre refletiu meus momentos. Porém eu estava batendo muito num mesmo assunto, a fim de melhorar as estatísticas dele. Decidi então, que ele vai ser um reflexo ainda maior de mim, e não um fragmento apenas. Vou voltar a tratar de assuntos que me dêem na telha e, inclusive, de assunto algum se for o caso. 

Sempre amei estudar, aprender e compartilhar sobre tudo isso. E agora voltarei a fazê-lo sem o peso da busca por visualizações. Se vierem, que bom. Se não, tudo bem. Em breve reativarei o canal do YouTube também - creio que mais para o final do ano. Mas vai ser tudo mais variado, sem linha editorial. Eu e minhas confusões. Minhas descobertas, caminhadas e conflitos.

Meu tempo tem sido curto, mas quero voltar a visitar blogs, dedicar um tempinho a isso. Se tiverem indicações de bons blogs, aceito! 

Será ótimo retornar assim!

Beijão!

02/10/2017

A volta dos que não foram

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Eu poderia encher vocês de desculpas e dizer que a falta de tempo me impediu de vir aqui escrever. Mas eu estaria mentindo. Sim, estou com o tempo meio escasso, mais pela falta de organização que do tempo em si. Porém, confesso que a perda do meu domínio, consequentemente a perda da autoridade do meu blog frente ao Google e a queda absurda nas visitas me desanimaram. Que pessoa não quer visitas? Que pessoa tem um blog, investe anos, e então fica chateado ao ver que por uma coisa besta ele perdeu a relevância?

Mas enfim, percebi que eu sempre mantive esse blog, principalmente, porque amo escrever. Porque amo compartilhar coisas que gosto e porque uso este espaço para falar de mim e das coisas que me importam. As visualizações importam sim, mostram a relevância que temos e, quem não quer ser relevante? Porém eu não posso fazer muito com relação a isso, posso apenas continuar escrevendo aqui e, se alguém se interessar, virá. Então decidi que voltarei a escrever. Venham as pessoas ou não. Tenha visitas ou não. Porque este espacinho tem muito da minha história escrito. Não vai ser fácil voltar a ter aquela rede de contatos que tínhamos antigamente, quando as pessoas ainda se visitavam, onde a blogosfera se valorizava mais que aos publis. Mas vou tentar separar um tempinho para conhecer gente nova aqui e buscar novos conteúdos. De gente como eu, blogueira raiz, que sobreviveu aos primórdios e segue aqui apesar da alta do YouTube e queda dos blogs. Porque este espaço é maior que isso tudo.

Procurarei não fazer textos imensos. Assim como eu, a maioria das pessoas não tem mais tempo para ficar 10, 15 minutos num texto enorme - e é por isso que o Youtube vem ganhando tntos adeptos, rs. Vim só para dar um oi. Não haverá promessa de X posts por semana. Quando um post vier à cabeça, ele virá. Simples assim. 

Beijocão!