15 livros sobre mulheres - Celebrando a potência feminina
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[image: A imagem que ilustra o artigo que traz 15 livros sobre mulheres, do
blog Little Sisters, é uma imagem em tons mais escuros. Ela mostra uma
mulher...
Há pouco mais de 1 ano eu fiz um post aqui com uma lista de 35 coisas que eu queria fazer pelos próximos 3 anos. Será que um ano depois eu consegui riscar algo dessa lista?
O ano de 2021 foi um dos piores anos da minha vida. Foi muito difícil e em alguns momentos eu realmente achei que não ia dar conta. No entanto, ele também foi o ano da virada.
Já estamos em 2022. Todos cheios de novas expectativas e com listas de promessas para pôr em prática. Eu tenho minha própria lista também, mas antes dela quero falar rapidamente sobre o meu 2021. No entanto, dividirei este post em partes. É muita coisa.
Há um tempo atrás (alguns anos) eu fiz uma listinha de uma tag popular na época chamada "101 coisas em 1001 dias". Lembro de ter feito, voltado para olhar algumas vezes e depois deixado de ver. Aí pensei em fazer algo parecido de novo. Mas eu quero anotar em algum lugar além do blog. Quero olhar. Fazer funcionar como metas mesmo. Desde que eu descobri que não posso ser mãe tem sido muito difícil fazer planos para o futuro. Sei que isso seria algo para a terapia, mas como no momento não tenho os recursos necessários para isso, preciso pensar em algo para não ficar simplesmente estagnada vendo tudo à minha volta evoluir e eu sempre na mesma. Eu preciso começar de alguma forma, nem que seja planejando trocar de celular e trabalhando para isso, rs... No entanto, achei difícil demais fazer uma lista de 101 coisas para fazer. Ainda é muito para mim. Então decidi retroceder e embarcar no sistema baby steps e fazer um pouco, uma lista menor. Foquei em 35 coisas, e olha, eu levei umas 3 horas para montar essa lista, viu? Mas ela saiu, e ei-la aí.
- Terminar a pós graduação.
- Iniciar um negócio próprio.
- Mudar para um apartamento maior.
- Ter uma estante de livros maior.
- Mudar de emprego.
- Perder peso suficiente para poder comprar em lojas como Renner e afins.
- Fazer terapia.
- Ler mais de 12 livros por ano.
- Voltar a fazer atividade física (objetivo colocado por peso na consciência, não desejo real, rs).
- Viajar para um país vizinho.
- Viajar para algum país além-mar (ainda não decidi qual).
- Tirar meu passaporte (para poder fazer as viagens acima, rs).
- Cortar o cabelo (estou há 2 anos sem cortar).
- Visitar a Ilha do Campeche (Floripa).
- Fazer a Trilha da Lagoinha do Leste (Floripa).
- Acampar no Vale da Utopia (Palhoça).
- Convencer meus pais a passarem uns dias aqui em Florianópolis.
- Comer no Outback.
- Comprar uma pantacourt.
- Comprar uma bolsa legal.
- Fazer bullet journal por um ano inteiro.
- Aprender aquarela.
- Comprar um iPad.
- Comprar um caiaque/bote/prancha de stand up paddle (o que der).
- Comprar uma bolsa legal.
- Trocar meu celular por um de 128GB.
- Comprar um mixer.
- Mandar fazer um óculos de sol com grau.
- Comprar um Batalha Naval (jogo).
- Comprar um Master (jogo).
- Organizar minhas coisas em caixas organizadoras.
- Fazer exame de coloração ou achar um jeito de descobrir minha cartela de cores.
- Comprar "gominhas" da Lindt (lombriga,rs).
- Trocar de carro para uma versão similar, porém mais potente.
- Acampar num final de semana com amigos.
Vou anotar num caderninho que ganhei da minha irmã e focar em ir atrás das coisas desta lista, das mais bobinhas como as gominhas da Lindt (se analisar nem tão bobinhas, olha o preço!) às mais difíceis, como mudar de emprego - que frio na barriga gente, mas tô cansada.
E aí, você tem costume de fazer coisas do tipo? Que metas você tem para esse ano?
Conta pra mim nos comentários.
Beijo!
Que este ano foi difícil, não é preciso dizer a ninguém. Estamos agora há 9 meses recém completos em políticas de distanciamento social. Evitar aglomerações, trabalhar 12 horas por dia, tudo isso parece ter se tornado uma nova rotina para muitas pessoas.
Eu, assim como muitas pessoas, não lidei com isso da melhor forma. Foi difícil. Ainda está sendo na verdade. Descontei na comida, engordei muito (não sei o quanto, não quero me pesar), comi muito, sofri muito, chorei muito, tive crises de ansiedade, achei que não ia dar conta, me desesperei, adoeci, mas continuei. E não sei se dá para achar uma vantagem nisso. Não sei se dá pra comemorar o fato de ter seguido em frente, mesmo que com tanto sofrimento. Quero dizer, é ótimo não ter desistido. Mas isso também tem consequências. Digamos que resisti.
Sobrepeso, queda de cabelos, paralisia facial logo no começo. Depois do recesso melhorou? Nada. crises de ansiedade, desligar a câmera no meio de uma reunião para chorar, quase pedir ao psiquiatra para aumentar a dose da medicação (mas decidir segurar um pouco mais), rosácea, memória péssima, dor na coluna e nos joelhos por tanto tempo sentada na mesma posição - se eu acreditava ser sedentária, é porque eu não sabia no que me tornaria neste ano! Eu, que sempre amei cozinhar, estou com raiva de fazer comida. Meu marido tem feito os almoços para nós - não tenho nem palavras para agradecer! Tenho estado tão exausta que prefiro dormir a fazer almoço ao meio dia.
No meio disso tudo, nas últimas semanas de trabalho decidi diminuir o ritmo. Sim, meu ritmo ainda foi insano. Mas eu estava além do meu limite há muito tempo e não havia uma forma de as pessoas responsáveis ligarem menos para isso. Organizei melhor a minha rotina. Passei a me alimentar melhor - iFood estava enriquecendo comigo! Passei a tomar vitaminas (D3, B12, etc). Ainda não deu para fazer atividade física, mas no momento seria mais sofrimento, parece patético, mas é verdade. Se eu alinhar por um tempo a alimentação, eu sei que o ânimo virá, e sou das pessoas que PRECISA de ânimo, na obrigação não vai. E sim, isso é me aceitar como eu sou. Me compreender. Enfim entender que eu sou 8 ou 80 - ou eu estou fazendo tudo certo, ou tudo errado - e preciso é de um meio termo psicologicamente saudável para mim. Não me mimar (porque isso já fiz tanto!), mas entender que eu preciso respirar. Preciso de paz. Preciso conseguir dormir sem sonhar com notas, aulas, relatórios, cobranças por matrículas, medo de perder o emprego. Preciso ler, jogar joguinhos idiotas e assistir filmes e séries.
E sim, eu consegui várias coisas. Consegui dormir mais cedo e por mais que as 5 ou 6 horas de antes. Decidi ou ir ver o mar para acalmar a mente ao meio dia ou tirar um cochilo ao invés de ficar resolvendo pepinos do trabalho na frente do computador. Consegui dedicar os finais de semana a mais descanso - ainda que no domingo eu precisasse pelo menos finalizar algumas coisas. Claro que para isso eu me organizei melhor durante a semana, a às vezes fui além do que eu gostaria à noite, mas foi uma sábia decisão, me ajudou muito. Entreguei algumas coisas com atraso sim - a demanda foi imensa! Mas entre dormir uma noite decente de sono e perder horas preenchendo formulários, tenho optei pela noite de sono.
E eu agradeço muito pelos meus alunos, de 6 e 7 aninhos. Eles foram a parte alegre do meu trabalho, a parte que me fez seguir em frente para entregar o melhor para eles. E eu os amo do fundo do meu coração! Porque o restante foi desanimador.
Mas eis-me aqui. Não forte, mas firme. Equilibrando-me nesta corda bamba chamada 2020. E, quem diria, 2020 chegou ao fim.
Eu sei que falo aqui do alto da minha vida privilegiada. Eu quase enlouqueci (literalmente) de tanto trabalhar, mas eu mantive meu emprego. Eu amarguei 1 ano e meio sem ver meus pais, mas não perdi nenhum familiar e nenhum chegou a adoecer. É um privilégio ter emprego e uma família ainda completa num ano como esses. Sou muito, muito grata por isso.
Hoje finalizamos os 15 dias de isolamento que fizemos após a última aglomeração obrigatória do trabalho, e vamos visitar meus pais e sogros no RS. É um alívio poder vê-los após 1 ano e meio. Eu preferia que eles viessem, mas meu apartamento é pequeno e Florianópolis se tornou um campo minado de coronavírus, com as praias, supermercados e Shoppings lotados e fiscalização de faz de conta. Não os faria correr este risco. E será muito bom passar uns dias com eles!
Eu gostaria de dizer que em 2021 vou postar mais no blog, mas é uma promessa que eu não posso fazer. Eu não sei como será o próximo ano. A perspectiva é assustadora, e a carga de trabalho, ao que tudo indica, vai conseguir ser ainda maior. Então, como eu faço parte do grupo de pessoas que realmente precisa trabalhar o dia todo para se manter, o tempo será menor. Como seria bom se houvesse uma forma de trabalhar e conciliar isso com o blog, as redes sociais e toda essa rede de compartilhamento que eu AMO tanto! Me faz uma falta gigante estar mais presente aqui, compartilhar, buscar novidades, pesquisar, aprender, ensinar. Mas na minha profissão isso é muito, muito difícil. Na rede privada então...
Mas tenho planos de fazer grandes mudanças neste sentido. Quero muito que dê certo algo que estou planejando e quem sabe as coisas mudem de figura. Quem sabe, não é mesmo? O futuro é incerto, mas eu quero ele diferente do que tem sido. Joguei para o Universo, rs...
Enfim, espero que o 2021 de vocês seja muito melhor e mais gentil que 2020 foi. E que Deus possa preencher os espaços vazios que ficaram.
Beijos.
Hoje fazem exatos 15 dias desde que tive a Paralisia de Bell no meu rosto. Se você não acompanhou o que houve, vá até este post e fique por dentro. Hoje vou mostrar a vocês minha evolução e a forma como tratei esta situação para ter essa evolução.
Era quarta-feira, dia 17 de março, e eu estava iniciando o isolamento obrigatório ordenado pelo prefeito de Florianópolis. Eu estava em casa, em uma chamada de vídeo com a minha mãe. Estávamos conversando sobre a pandemia do COVID-19 que está pegando o mundo inteiro, sobre o isolamento social e tudo o mais. Quando desliguei percebi que minha língua estava com o lado direito esquisito, com aquela sensação que temos depois que queimamos com algum líquido quente. Fui ver no espelho o que estava acontecendo e, ao tentar abrir a boca, percebi que o lado direito da minha boca não respondeu. Me subiu um calorão pelo corpo... Fui olhar meu olho direito e ele fechava junto com o outro, mas se eu fosse dar uma "piscadinha" ele não fechava todo. E estava esquisito, parecendo maior que o outro. Percebi que meu rosto estava paralisando. Fiquei tão assustada! Na hora comecei a pensar em AVC ou sei lá, um tumor. Só pensava: "Isso não pode estar acontecendo comigo, não, não, não!!!" Comecei a apertar minha mão, braços, bater o pé no chão para ver se estava perdendo a sensibilidade neles também, mas vi que não, estavam normais. Mas o rosto já estava bem torto. Corri para o quarto e falei para o meu marido, que fingiu manter a calma, e pediu para eu lhe dizer algumas frases, fez algumas perguntas, pediu que eu respondesse alguns cálculos matemáticos simples, me fez tossir e tal. Respirei fundo algumas vezes porque estava entrando em pânico.
Então lembrei que há alguns meses eu estava zapeando pelo Instagram e parei no post de uma menina que tinha um lado do rosto paralisado e lembrei do nome do que ela tinha: Paralisia de Bell. Pensei nessa possibilidade. Corri no Google para ler algo a respeito. Eu não queria ir à Emergência do hospital em época de pandemia, tanto para não sobrecarregar o sistema, quanto para evitar o contágio. Na dúvida, fui ao meu app da Unimed e liguei no 0800. Lógico que era o 0800 errado. Típico meu fazer cagada nos piores momentos. Mas o rapaz que me atendeu foi muito gentil, me passou o número correto e desejou que eu ficasse bem. Liguei no 0800 - o certo desta vez - e logo me encaminharam para um médico. Falei para ele o que estava acontecendo e perguntei se precisaria mesmo ir à Emergência, ou poderia esperar por uma consulta. Ele me acalmou, e disse que eu precisaria ir à Emergência sim, mas ao que tudo indicava seria um quadro bem simples. No entanto, na Emergência eles descartariam outras hipóteses, como algo neurológico por exemplo. Me parabenizou por ligar no 0800 para ver a real necessidade da ida, em uma época em que as pessoas estão malucas e abarrotando as emergências desnecessariamente. Me senti uma aluna ganhando estrelinha por bom comportamento da profe.
Para resumir o quadro, estou com Paralisia de Bell mesmo. Eis a foto:
Bom, eis-me. Estou medicada, mas o tempo de recuperação é algo muito difícil de prever. Também estou fazendo exercícios faciais específicos para acelerar a recuperação. Eu dei sorte, pois percebi rapidamente os sintomas e busquei tratamento. Então a paralisia não foi total, e se eu sorrir de levinho e tal, dá pra disfarçar melhor. Há casos muito mais severos, basta jogar o nome da doença no Google. Muitas pessoas sentem dores terríveis - eu não sinto. Alguns não se recuperam inclusive. Estou levando na boa até. Ri bastante, estou levando na esportiva e achando que o confinamento nunca foi tão bem vindo, rs... Digo que estou parecendo o Stallone sorrindo, rs... Acho que o fato de estar em isolamento colocou as coisas em uma perspectiva diferente para mim.
Mas claro, há coisas que incomodam bastante. O fato de meu olho não fechar completamente está deixando ele um pouco irritado, e rola uma ardência chata. E olha que ele praticamente fecha, há gente que fica com sérios problemas pelo fato do olho simplesmente não fechar. A boca também é um problema, não pela careta que se forma em si, eu não me incomodo tanto com isso, mas a mastigação fica comprometida, há coisas que é difícil de comer - estou apelando para coisas mais macias que peçam o mínimo de mastigação, a saliva às vezes escapa, quando vou escovar os dentes cuspo a água pro lado errado e ao bochechar ela escorre pelo lado direito porque não tenho força muscular para manter aquele lado totalmente fechado. Quando faço "biquinho" ele fica beeeeem torto. Mas tenho movimentos em tudo, na testa inclusive, não fiquei com o rosto tão caído como a maioria fica. O mais comprometido mesmo é o olho, e o que mais incomoda.
Se eu tivesse deixado para resolver isso no dia seguinte, é bem provável que a paralisia tivesse se instalado completamente e aí o problema seria muito maior, pois além da medicação eu provavelmente precisaria de fisioterapia para ter os movimentos recuperados, e como fazer isso nesta época? Então vejo como algo divino o fato de eu ter visto aquela menina há tempos atrás e me lembrado do que ela teve, pois foi o que me tirou do pânico e me deu serenidade para pensar numa solução.
Bom, as causas: não há uma única causa. Podem ser várias as causas e não dá pra saber ao certo qual foi a minha. Pode ser stress, um choque térmico (improvável já que eu estava em casa), ou eu posso ter tido uma virose assintomática que atacou meus nervos faciais do lado direito.
Seguirei o tratamento e quando voltar ao normal contarei para vocês o que funcionou. Se você já teve isso, me conta o que fez para melhorar? Como foi isso para você?
Abraço!
Um dos meus grandes sonhos sempre foi correr, participar de corridas de rua. Na cidade onde eu morava no Rio Grande do Sul havia muito pouco e sempre mal divulgadas, então eu ficava sabendo em cima da hora. Depois fui ganhando peso e o sonho foi ficando ainda mais distante. Mas hoje realizei parte deste sonho.
BEDA
Blogagem Coletiva
Pessoalidades
Opiniões contrárias: por que é tão difícil aceitá-las
06:00Denny Baptista
Vivemos um momento bastante difícil em nosso país - e porque não dizer, em nosso mundo? Com o crescimento das redes sociais e sua popularização, todos tivemos acesso a uma espécie de palco particular, onde podemos expressar nossas opiniões e falar sobre o que desejarmos. E no momento em que isso começou a acontecer entendemos a real dimensão de nossos problemas.
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| Eu na praia de Itapoá/SC. |
Este blog não morreu. Não de uma maneira literal ao menos. Pagarei o domínio assim que meu rico dinheirinho cair na conta. Mas se eu disser que ele segue meu foco ninguém acreditaria. Nem eu.
Completei 35 anos no mês passado - assim, em silêncio, com quase ninguém me parabenizando porque há uns 3 anos eu omiti esta informação do meu Facebook. Eu sempre faço aniversário nas férias então a maioria das "parabenizações" aconteciam via redes sociais, e tudo bem. Mas com o tempo e a idade a gente vai ligando cada vez menos, mas também sendo cada vez mais chatos. E eu estou ficando chata sim, admito. Então há uns 2 ou 3 anos eu decidi que não precisava receber parabéns de quem não lembrasse do meu aniversário sem uma notificação da rede social. Vejam bem, eu não considero estas pessoas mal agradecidas, maldosas, menos especiais, nem nada. Eu também quero cada vez lembrar menos do meu aniversário hahahaha... Eu não gosto dele já faz um bom tempo, e nem é pelo passar dos anos. Não que eu goste de ficar mais velha, na verdade me apavora a forma como os anos tem passado e eu não tenho feito nada de realmente importante na minha vida (para mim, lógico). Porém eu ando cada vez gostando menos de abraços afetados, parabéns melados e reuniões onde você acaba convidando um monte de gente que nem te interessa apenas por obrigação. Estou cada vez menos me sentindo obrigada a qualquer coisa. Neste ano saí jantar num restaurante árabe com meu marido e irmão - a cunhada e sobrinhos estavam na praia, pais e irmã longe. E foi perfeito assim mesmo. Um jantar delicioso, em ótima companhia e sem alarde. Gostei e quero isso mais vezes.
Bom, deixando de lado isso, o blog é um espaço que eu ainda gosto, mas que definitivamente deixou de ser uma prioridade. Não tenho mais aquela paixão toda por blogar, visitar pessoas, responder comentários, criar conteúdo, ver os números crescerem, me sentir relevante. Essa fase passou. Não sei se definitivamente, mas passou. Preciso acertar de vez a linkagem interna dele que desconfigurou toda com a mudança de domínio e fazer isso com os vídeos do YouTube - que só não deleto porque realmente acho um material bom. Já tem gente me xingando lá porque os links dão em nada.
Acontece que eu estou trabalhando muito, e no tempo livre realmente não me passa na cabeça vir aqui escrever o que quer que seja. Tenho usado o tempo livre para ler (já li QUATRO livros esse ano, meu recorde dos últimos tempos!). Tenho ido à praia também. Na minha cidade tem uma pseudo praia - uma baía na verdade - porém moro a coisa de 50km de diversas praias, então com 1 horinha de carro, voilà! Já cultivo uma marquinha - de maiô. Tenho passeado também pela cidade - menos do que gostaria, admito. Também jogo alguns joguinhos idiotas para passar o tempo (The Sims, apenas mantendo os avatares minimamente vivos, e ainda jogo mais pelo modo construir e decorar que adoro, mas é algo semanal). Estou acompanhando algumas séries aos trancos e barrancos: Grace & Frankie, Greys Anatomy, Gilmore Girls (com anos de atraso, eu sei), Desperate Housewives (retomei, mas ainda não sei se vou engrenar). Nada muito inteligente, apenas algo para rir e deixar de fundo enquanto trabalho à noite. Eventualmente assisto algum filme.
Passei a dormir mais cedo (em torno das 22h, 22h30min no máximo), e agora deixo os celulares carregando na sala e, em pleno 2018, voltei a utilizar o bom e velho despertadorzinho do Paraguai para acordar. É impressionante o impacto disso na qualidade do meu sono!
Sigo gorda, precisando emagrecer mas não querendo tocar no assunto por enquanto. Entrei naquele limbo em que eu quero fazer, mas não tenho disposição e fico me permitindo muitas fugas, e comido muita besteira. Estou tentando apenas não me sentir uma bosta por isso. Já está de bom tamanho. Procuro comer minimamente bem, porém ainda não me readaptei à rotina corrida e meus almoços muitas vezes tem sido bem meia boca. Ensaio algumas organizações, mas o cansaço às vezes vence violentamente - e a preguiça idem.
Meu kefir ainda vive, meu kombucha acho que também sim, mas preciso cuidar dele melhor. Guardei um troquinho e quero comprar duas bicicletas para meu marido e eu darmos alguns passeios pela cidade. Joinville é muito amigável a ciclistas (bem, a cidade das flores e das bicicletas!), e acredito que os passeios de bicicleta serão bem mais interessantes que ir de carro para lá e para cá. O plano também é guardar uma graninha (trabalhando como uma mula para isso!) para comprar duas motos, tirar a carteira de motorista (moto e carro) e fazer umas viagens assim. Marido quer ir a Ushuaia. Quem sabe role, seria algo de que eu gostaria muito, apesar de me cagar de medo e saber que haverá um movimento violento contra a empreitada no seio familiar. Mas o futuro mostrará.
Bom, minha vida tem entrado num ritmo diferente dos últimos tempos, muitas coisas mudaram. Mudei bastante também. Amadureci. Envelheci. Aceitei algumas coisas, busco forças para mudar outras. Mas ainda há gritos ecoando em meu peito e desconsolos que nunca curarão. Mas eu sigo bem com isso tudo de qualquer forma. Me mantendo ok, com a cabeça o máximo possível no lugar, buscando uma serenidade que sei que não é minha, mas que meio se traduz neste meu texto.
Ah, me inscrevi, enfim, numa pós graduação.
As calopsitas seguem vivas.
Não quero mais fazer mil coisas ao mesmo tempo, e por isso o blog foi ficando pra lá. Ele nunca será abandonado, mas certamente perderá o público fiel que tinha, pois ele passará a traduzir estes meus hiatus, essa minha falta de pressa, esse meu "tô nem aí". Não estou sempre nessa tranquilidade, muito pelo contrário. O passar do tempo me agonia, a falta de propósito da minha vida me desespera às vezes, tenho buscado um rumo que não é fácil de encontrar. Mas agora, neste momento, está tudo uma calmaria. Deve ser o feriadão.
Beijos.
2018 começou, mas parece que eu ainda não comecei, sabe? Esse "ritmo de férias" deixa tudo meio confuso, rs... Não que eu queira que acabe logo, longe de mim pensar isso hahahaha!
Até ontem meus pais ainda estavam na cidade. Foram embora ontem. Não sei se é porque é a primeira vez que fico tão longe deles, parece que o buraco que ficou por aqui foi maior. No domingo eu estava mais na bad, antes de eles irem. Ontem foi mais tranquilo do que achei que seria, mas ainda sim dá aquela vontade de ter eles mais perto.
Meu marido e eu ainda nos sentimos muito sozinhos aqui nesta cidade. Tenho meu irmão e a família dele aqui, mas fora isso o que tenho são colegas de trabalho e alguns conhecidos aleatórios. Está difícil criar vínculos, sabem. Nós estamos em um "limbo" complicado: os casais de nossa idade têm filhos, e vocês sabem casais com filhos e casais sem filhos se relacionam de maneira diferente, fazem programas diferentes e tudo o mais. Os casais sem filhos em sua maioria são muito mais jovens que nós e têm interesses diferentes também. Enfim, é uma cidade onde a galera trabalha para caramba e sai pouco, a não ser para a praia nos finais de semana. Neste ano vamos trabalhar neste sentido, de nos relacionar com mais pessoas e buscar um lugar-comum mais confortável. Não é algo horroroso que nos deixe deprimidos ou algo assim, mas com a casa cheia desde antes do Natal, agora sentimos um vazio maior do que imaginávamos, rs...
Bom, neste início de ano cedi a uma "dieta normal". Arroz, feijão, pão às vezes, mais beliscadas que o normal e tudo o mais. O resultado foi desastroso, e aqui estou me lixando para o peso, ok? Fiquei inchada, a desidrose voltou com tudo, tive gases, azia, dor de estômago, falta de disposição, aquele sono que não descansa e tudo o mais. No ano passado nós acordávamos cedo e aproveitávamos bem o dia nas férias. Neste ano dormimos até tarde e passamos o dia letárgicos. Para ajudar, muita chuva e a cidade aqui alaga com facilidade, então a mobilidade acaba diminuída.
Sabem, não são sintomas que passei a ter com alimentação normal depois que passei a comer relativamente bem. Eu apenas voltei a ter muitas coisas que eu tinha antes (a falta de disposição, as dores, etc), e que eu nem lembrava como eram ruins. Nesta semana já comemos melhor, e as coisas estão voltando mais aos eixos. Nessas horas eu tento entender como aguentei me sentir assim por tantos anos. Louca, louca.
Bom, passeamos em algumas praias da região - a foto deste post fiz em alguma delas, entre Porto Belo e Mariscal, não lembro em qual foi, rs - , mudei de cor totalmente (hahaha), e nos divertimos bastante. Agora estou organizando tudo aqui em casa, logo precisarei começar a me organizar para o início das aulas, em menos de um mês. Queria poder dizer que estou fazendo algo realmente útil nestas férias, mas infelizmente não, rs... Eu gosto de ser produtiva, mas agora já foi, tentarei ser mais produtiva neste restinho de férias.
O que tenho feito:
- Assistido séries na Netflix (Gilmore Girls, Greys Anatomy, Grace and Frankie, etc) e filmes variados (todos os Rocky, todos da Bridget Jones, hahaha).
- Jogado joguinhos inúteis do Facebook ou Playstore (The Sims, Linda Brown, Perguntados, Apalavrados, Heart's Medicine, etc).
- Dormido mais do que eu gostaria.
- Assistido vídeos diversos no YouTube.
- Criado playlists no Spotify e Deezer - achei a lista de músicas do meu casamento, já virou playlist, rs...
Acho que nada além disso, rs... Nem ler eu tenho lido! Estou mortificada por não ter lido nenhum livro até agora - não sei onde enfiei o último que estava lendo. Inclusive vou resolver isso agora indo lá na estante e pegando um.
Bom, o que vocês fazem nas férias?
Beijão! Prometo um post mais útil para a próxima!
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| Foto: Arquivo pessoal. Local: algum lugar entre a Praia do Mariscal e Bombas em Santa Catarina. |
2017 foi definitivamente um ano de mudanças. Foi um dos anos mais difíceis da minha vida, definitivamente. Porém foi um ano de crescimento, sem sombra de dúvidas. Me mudei de estado, trabalhei em dois empregos, passei por muitas dificuldades financeiras, mas saio dele muito melhor que entrei,
2017 começou com um prognóstico muito bom: uma cidade nova, repleta de oportunidades, com um emprego novo já garantido e com tudo encaminhado. Organizei tudo para que ele começasse bem, a mudança foi feita de forma bem pensada, nos precavemos financeiramente e tudo o mais. Porém logo no começo algumas coisas saíram muito erradas e tudo ficou muito, muito complicado. Coisas qu enão dependiam de nós, então não houve muito o que fazer a respeito. Eu nunca tive dúvidas de que a mudança de estado foi a melhor decisão que tomei. Mas precisei de muita força para passar o período de instabilidade que veio logo no início, e me fez pensar onde eu estava errando para tantas coisas darem errado. Enfim, mas tudo foi se encaixando à sua maneira e devagar, bem devagar, a vida foi estabilizando.
Apesar de tudo, em 2017 crescemos muito, meu marido e eu. Nos últimos anos nós apenas vínhamos vivenciando as dificuldades e não estávamos crescendo nada, estávamos estagnados de uma forma que não víamos saída. Neste ano, apesar de tantas, tantas dificuldades, que só nós sabemos, sentíamos que estávamos avançando em frente, e que as dificuldades faziam parte disso.
Acho que foi o ano em que menos escrevi no blog. Em que o repensei e decidi mantê-lo sim, uma vez que ele já sobreviveu a tantas crises minhas. Não vou dizer que no próximo ano ele vai voltar com tudo, porque se neste ano eu tive trabalho para caramba, em 2018 há a promessa de mais trabalho, uma vez que recebi uma proposta bacana de ampliar minha carga horária na escola onde trabalho.
Foi um ano em que devagarinho eu fui voltando a sonhar. Com coisas pequenas e possíveis, mas sei que já é um grande passo para mim. Sigo gorda ainda, mas aceitei um processo mais lento e constante de perda de peso (poxa, diminuí 2 números no manequim, não foi tão ruim!). E em meio a tantas promessas e planos, eu só quero ser feliz - sabendo que ser feliz não é algo tão simples, que não é pleno, e nem constante.
Eu não vou criar grandes expectativas para 2018 - já criando. Vou permitir que ele aconteça e vou me entregar para a maior quantidade de experiências possível. Preciso sim, perder peso. Questão de saúde, sabem? Minha saúde anda ótima, mas estar acima do peso me incomoda na questão de locomoção. Meu joelho dói, sentar e levantar de lugares baixos é ruim, e eu odeio estas limitações. Também preciso fazer novas amizades - preciso de novas amizades! Mas manter uma distância segura de pessoas nocivas.
Não vou criar nenhuma listinha para 2018. Quero SER mais. E vamos ver no que isso vai dar.
Um beijo enorme e um 2018 mais gentil com todos!
Como eu disse no último post, decidi meio que recomeçar este blog. Não, nada será apagado. Já passei da fase de negar o que já fiz e me iludir que recomeçar algo do zero traria alguma vantagem. Mas decidi que ele não será mais um blog de nicho. Explico: houve uma época que eu queria que o blog tivesse mais visitas e tudo o mais. Queria mesmo. Então estudei bastate sobre SEO, escolhi um tema que eu amava (alimentação saudável) e foquei nele. O blog foi crescendo. As visualizações também. Criei um canal no YouTube e tudo. Porém, no começo do ano, perdi meu domínio (www.teoriasdadenny.com). E com isso as visualizações, engajamento e várias outras coisas. E em meio à mudança toda que estava ocorrendo em minha vida, somado a um bom desânimo com a queda na audiência do blog, acabei deixando ele de lado.
Porém, eu AMO escrever. Isso aqui tem muito da minha história, meus conflitos, vitórias e tudo o mais. Então decidi recomeçar. Mas agora ele voltará ao que era no início: um blog pessoal. Não que houvesse deixado de ser, pois ele sempre refletiu meus momentos. Porém eu estava batendo muito num mesmo assunto, a fim de melhorar as estatísticas dele. Decidi então, que ele vai ser um reflexo ainda maior de mim, e não um fragmento apenas. Vou voltar a tratar de assuntos que me dêem na telha e, inclusive, de assunto algum se for o caso.
Sempre amei estudar, aprender e compartilhar sobre tudo isso. E agora voltarei a fazê-lo sem o peso da busca por visualizações. Se vierem, que bom. Se não, tudo bem. Em breve reativarei o canal do YouTube também - creio que mais para o final do ano. Mas vai ser tudo mais variado, sem linha editorial. Eu e minhas confusões. Minhas descobertas, caminhadas e conflitos.
Meu tempo tem sido curto, mas quero voltar a visitar blogs, dedicar um tempinho a isso. Se tiverem indicações de bons blogs, aceito!
Será ótimo retornar assim!
Beijão!
Eu poderia encher vocês de desculpas e dizer que a falta de tempo me impediu de vir aqui escrever. Mas eu estaria mentindo. Sim, estou com o tempo meio escasso, mais pela falta de organização que do tempo em si. Porém, confesso que a perda do meu domínio, consequentemente a perda da autoridade do meu blog frente ao Google e a queda absurda nas visitas me desanimaram. Que pessoa não quer visitas? Que pessoa tem um blog, investe anos, e então fica chateado ao ver que por uma coisa besta ele perdeu a relevância?
Mas enfim, percebi que eu sempre mantive esse blog, principalmente, porque amo escrever. Porque amo compartilhar coisas que gosto e porque uso este espaço para falar de mim e das coisas que me importam. As visualizações importam sim, mostram a relevância que temos e, quem não quer ser relevante? Porém eu não posso fazer muito com relação a isso, posso apenas continuar escrevendo aqui e, se alguém se interessar, virá. Então decidi que voltarei a escrever. Venham as pessoas ou não. Tenha visitas ou não. Porque este espacinho tem muito da minha história escrito. Não vai ser fácil voltar a ter aquela rede de contatos que tínhamos antigamente, quando as pessoas ainda se visitavam, onde a blogosfera se valorizava mais que aos publis. Mas vou tentar separar um tempinho para conhecer gente nova aqui e buscar novos conteúdos. De gente como eu, blogueira raiz, que sobreviveu aos primórdios e segue aqui apesar da alta do YouTube e queda dos blogs. Porque este espaço é maior que isso tudo.
Procurarei não fazer textos imensos. Assim como eu, a maioria das pessoas não tem mais tempo para ficar 10, 15 minutos num texto enorme - e é por isso que o Youtube vem ganhando tntos adeptos, rs. Vim só para dar um oi. Não haverá promessa de X posts por semana. Quando um post vier à cabeça, ele virá. Simples assim.
Beijocão!
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| Imagem: Freepik |
Há muito tempo eu não tinha vontade nem disposição para malhar. Há uns dois anos machuquei meu joelho feio, descobri as duas patelas subluxadas, e arreguei. Desde então tudo vinha sendo motivo para não ir à academia. Quando viemos embora para Joinville, descobri que há bastante academias por aqui, principalmente nos arredores do bairro onde moro. E foi começando a dar uma vontadinha de voltar a fazer atividade física mais a sério.
Acontece que eu seguia com as desculpas: ora era a mensalidade cara, ora a taxa de adesão absurda, ora isso, ora aquilo. O fato é que aqui em Joinville é difícil criar uma rotina de caminhada / corrida porque chove DEMAIS. Sério. Pelo menos duas ou três vezes na semana - numa semana boa! E de um mês e pouco para cá eu vinha tendo muita vontade de ir à academia. Meu marido também. Então, nas semanas que antecederam o Dia dos Namorados a academia Smart Fit (que fica quase do lado de casa) lançou a promoção de matrícula sem taxa de adesão para casais. Pensamos, repensamos e decidimos nos dar esse presente.
Então, isso significa que, desde terça-feira, meu marido e eu somos o mais novo "casal fit" 😂 de Joinville.Temos ido malhar bem cedo (em torno das 7h) todos os dias, inclusive hoje, um FE-RI-A-DO! Vejam só, Denise malhando num feriado!
Bom, aqui há um certo diferencial do que eu via em Santo Ângelo, por exemplo: lá a proporção de pessoas obesas é BEM maior que aqui. Aqui há pessoas acima do peso e tal, mas andando na rua a proporção é muito menor, a menos que elas se escondam, o que eu acredito não ser o caso, rs... Isso significa que na academia não poderia ser diferente, ou seja: sou a porpeta da Smart Fit 😂😂😂😂😂!!!! Em outros tempos eu usaria muitas coisas como desculpas para não ir: o constrangimento de ser a mais gorda da academia (ao menos no horário em que vou, claro), o fato de não ter roupas bonitas de academia, de eu me achar horrorosa de cabelo preso, vermelha e suada, etc, etc. Mas decidi simplesmente ir em frente sem dar tanta bola para isso.
Tô indo com as minhas roupas sem graça mesmo, com o cabelo todo cagado mesmo (odeio prender o cabelo, já disse isso? kkk), e nem olho para os lados para saber se alguém dá algum olhar de desaprovação ou não - se eu não ver, não vai me atingir, certo? E quem sabe as pessoas simplesmente não se importem, sempre é uma opção.
É uma academia bem bacana, cheia de equipamentos, máquinas mil, horários com aulas de HIIT, zumba e outros, espaço para Crossfit (dizem ter, não vi ainda), dez mil esteiras e elípticos. No nosso horário é bem tranquilo, tem razoavelmente bastante gente, mas nada que faça o treino se alongar demais por precisar esperar por aparelhos. Tem espelhos apenas no andar superior - e eu não me encorajo a tirar fotos! Morro de vergonha (mas podem achar brega, AMARIA postar foto diária de checkin na academia), e nas duas vezes que tentei, foi tão rápido pela vergonha que a foto saiu tremida hahaha! Bom, hoje publiquei uma no Instagram (@denny.baptista) que tirei no banheiro, que tem um espelho bacana e não tinha ninguém no momento, rs...
Por motivos óbvios estou toda dolorida, mas estou muito feliz! O treinador me passou um cronograma leve para reinício, que tem exigido de mim, mas semme destruir, então por hora está bom. Preciso retomar o fôlego, retomar o condicionamento que já tive. E em breve - ou não tão breve assim, estou trabalhando com a paciência - pretendo deixar de ser o mascote gorducho da academia. E comprar umas roupas novas e mais bonitinhas assim que possível, rs...
Bom, queria contar isso para vocês, que não sou um Pokémon, mas evoluí significativamente! E estou bem feliz com isso! AGORA VAI!
Beijocão!





















