17/01/2018

Começando 2018

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2018 começou, mas parece que eu ainda não comecei, sabe? Esse "ritmo de férias" deixa tudo meio confuso, rs... Não que eu queira que acabe logo, longe de mim pensar isso hahahaha! 

Até ontem meus pais ainda estavam na cidade. Foram embora ontem. Não sei se é porque é a primeira vez que fico tão longe deles,  parece que o buraco que ficou por aqui foi maior. No domingo eu estava mais na bad, antes de eles irem. Ontem foi mais tranquilo do que achei que seria, mas ainda sim dá aquela vontade de ter eles mais perto. 

Meu marido e eu ainda nos sentimos muito sozinhos aqui nesta cidade. Tenho meu irmão e a família dele aqui, mas fora isso o que tenho são colegas de trabalho e alguns conhecidos aleatórios. Está difícil criar vínculos, sabem. Nós estamos em um "limbo" complicado: os casais de nossa idade têm filhos, e vocês sabem casais com filhos e casais sem filhos se relacionam de maneira diferente, fazem programas diferentes e tudo o mais. Os casais sem filhos em sua maioria são muito mais jovens que nós e têm interesses diferentes também. Enfim, é uma cidade onde a galera trabalha para caramba e sai pouco, a não ser para a praia nos finais de semana. Neste ano vamos trabalhar neste sentido, de nos relacionar com mais pessoas e buscar um lugar-comum mais confortável. Não é algo horroroso que nos deixe deprimidos ou algo assim, mas com a casa cheia desde antes do Natal, agora sentimos um vazio maior do que imaginávamos, rs...

Bom, neste início de ano cedi a uma "dieta normal". Arroz, feijão, pão às vezes, mais beliscadas que o normal e tudo o mais. O resultado foi desastroso, e aqui estou me lixando para o peso, ok? Fiquei inchada, a desidrose voltou com tudo, tive gases, azia, dor de estômago, falta de disposição, aquele sono que não descansa e tudo o mais. No ano passado nós acordávamos cedo e aproveitávamos bem o dia nas férias. Neste ano dormimos até tarde e passamos o dia letárgicos. Para ajudar, muita chuva e a cidade aqui alaga com facilidade, então a mobilidade acaba diminuída.

Sabem, não são sintomas que passei a ter com alimentação normal depois que passei a comer relativamente bem. Eu apenas voltei a ter muitas coisas que eu tinha antes (a falta de disposição, as dores, etc), e que eu nem lembrava como eram ruins. Nesta semana já comemos melhor, e as coisas estão voltando mais aos eixos. Nessas horas eu tento entender como aguentei me sentir assim por tantos anos. Louca, louca.

Bom, passeamos em algumas praias da região - a foto deste post fiz em alguma delas, entre Porto Belo e Mariscal, não lembro em qual foi, rs - , mudei de cor totalmente (hahaha), e nos divertimos bastante. Agora estou organizando tudo aqui em casa, logo precisarei começar a me organizar para o início das aulas, em menos de um mês. Queria poder dizer que estou fazendo algo realmente útil nestas férias, mas infelizmente não, rs... Eu gosto de ser produtiva, mas agora já foi, tentarei ser mais produtiva neste restinho de férias.

O que tenho feito: 

- Assistido séries na Netflix (Gilmore Girls, Greys Anatomy, Grace and Frankie, etc) e filmes variados (todos os Rocky, todos da Bridget Jones, hahaha).
- Jogado joguinhos inúteis do Facebook ou Playstore (The Sims, Linda Brown, Perguntados, Apalavrados, Heart's Medicine, etc).
- Dormido mais do que eu gostaria.
- Assistido vídeos diversos no YouTube.
- Criado playlists no Spotify e Deezer - achei a lista de músicas do meu casamento, já virou playlist, rs...

Acho que nada além disso, rs... Nem ler eu tenho lido! Estou mortificada por não ter lido nenhum livro até agora - não sei onde enfiei o último que estava lendo. Inclusive vou resolver isso agora indo lá na estante e pegando um.

Bom, o que vocês fazem nas férias?

Beijão! Prometo um post mais útil para a próxima!

15/01/2018

Manual de Kefir de leite

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Imagem: Freepik.

Acordando o blog com algo bem bacana! Falei nas redes que eu estava fazendo um manual do kefir de leite. Demorei um pouco porque queria ter certeza de algumas informações, fazer alguns testes no meu próprio kefir, para que tudo desse certinho e enfim ele está pronto!

Calma, vou começar este manual ensinando você a conseguir o seu também!

Como tudo na vida, depois que ganhei meu kefir, comecei a pesquisar enlouquecidamente (sim, sou exagerada!) seus benefícios, formas de cultivo, cuidado, preparo. Então já domino boa parte do assunto, o suficientemente para ensinar. Fiz também muitas receitas com ele, fiz testes e tudo o mais. Junto com meu kefir, recebi um manual de cultivo. Ele tem tudo o que se possa querer saber sobre o kefir. Mas este também é seu maior problema: é MUITO material. Então eu me via perdida ao tentar caçar alguma informação. Da mesma forma, encontrar informações nos grupos do tema não é sempre tão simples e geralmente são informações para a galera veterana no assunto, ou besteiras sem muito embasamento, além das muitas informações erradas.

Decidi, então, criar esse manual básico do cultivo do kefir de leite. Haverá também um sobre o kefir de água (quem sabe enquanto você lê este o manual do kefir de água já esteja pronto também), e penso em fazer um livrinho de receitas. Neste manual você vai encontrar o básico. Sem firulas, sem complicações. A intenção é resumir a coisa a ponto de você pegar ele como fonte de consulta simples e rápida quando tiver alguma dúvida. É para ser simples e fácil de encontrar algo aqui. Claro que explicarei tudo, para que quem não sabe nada de nada consiga entender. Mas também não haverá grandes aprofundamentos. Por exemplo, você já deverá pelo menos saber o que é o kefir e para que ele serve. Não sabe? Pergunte ao Google, juro que ele tem respostas bem razoáveis – apesar de haver certo exagero nos milagres a ele devidos. Deixo-os para o manual completo – se você quiser, me peça e te enviarei. A ideia é pinçar o básico para que você não fique refém das pérolas postadas nos diversos grupos sobre o assunto.

Nele você vai encontrar os seguintes itens:

Como conseguir meu kefir?
Consegui meu kefir, e agora?
Qual o melhor leite para o cultivo do kefir?
Cuidando do kefir
Proporção de grãos e leite, e tempos de fermentação
Mitos sobre os tempos de fermentação
Consumo de kefir por intolerantes à lactose
Acidez do kefir
Criando uma reserva de grãos
Contaminação do kefir
Os grãos estão crescendo muito, e agora?
Congelando os grãos
Como utilizar o kefir
Utilizando o kefir em receitas
Posso transformar meu kefir de leite em kefir de água
Como saber se meu kefir morreu
Duração dos produtos à base de kefir

Seu feedback será muito importante. Se você acreditar que há mais alguma informação a ser inserida – desde que básica, ok? – me avise via e-mail, ou pelo blog, fanpage do Facebook também. Pretendo ir atualizando este manual e deixa-lo cada vez mais bacana, e conto com sua ajuda para isso, ok?

O manual esteve disponibilizado gratuitamente neste post até o dia 01/02/2018. A partir de agora você pode encontrá-lo na versão e-book, com uma formatação mais profissional, a um preço simbólico (R$9,90). Segue o link:




Um grande beijo!                                                                                                


01/01/2018

Adeus 2017 - Uma retrospectiva

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Foto: Arquivo pessoal. Local: algum lugar entre a Praia do Mariscal e Bombas em Santa Catarina.

2017 foi definitivamente um ano de mudanças. Foi um dos anos mais difíceis da minha vida, definitivamente. Porém foi um ano de crescimento, sem sombra de dúvidas. Me mudei de estado, trabalhei em dois empregos, passei por muitas dificuldades financeiras, mas saio dele muito melhor que entrei, 

2017 começou com um prognóstico muito bom: uma cidade nova, repleta de oportunidades, com um emprego novo já garantido e com tudo encaminhado. Organizei tudo para que ele começasse bem, a mudança foi feita de forma bem pensada, nos precavemos financeiramente e tudo o mais. Porém logo no começo algumas coisas saíram muito erradas e tudo ficou muito, muito complicado. Coisas qu enão dependiam de nós, então não houve muito o que fazer a respeito. Eu nunca tive dúvidas de que a mudança de estado foi a melhor decisão que tomei. Mas precisei de muita força para passar o período de instabilidade que veio logo no início, e me fez pensar onde eu estava errando para tantas coisas darem errado. Enfim, mas tudo foi se encaixando à sua maneira e devagar, bem devagar, a vida foi estabilizando.

Apesar de tudo, em 2017 crescemos muito, meu marido e eu. Nos últimos anos nós apenas vínhamos vivenciando as dificuldades e não estávamos crescendo nada, estávamos estagnados de uma forma que não víamos saída. Neste ano, apesar de tantas, tantas dificuldades, que só nós sabemos, sentíamos que estávamos avançando em frente, e que as dificuldades faziam parte disso. 

Acho que foi o ano em que menos escrevi no blog. Em que o repensei e decidi mantê-lo sim, uma vez que ele já sobreviveu a tantas crises minhas. Não vou dizer que no próximo ano ele vai voltar com tudo, porque se neste ano eu tive trabalho para caramba, em 2018 há a promessa de mais trabalho, uma vez que recebi uma proposta bacana de ampliar minha carga horária na escola onde trabalho. 

Foi um ano em que devagarinho eu fui voltando a sonhar. Com coisas pequenas e possíveis, mas sei que já é um grande passo para mim. Sigo gorda ainda, mas aceitei um processo mais lento e constante de perda de peso (poxa, diminuí 2 números no manequim, não foi tão ruim!). E em meio a tantas promessas e planos, eu só quero ser feliz - sabendo que ser feliz não é algo tão simples, que não é pleno, e nem constante. 

Eu não vou criar grandes expectativas para 2018 - já criando. Vou permitir que ele aconteça e vou me entregar para a maior quantidade de experiências possível. Preciso sim, perder peso. Questão de saúde, sabem? Minha saúde anda ótima, mas estar acima do peso me incomoda na questão de locomoção. Meu joelho dói, sentar e levantar de lugares baixos é ruim, e eu odeio estas limitações. Também preciso fazer novas amizades - preciso de novas amizades! Mas manter uma distância segura de pessoas nocivas. 

Não vou criar nenhuma listinha para 2018. Quero SER mais. E vamos ver no que isso vai dar.

Um beijo enorme e um 2018 mais gentil com todos!


27/11/2017

Sem balança - Meu emagrecimento em 2017

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Demorei, mas apareci. Este final de ano está sendo realmente puxado. Eu quero vir aqui mais vezes, porém me amarro muito. E quando tenho tempo, procrastino. Bom, o post de hoje não vai ser muito diferente do que tenho falado nos últimos anos aqui, pois tem sido uma constante em minha vida: a perda de peso. Porém em 2018 as coisas aconteceram de uma forma diferente do habitual, e isso que quero compartilhar com vocês.

O ano de 2017 foi bem atípico para mim. Mudei de cidade / estado. Passei por grandes dificuldades dos mais variados tipos, mas cá estou, saindo dele muito melhor que entrei. Porém foi um ano em que o foco, definitivamente, não foi a perda de peso. Eu iniciei este ano com bem mais peso do que no ano passado, pois no finalzinho de 2016 eu desandei legal na alimentação e descontei frustrações e tristezas na comida. Não como em outras vezes, mas foi o suficiente para a balança dar um salto enorme.

Depois de me estabelecer aqui em Joinville, as coisas se acalmaram, e decidi retomar meu processo de emagrecimento, pois realmente me sinto muito desconfortável com o peso que tenho. O sobrepeso me incomoda esteticamente, me deprime na hora de comprar roupas, atrapalha minha mobilidade e tudo o mais. Dei uma boa puxada e logo no começo perdi 10kg. Fiquei muito feliz. Foi daí que saiu esta foto:

Porém, depois disso, como sempre acontece, rolou uma desanimada básica, a balança começou a oscilar muito, e isso sempre faz comigo a mesma coisa: acaba com meu psicológico. E geralmente é aí que me perco. Porém dessa vez decidi agir diferente: parei de me pesar. Simples assim. Porém, não parei de me pesar para não ver que estava engordando. Parei de me pesar para ter paz, mas decidi manter uma linha alimentar "decente". 

Eu sempre me cobrei muito. Principalmente por sempre ter blog, por ter pessoas que já me acompanham há uma década, por ter uma quantidade legal de seguidores. Era cobrada também, e essa pressão sempre me fez mal. Porém decidi que precisava me desvencilhar disso, pois eu estava há anos num ciclo: pegava firme na dieta, virava exemplo para várias pessoas, me superava, então a vida me dava uma porrada, eu caía legal, aí saía totalmente do foco, ganhava peso, ficava me escondendo das pessoas, para então ressurgir mais forte e começar tudo de novo, inclusive cair mais uma vez diante dos olhos de todos. Decidi ser apenas mais uma pessoa na internet, sem querer ser modelo para ninguém, mas compartilhando o que ia aprendendo com quem estivesse disposto a me ouvir.

Como foi um ano de muitas mudanças, fiz o que eu dizia para muitas pessoas não fazerem: peguei leve. Decidi realmente pegar leve. Decidi tentar me manter "paleo" o máximo de tempo possível, comendo comida de verdade, evitando ao máximo industrializados, para quando ficasse firme nessa linha, que não restringe tanto os carboidratos, focasse mais numa linha  mais lowcarb, para perda de peso. Acontece que eu furava diversas vezes, e acabava sempre voltando para a paleo, mas nunca me firmava nela o suficiente para restringir para a lowcarb. 

Se você não sabe muito sobre os conceitos paleo ou lowcarb de alimentação, leia este post AQUI.

Então, eu furei váááárias vezes a dieta. Porém, destas vezes foi diferente. Como sou compulsiva por natureza, eu sempre chutei o balde valendo. Comia compulsivamente quando escapava da dieta, comia muito mesmo. Desta vez eu não fiz isso. Furava, encerrava o assunto e seguia em frente já na próxima refeição. Ou no dia seguinte, rs... Decidi não ficar me punindo mais que o suficiente. Eu furava, ficava chateada, mas sempre refletia no quanto aquilo havia sido escolha minha, no quanto EU quis fazer aquilo. Evitei ao máximo pôr a culpa nas pessoas, nas circunstâncias, enfim, adquiri um pouco mais de consciência. 

O resultado foi que comecei o ano usando uma calça. Aí, como toda calça de gordo, logo ela começou a rasgar entre as pernas e comprei outra. Menor. Então essa também começou a ficar velhinha e há umas duas semanas comprei outra calça (calma gente, tenho mais de duas calças hahaha), um número menor. E hoje coloquei uma em cima da outra e vi que, mesmo aos trancos e barrancos, essa coisa de parar de me cobrar perfeição, de entender que eu não tenho que ser a menina que vai ser exemplo para todo mundo, que eu não tenho que perder 50kg em 4 meses para me dizer vitoriosa, deu certo. Eu mal percebi a perda de peso, de tão lenta que foi. Ninguém ao meu redor comenta o quanto emagreci - como aconteceu em outras vezes que perdi peso. Mas deu certo. Eu emagreci. E consegui isso:



Eu não sei quanto peso perdi. E não quero saber. Mas ver estas calças sobrepostas me mostrou que devagar às vezes é o melhor caminho. Que o progresso nem sempre pode ser visto a olho nu, mas que ele vem. E que eu estou num lugar onde eu consigo estar e me manter. Que eu levo um estilo de vida que me faz bem e que posso levar para a vida toda. Que eu posso melhorar ainda mais, eu quero mais saúde, mas que isso vai acontecer no seu devido tempo, um passo de cada vez.

Para resumir, o que eu fiz:

- Foquei em me manter basicamente comendo comida de verdade - conceito paleo de alimentação.
- Não me forcei a ficar low carb sempre, mas sempre que me senti confortável, consumi menos carboidrato nas refeições.
- Quando eu furava, furava com pouca quantidade. UM pedaço de bolo. UM sorvete. E seguia a vida como se nada tivesse acontecido. 
- Obviamente não furava todos os dias, mas dificilmente passei uma semana sem furar. No entanto, eu abria a janela e fechava. Sem essa de "já que fiz merda, vou comer tudo o que quero de uma vez só". Não. Uma refeição. Sem exageros.
- Aliei probioticos à minha alimentação - kefir de água, de leite e agora kombucha.
- Parei de me pesar totalmente. As oscilações realmente estavam me fazendo mal.
- Evitei culpar outras pessoas ou acontecimentos pelos meus problemas. Busquei o equilíbrio. 

O que quero agora é ir afinando tudo ainda mais. Ir melhorando a alimentação ainda mais. Confesso que sinto falta da vitalidade extrema e das maravilhosas noites de sono reparador da época em que realmente me dediquei totalmente a uma alimentação paleo / lowcarb. Realmente me fez bem. Agora eu ainda durmo relativamente bem, mas já acordo mais cansada, não tenho toda a energia que tinha - e que era fantástico.

Não vou adotar o discurso de que comer besteiras é essencial para "viver" bem, pois sei que não é. O que eu quero é continuar tirando o foco da comida. Viver PRECISA ser mais que comer. E é isso que sinto que tem melhorado em mim, essa consciência de que dá pra ser feliz sem pôr comida no meio de tudo.

Ainda é um caminho longo a percorrer, não está nem perto do final, mas tem sido um aprendizado constante. Vida real. 

Beijão!

03/11/2017

Em busca da criatividade

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Bloqueio criativo é um negócio chato. E ele atinge um sem número de pessoas. Eu fui atingida em cheio este ano, por diversos motivos. Muitas vezes eu quero vir aqui e escrever algo, até penso no tema, mas quando chego em frente a essa páginazinha, a ideia some, desaparece. 

Meu marido é artista visual, e também vem sofrendo deste mesmo mal. Em nossas andanças, paramos numa sede das Livrarias Curitiba, no Shopping Mueller aqui de Joinville e, curiando aqui e ali, encontrei um livro bem bacana chamado "O caminho do artista", da Julia Cameron. Desconhecida para mim até então, ou a conhecia mas não havia gravado este nome com relevância suficiente para me parecer familiar. Dei uma folheada e gostei da proposta. O preço estava bom, resolvi levar para ver qual é. E estou gostando. A proposta é um "curso" de 12 semanas para desbloquear a criatividade (e serve para escritores, pintores, qualquer pessoa que deseje fazer algo criativo). Há atividades diárias e semanais.

Então, como era feriado, o excelentíssimo e eu decidimos dar um pulo numa pseudo prainha que existe aqui em Joinville, chamada Praia da Vigorelli. Eu chamo de pseudo-prainha porque ela tem uma faixa de areia minúscula, cheia de pedrinhas e nem sei se é própria para banho. Ela fica em uma baía, um pequeno braço do mar, a Baía da Babitonga (adoro esse nome, rs). A galera vai para lá principalmente para passar para o outro lado da baía pelos ferryboats. Um caminho curto para Itapoá e afins. Algumas fotos que fiz:






É pequeninha, mas dá para sentir aquela brisa deliciosa do mar, aquele "cheirinho" de praia. É refrescante, e fica a uns 13km de minha casa. Voltando ao "X" da questão, fomos lá. O sol estava alto, era muito quente para ficarmos sentados no sol, e não há muita sombra à beira da praia. Então ficamos dentro do carro mesmo, com as portas abertas. Mas antes tomamos um solzinho, conversamos, olhamos a baía, o movimento das pessoas e dos ferryboats que iam e vinham. Então entramos no carro, ele pegou seu kit de aquarela e começou a desenhar enquanto eu lia o livro para nós.

Foi bem bacana, uma tarde muito agradável. Li, ele pintou, conversamos, rimos. Queríamos ter feito isso hoje também, iríamos para a praia de Itapoá. Acordamos, arrumei a mochilinha, passei protetor solar, vesti meu maiô, e ao sair na sacada o tempo estava muito fechado, parecia que logo a chuva iria cair valendo. Acabamos desistindo de ir, já que fica a uns 60km daqui. Bom, não choveu. O tempo ficou nublado, mas sem chuva. Poderíamos ter ido, nem que fosse apenas para contemplar. Mas faz parte, a praia é perto, é só ter vergonha na cara e ir, rs...

Estou gostando bastante do livro e pretendemos iniciar a primeira semana neste domingo. Ao final do curso (que levará uns 3 meses), eu contarei a vocês quais minhas impressões e se funcionou mesmo. Enquanto isso irei relatando semana a semana o que foi feito, e se tive algum progresso ou dificuldade. Até para me estimular a fazer MESMO. A parte mais difícil será ter aquilo que eu não tenho: disciplina. Para fazer tudo direitinho. Só posso esperar algum resultado se eu fizer tudo direitinho, certo? Então esse é o desafio. Concluir a proposta.

Se você conhece algum livro que estimule a criatividade, deixe a dica nos comentários, no momento estou bem interessada nisso!

Um beijão!