15 livros sobre mulheres - Celebrando a potência feminina
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[image: A imagem que ilustra o artigo que traz 15 livros sobre mulheres, do
blog Little Sisters, é uma imagem em tons mais escuros. Ela mostra uma
mulher...
BEDA
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Dicas
Como diferenciar um bom estudo científico de um ruim e parar de ser enganado
06:00Denny Baptista
Há pouco mais de uma semana a imprensa vem bombardeando em todas as redes sociais a opinião de uma professora de Harvard acerca do óleo de coco que, segundo ela "é um dos piores alimentos que você pode comer", categorizando-o inclusive como "veneno puro". Ela afirma existirem estudos científicos que comprovam isso. Mas você sabe que existe mais de um tipo de estudos científicos? E você sabe quais são realmente bons e quais não são capazes de responder a perguntas?
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| Definição da Sociedade Brasileira de Dermatologia. |
Olá, tudo bem? Depois de ressuscitar o blog, cá estou eu novamente, tentando mantê-lo mais ativo. E não poderia fazer isso sem tocar neste assunto. Este ano decidi iniciar uma pós graduação. Já sobrecarregada do trabalho, adicionei este item. No entanto, estava tudo dando certo. Aquela coisa: a caçamba do caminhãozinho estava cheia, mas estava conseguindo equilibrar, sabe? Mas então, em uma sexta-feira, no final de tarde, veio aquela pedrinha, a tal que vem e desaba todo o monte de pedrinhas. Não era nada de terrível, mas quando se está equilibrando coisas difíceis, Às vezes algo simples ganha um poder bem grande, digamos assim. Cheguei em casa e chorei, fiquei com raiva, chateada, indignada, depois lavei o rosto e segui a vida.
No dia seguinte percebi na minha barriga uma mancha avermelhada, do tamanho de uma moeda de 1 real. Como aqui é muito úmido pensei logo que havia conseguido uma micose para chamar de minha. Passei uma pomadinha que tinha aqui por uns dois dias e nem cócegas. No terceiro dia percebi algumas manchinhas vermelhas na barriga e seios... e quando me dei conta já estava tomada do que parecia uma urticária, mas de manchas que não se conectavam umas às outras. Coçavam, mas nada de horroroso. Suspendi a pomada logo que percebi as manchinhas, pq eu até tenho mania de me automedicar (quem nunca?), mas sei que nessas perebas de pele isso prejudica o diagnóstico. Esperei até o final da semana e o negócio só piorava. Consegui marcar uma consulta para a sexta-feira (cerca de 1 semana após perceber a primeira mancha), e até lá haviam manchas na barriga, seios, cóccix e região, ombros, parte superior dos braços e coxas.
Eu já havia pedido ajuda aos universitários (leia-se Google, rs) e já desconfiava de pitiríase, por conta do surgimento de uma mancha maior e depois espalhar-se em forma de pequenas manchinhas. Na dermatologista, a confirmação, não apenas do diagnóstico, mas da pior parte disso: não tem tratamento e pode levar de 45 a 60 dias ou mais para passar. A dermatologista pediu exames (todos deram excelentes, muito mais do que eu imaginava, exceto pela vitamina D que praticamente não existe nesse corpo, rs), e receitou uma pomada e um antialérgico. A pomada para as manchas que coçassem mais, e o antialérgico para quando a coceira ficasse mais tensa.
Usei ambos por uma semana, sem melhora alguma. Busquei informação na internet e o que via à minha frente era sempre desanimador. Até que encontrei um grupo no Facebook, o Pitiríase Rosea de Gilbert - Ajudando a superar, entrei e percebi que a medicação além de paliativa poderia até piorar o quadro. Então suspendi a pomada, e passei a utilizar antialérgico apenas quando a coceira fosse muito forte (e aí eu tomo antialérgico forte que é pra dormir mesmo, porque pra coceira temo que não ajude nada, rs) e a caprichar na hidratação. Comprei hidratante Nivea, daquele azul escuro para pele extra seca - fica uma meleca, mas sinto que tem ajudado a aliviar bastante. Dizem que tomar sol é bom mas primeiramente sol é artigo de luxo aqui em Joinville, e segundo, saio de casa com o sol recém nascido e volto noite, então essa parte fico devendo.
Bom, o que se sabe é que uma das possíveis causas é o stress (lembram do episódio da sexta-feira? Então...). O que fiz foi aliviar um pouco a carga de trabalho. Não havia nada que não fosse essencial. Porém eu sou muito certinha com prazos e me permiti afrouxar um pouco o prazo de alguns (só o suficiente para não ficar o tempo todo fazendo só isso da minha vida). Também numa noite da semana passada larguei tudo e fui passear no Shopping, no meio da semana mesmo. E no outro dia, estava exausta e sabem o que fiz? Fui dormir às 19:30 e acordei no outro dia. Anos que não fazia isso. Resolveu meus problemas? Não. Mas a doença estacionou, o que já é bom. Ah, cortei praticamente todo industrializado da alimentação também, para ver se abrevio o tempo dessa doença em minha vida.
Bom, se você não curte imagens de perebas pode pular para o final do post, pois a seguir uma imagem de um pedaço de mim e a pitiríase:
Não há edição alguma na foto, ok? Bom, aí estão as lesões MUITÍSSIMO MELHORES do que estavam. A doença não chegou a regredir. Nas costas diminuíram um monte, na barriga e seios também, porém surgiram mais nas coxas e na parte inferior dos braços. Mas vejo que várias começaram a secar. Estou aprendendo que o principal medicamento para esta doença é a paciência, e estou tentando exercitá-la. É péssimo me ver assim, e agradeço todos os dias por ser inverno e poder me cobrir com roupas compridas - não quero nem pensar se fosse calor! É desconfortável, às vezes coça pra caramba! Em alguns dias esta aparência me deixa mal, mas não deixo essa sensação crescer em mim.
Só sei que no momento estou fugindo de cobranças e pressões desnecessárias. Se algo fica pesado demais, não levo adianta, a menos que seja essencial. Já estou pagando um preço bem alto pelo stress.
Resumindo, o que tenho feito para me curar o mais rápido possível:
- Aliviar a sobrecarga sempre que posso.
- Usar antialérgico somente se a coceira estiver insuportável.
- Banhos de mornos a frios, e rápidos.
- Evitar sabonetes comuns ao máximo para diminuir o ressecamento e a coceira.
- Hidratação com creme potente no mínimo duas vezes ao dia.
- Alimentação leve e sem industrializados, glúten.
- Lactose somente do kefir - que tomo em jejum todas as manhãs.
- Procurar ter mais momentos de lazer.
- Exercitar a paciência e entender que vai passar.
Vou fazer UPDATES neste post periodicamente para atualizar dos avanços. Encontrei um post em um blog que fez isso e me ajudou demais - mas infelizmente não encontrei o link para mostrar a vocês. Por isso acho bacana fazer o mesmo, pode ajudar alguém.
Enfim, é isso. Inicialmente eu não iria expôr nada aqui, mas como recebi ajuda de posts na internet, quis dar minha contribuição também.
Beijão! Em breve um assunto mais leve, rs...
UPDATES
15/07/2018 - Bom, já se passaram algumas semanas desde este post. Aconteceram diversas mudanças em relação à pitiríase, que relatarei hoje. Hoje já faz pouco mais de um mês desde que a "lesão - mãe" apareceu. Na semana seguinte a este post a situação piorou muito. As manchas voltaram com tudo e surgiram novas pelo corpo todo. Até no peito do pé, que é algo mais raro, surgiram manchas. Neste ponto formaram inclusive pequenas bolhazinhas. A coceira se tornou infernal, e precisei apelar para a loratadina (antialérgico que não dá sono) para aliviar. Eu não sei ao certo se ela funcionou ou se foi o fato de eu ter continuado trabalhando e com isso me ocupando com outras coisas que fez eu levar numa boa durante o dia. Porém à noite o bicho pegava e eu apelava para o antialérgico forte mesmo - que aí eu tinha sono e, caso a coceira não passasse, ao menos eu dormia, rs... Voltei a usar pomada + hidratante em abundância. Então tomava dis banhos rápidos por dia, e após o banho passava o hidratante no corpo todo, deixava uns dois minutinhos para secar e depois passava a pomada - como a pele estava mais hidratada, a pomada deslizava melhor. Estava usando o hidratente para pele ressecada (azul escuro) da Nívea, mas o Vasenol Calming me ajudou muito mais. Abaixo, a duplinha:
Infelizmente a pele acabava bem melecada mesmo, mas paciência. Eu não tenho absoluta certeza sobre a pomada ter ajudado em algo. Não senti nenhuma melhora imediata. Mas pode ser que ela tenha ajudado, e tenha uma ação mais lenta, digamos. Ou posso ter melhorado pelo ciclo natural da doença e hidratação potente. Jamais saberei, rs... Mas por via das dúvidas, passei pomada no corpo todo duas vezes ao dia por uma semana e pouco. Após uma semana infernal, as manchas começaram a clarear. Aí veio um ressecamento PUNK, nossa! Terrível. A pele ressecou tanto que parecia estar prestes a craquelar toda a qualquer momento, rs... Depois de sentada por um período maior, chegava a doer na hora de levantar, a pele parecia no limite de se rachar. Hidratei, hidratei, hidratei. Dava impressão de que iria descascar, inclusive, parecia uma queimadura de sol leve. Porém, não chegou a descascar muito não. Bem esquisito, rs... Agora estou bem melhor. A pele dos seios e barriga está praticamente limpa. Restam algumas manchas remanescentes nas coxas e parte posterior das pernas, mas muito clarinhas já. Não uso mais a pomada, apenas sigo firme na hidratação pelo menos duas vezes ao dia, e minha pele deu uma melhorada como um todo por conta disso. Vou seguir com os updates conforme forem surgindo novidades!
Emagrecimento
Paleo / Low Carb / LCHF
Receitas
Lowcarb / paleo: Um guia prático do que comer para emagrecer
06:00Denny Baptista![]() |
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Quando adentramos em um novo estilo de vida, os primeiros passos costumam ser bem inseguros. Precisamos aprender mais, saber mais, entender mais. Quando alguém conhece o estilo de vida paleo começa a buscar informações e encontra tanta coisa que a confusão é normal. O Dr. Souto fez um post que achei esplêndido, o "Um guia visual para a lowcarb", e foi nele que me inspirei para compôr este post.
Se você quer saber mais sobre lowcarb / paleo, leia este post AQUI.
Este será um post essencialmente visual. Separei fotos das minhas refeições para usar como exemplo. Tendo uma ideia básica do que comer, facilita até na hora do self-service, pq aí você já sabe para que área do buffet deverá ir! É importante lembrar que consumo menos carboidratos, pelo fato de que PARA MIM a lowcarb, nesta ótica mais natural da paleo, funciona melhor no que diz respeito a emagrecimento. Há quem consuma menos (cetogênica), há quem consuma mais e tudo certo. Toda esta questão é bem individual. Mas consumir apenas carboidratos oriundos de legumes e verduras costuma funcionar bem para a maioria das pessoas no que diz respeito a emagrecimento e saúde.
Alguns pontos: vocês não verão praticamente nenhum lanche, pois não tenho fome para lanches. Não verão pãezinhos e afins, pq geralmente prefiro uma boa refeição de verdade. Até já fiz alguns pãezinhos, mas honestamente já não sinto mais necessidade, portanto não faço. Tenho diminuído muito o consumo de queijos, creme de leite e industrializados em geral, pois sinto que minha saúde sem eles é outra. Dito isso, vamos lá?
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Abóbora cabotiá e alho assados; carne picadinha com tomate, cebola e temperos; farofa feita com cebola, espinafre e farinha de coco, além de temperos.
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"Charutos" recheados com carne moída, "maionese" de abacate e abobrinhas assadas e bem temperadas.
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Cenoura, tomate e batata-doce assados, carne de panela feira com cenoura e brócolis!
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Eu mesma faço minhas refeições, às vezes meu marido é quem faz. Nossa base, como vocês podem ver, é bem simples, sem excesso de gordura e com carboidratos oriundos principalmente de fontes como legumes e verduras, eventualmente alguma fruta e nuts. Também não pegamos pesado na gordura, apenas não a omitimos e temos o cuidado de ter sempre uma boa fonte dela na refeição.
Não costumo fazer cardápios (até deveria, facilitaria muito a minha vida!), mas acabo preferindo por hora ir ao supermercado umas duas vezes na semana e comprar menos coisas por vez, para que não haja desperdício. Procuro variar bastante a alimentação, e preparar os alimentos de forma saborosa, porque alimentação precisa ser prazer também!
Deixo as verduras sempre lavadas, chacoalho bem e guardo em potes forrados com papel toalha na geladeira, duram muito mais tempo assim, e facilitam na hora da correria do meio dia: é só pegar e montar a salada. Em dias corridos (meu intervalo de almoço é de cerca de 1 hora apenas), dou preferência para alimentos refogados ou crus, pois levam menos tempo para ser feitos. Os assados deixo para dias em que tenho mais tempo.
Bom, caso alguém tenha dúvida sobre o preparo de algo que postei aqui, não hesite em perguntar. Os comentários vinculados do Facebook ajudam bastante neste sentido (infelizmente o Facebook não notifica adequadamente, então perdoem uma eventual demora na resposta). O outro sistema de comentários facilita a resposta, que vai via e-mail!
Espero que tenham curtido!
Beijão!
Bom, caso alguém tenha dúvida sobre o preparo de algo que postei aqui, não hesite em perguntar. Os comentários vinculados do Facebook ajudam bastante neste sentido (infelizmente o Facebook não notifica adequadamente, então perdoem uma eventual demora na resposta). O outro sistema de comentários facilita a resposta, que vai via e-mail!
Espero que tenham curtido!
Beijão!
Receitas
Saúde
Receita: Suco verde com inhame para dar aquele boost na imunidade
06:00Denny Baptista
A semana passada rolou todinha com uma gripe medonha que meu marido pegou. Foram dias bem chatos, cheios de cuidados e o tempo não colaborou nada para a melhora do coitado, rs. A gente sabe que depois que a gripe chega, não há muita coisa a fazer a não ser ir tratando os sintomas. No entanto optei por vários "tratamentinhos" naturais para ajudar a amenizar estes sintomas, como chá de limão, anis estrelado, mel, etc. Outra coisa que fiz foram sucos verdes, para nutrir - já que ele não conseguia comer muito pela garganta inflamada. E nestes sucos resolvi adicionar inhame.
Eu ouvi falar muito do inhame em grupos do Facebook. Ele sempre foi muito exaltado pela melhora da imunidade. Li sobre pessoas que passaram a dar para seus filhos e viram as crianças ficarem praticamente imunes à maioria das doenças comuns à infância. Pelo que andei pesquisando, o que o inhame tem de bacana é ser riquíssimo nutrientes, como cálcio, ferro, magnésio, vitaminas do complexo B, além de possuir ação antioxidante, antibiótica e depurativa do sangue. Então decidi fazer esse suco, para melhorar a imunidade do marido e para evitar que eu pegasse aquela gripe, já que eu estava cuidando dele e totalmente suscetível. E não é que não peguei atal da gripe? O normal é eu sempre pegar essas coisas, quando meu marido tem. Só que eu devo ter um gene diferente (ou ele hahaha) que causa uma mutação nestes vírus. Ele costuma ter uma versão "ok" de uma gripe por exemplo, e quando eu pego quase vou parar no hospital hahahaha! Bom, o fato é que já faz uma semana e estou super ok, sem gripe alguma e tudo certo!
Eu realmente gosto de sucos verdes. Só achava mais ruinzinhos na época da Dukan, quando eu não podia acrescentar fruta alguma, aí a coisa ficava tensa, mas com cenoura já melhorava. O inhame não adiciona sabor algum ao suco, só o deixa com um aspecto mais leitoso.
Então, sem mais delongas, bora para a receita, que é bem simples!
Suco verde com inhame
Ingredientes
- 2 folhas de couve
- Suco de 1 limão
- 1 maçã pequena com casca e sem sementes
- 1 pepino pequeno sem casca
- 1 inhame médio sem casca
Modo de fazer
Bata todos os ingredientes no liquidificador. Se seu aparelho não for muito potente, pique o inhame, a maçã e o pepino em pedaços menores antes de bater, facilita o trabalho dele. Bata por uns 2 minutos para obter partículas menores. O ideal é o consumo com as fibras, que também são importantes ao organismo. Mas se você achar muito ruim, pode coar sem problemas. Batendo por um bom tempo as fibras ficam bem pequenas e acho tranquilo o consumo.
Não adoce o suco verde. Se achar muito difícil, use stevia. Adoçantes não são bacanas neste contexto e açúcar menos ainda. O açúcar baixa a imunidade, ou seja: faz um serviço oposto ao do suco. Evite. Mel também é açúcar, ok?
Espero que tenham curtido essa dica, se alguém fizer, me conta?
Beijo!
Receitas
Saúde
Vídeos
O que tem na geladeira? - A nova série de Rita Lobo que estou amando!
06:00Denny Baptista![]() |
| Imagem: divulgação. |
Eu AMO o YouTube. Para mim ele é o melhor canal de televisão que existe - seguido pelo Netflix. Acho que o YouTube é o futuro da televisão. Um lugar onde você mesmo faz a curadoria do conteúdo que deseja assistir, onde prioriza conteúdo bacana nos eu feed, segue canais que valem a pena, que acrescentam (ou não, a liberdade está aí para isso!) e cujos conteúdos fazem a diferença no dia a dia. Se alguém me perguntar qual minha rede social favorita, sem dúvidas eu escolheria o YouTube.
Dentro desta plataforma há diversos canais que ganharam meu coração, dos meis diversos temas: de maternidade, a receitas, passando por jogos, maquiagem e atualidades. Um dos meus canais favoritos é o Panelinha, da Rita Lobo (quem não conhece a Rita Lobo, por favor, conheça imediatamente!). Ela tem um site de receitas lindo (acesse aqui - hoje estava fora do ar, mas deve voltar em breve), livros de receitas maravilhosos (quero todos!!!) e agora está investindo no YouTube.
A minha série favorita atualmente se chama "O que tem na geladeira?" (veja a playlist completa aqui). Eu tinha planos de fazer algo neste sentido para o YouTube, mas ela veio e arrasou com estes vídeos desta série. A série funciona basicamente assim: em cada vídeo um vegetal é a estrela principal, e ela ensina diversas maneiras de preparar este alimento. Já teve vídeo com couve, pimentão, batata doce, palmito e outros mais. Abaixo vou compartilhar alguns, para vocês terem ideia!
O canal tem muitas receitas bacanas, recomendo fortissimamente que vocês assistam um a um!
Espero que tenham curtido!
Beijão!

Primeiramente, perdoem o tempo sem atualizações. Dias complicados! Mas estamos aí hahaha! Estamos no outubro rosa, mês dedicado à divulgação de informações a respeito do câncer de mama. Acredito que a maioria das pessoas já saibam sobre a importância do auto exame e todos estes protocolos. A gente sabe, o pôr em prática é que são elas, né?

Olá turma! Para quem me conhece não é segredo que o kefir é meu novo queridinho da vez. Versátil, saboroso e extremamente nutritivo e saudável. Na semana passada falei sobre o kefir aqui. O que é, quais são os seus benefícios, etc.

Quando eu era pequena minha mãe cultivava kefir. Naquela época o chamávamos de "bichinho do leite". Afinal de contas o que é o kefir, e quais as vantagens dele? Vamos descobrir já!
Emagrecimento
Paleo / Low Carb / LCHF
Saúde
Frutas e emagrecimento: como proceder
06:00Denny Baptista![]() |
| Imagem: Freepik |
Frutas são muito saudáveis. Ponto. Fazem parte de uma alimentação saudável. Ponto. Isso todos sabemos. Mas o que muitos de nós demoram a compreender é que, mesmo saudáveis, muitas frutas possuem uma enorme quantidade de açúcar. Bastante mesmo. Por isso, para quem quer emagrecer, é preciso sim controlar o consumo de frutas.Vamos entender os motivos!
Quando eu fazia a dieta Dukan, muita gente pirava na questão das frutas. Porque nas duas primeiras fases da Dukan frutas não entram no cardápio. Então é importante que eu explique o seguinte: ninguém morre se não comer frutas. Ninguém fica doente caso não coma frutas. E ninguém fica anêmico ou tem déficit de vitaminas caso decida não consumir frutas. Eu já fiz muitas dietas malucas. Mas quando comecei a fazer a Dukan, minha saúde já estava um caos, e eu não pretendia piorar a situação. Então iniciei a dieta com apoio do meu médico, com exames periódicos. E pesquisei sobre esta questão das frutas, pois eu não queria ficar doente e precisava saber se havia alguma vitamina ou mineral que só fosse encontrado em frutas. E o fato é que não existe. Listei todas as vitaminas e os principais minerais e busquei na internet, e descobri que não há uma única vitamina ou mineral que exista nas frutas e não exista em legumes e verduras. Não existe. Postei estas listas no meu Instagram (@denny.baptista).
Bom, mas se você não faz a dieta Dukan, e pode consumir frutas, qual a melhor forma de consumi-las? Vamos ver isso então. Para começar, precisamos entender que o açúcar cristal não é o único tipo de açúcar existente no universo. A base do açúcar é a glicose. E todos os carboidratos, quando em nosso organismo, se convertem em glicose. Alguns em mais glicose, outros em menos. Há vários nomes para o açúcar também, dependendo de sua origem. A lactose, por exemplo, é o açúcar presente no leite. A frutose, é o açúcar presente nas frutas. E há outros. Mas todos eles, quando entram em nosso organismo, se convertem na mesa coisa: glicose. Toda fruta possui frutose. Algumas menos, mas a maioria tem bastante deste nutriente em sua composição.
O que temos de científico é que quando há excesso de glicose (que é um dos fornecedores de energia para organismo - não o único) no organismo (e ela pode vir de açúcares propriamente ditos, mas também pode vir de pães, massas e outras fontes de carboidratos), ele a estoca em forma de gordura. É como quanto possuímos um arquivo muito grande no computador, e queremos diminuir seu tamanho para que possa ficar dentro dele sem ocupar tanto espaço:nós o zipamos. O organismo faz isso com toda a energia que não utilizamos: guarda ela nos adipócitos (que são as células de gordura) e guarda a maldita lá nos pneuzinhos para poder usá-la em outro momento. Mas se frequentemente sobra essa energia, cada vez mais vamos estocando a dita cuja em forma de gordura e é assim que o peso sobe.
Gastar energia não é tão simples. Se você come um hambúrguer, dependendo de onde você come, ele facilmente ultrapassa 500 calorias. E você precisa caminhar por mais de uma hora para gastar isso. Ou seja: é mais complicado do que parece.
Então, sobre as frutas: a maioria delas possui muita frutose, que já sabemos, é o açúcar das frutas. Quando queremos emagrecer, é preciso diminuir toda essa oferta de energia para o organismo, principalmente da que vem dos açúcares, pois está é a que mais se converte em gordura. Então é preciso pegar leve no consumo das frutas. Se você come arroz, feijão, pão (mesmo o integral), consumir 2 ou 3 frutas por dia pode impedir seu processo de emagrecimento. Se você faz uma alimentação de baixo carboidrato, também, pois elas contém muito carboidrato (açúcar). Se você já tem resistência à insulina, mais ainda!
Outra coisa MUITO importante: a melhor maneira de consumir qualquer fruta é: comendo. Quando consumimos a fruta, além da frutose, consumimos fibras que, além de importantes para a saúde, diminuem o impacto dessa glicose no organismo. Quando se consome a fruta em forma de suco, temos os seguintes problemas: o primeiro é o consumo excessivo de fruta. Dificilmente alguém faz um copo de suco de laranja com apenas uma laranja. A média é muuuito maior. Então o consumo acaba sendo bem maior também. O segundo problema é que, separando a fibra da frutose, você acaba não só com um impacto muito grande de açúcar no seu organismo, mas no seu fígado também. Vocês sabiam que a esteatose hepática (gordura no fígado) é causada pelo alto consumo de carboidratos e não gorduras? E que o consumo de sucos é algo que influencia diretamente na piora desse quadro? Inclusive profissionais de nutrição e vários médicos (dos mais antenados, claro) desaconselham o consumo de suco de frutas por crianças. Para vocês verem que a coisa não é bem assim, a frutose é medonha amigs.
Outra coisa MUITO importante: a melhor maneira de consumir qualquer fruta é: comendo. Quando consumimos a fruta, além da frutose, consumimos fibras que, além de importantes para a saúde, diminuem o impacto dessa glicose no organismo. Quando se consome a fruta em forma de suco, temos os seguintes problemas: o primeiro é o consumo excessivo de fruta. Dificilmente alguém faz um copo de suco de laranja com apenas uma laranja. A média é muuuito maior. Então o consumo acaba sendo bem maior também. O segundo problema é que, separando a fibra da frutose, você acaba não só com um impacto muito grande de açúcar no seu organismo, mas no seu fígado também. Vocês sabiam que a esteatose hepática (gordura no fígado) é causada pelo alto consumo de carboidratos e não gorduras? E que o consumo de sucos é algo que influencia diretamente na piora desse quadro? Inclusive profissionais de nutrição e vários médicos (dos mais antenados, claro) desaconselham o consumo de suco de frutas por crianças. Para vocês verem que a coisa não é bem assim, a frutose é medonha amigs.
O ideal então é que quem quer perder peso consuma poucas frutas no dia a dia, e opte pelas menos doces: frutas vermelhas (morangos, mirtilos, framboesas), maracujá, kiwi, coco, abacate (coco e abacate possuem bastante calorias, então podem não ser ideais para quem faz as dietas tradicionais que contam calorias, mas são perfeitas para quem segue uma alimentação low carb, pois possuem bastante gordura de boa qualidade e pouco açúcar). O ideal é que você mesmo observe sua alimentação, a balança, e decida qual a quantidade de fruta que você pode consumir sem que a balança suba ou pare de perder peso. Algumas pessoas que estiveram com sobrepeso por muito tempo têm mais dificuldade para emagrecer e precisam controlar ainda mais este consumo.
Eu diria que o ideal para quem quer emagrecer é uma porção de fruta por dia, daquelas menos doces, deixando as mais doces para eventualidades. É uma receita que funciona para a maioria. E aí, a partir disso, cada um vai sentindo como seu organismo reage.
Bom, não posso encerrar este post sem deixar bem claro que não sou nutricionista. No entanto, sigo bons profissionais em redes sociais, gosto muito do assunto nutrição e estudo muito sobre ele. Por isso digo para vocês: não acreditem em mim. Façam suas próprias pesquisas. Usem o senso crítico. Entendam o que é uma boa referência científica para não caírem naquelas lorotas que vemos em revistas "fitness", que usam as frases "estudos dizem que...". Não podemos mais ser reféns de profissionais ruins, porque cada um diz uma coisa e se dependermos disto ficaremos perdidos sem saber o que fazer. Então precisamos aprender por nós mesmos. Certo?
Beijão!
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| Imagem: Freepik |
Antes de concluir algo, peço que leiam o texto até o final. É mais uma reflexão sobre o assunto, que uma conclusão sobre qualquer coisa. De tempos em tempos, coisas caem no gosto popular e se tornam "moda". Uso o termo moda, mesmo sabendo que ele nem é o ideal para o caso, mas é o mais usado no final das contas. O que acontece é que hoje em dia a informação corre e se perpetua muito rapidamente. Informações boas, informações ruins. E o boca a boca então funciona muito mais, pois não depende mais do encontro casual entre as pessoas. Portanto toda informação se propaga muito mais rapidamente.
Neste ponto, dietas acabam sendo bem mais "compartilhadas" que antigamente. As pessoas conhecem uma dieta "x" (seja pela internet, revista, nutricionista) e se têm bons resultados, a divulgação acontece rapidinho. Então mais pessoas querem fazer, mais pessoas vão atrás da informação, os meios de comunicação percebem essa tendência e então o foco passa para isso. Quando acontece com uma pessoa famosa então, a coisa ferve!
Mas até que ponto essas "modas" são ruins? Eu acho ótimas! Seja de dieta, seja do assunto que for. "Modas" nos despertam a curiosidade. E mesmo que haja uma parcela de gente que faz de qualquer jeito, entende tudo errado, muitas pessoas aproveitam estes momentos para aprender. E isso não pode ser ruim!
O que precisamos ter é senso crítico. Saber que não existem verdades absolutas, e que as opiniões das pessoas não são fatos comprovados. Quando vemos algum assunto que nos desperta interesse, é preciso aprender de várias fontes, ler várias opiniões diferentes, buscar informação de qualidade e então aplicar da melhor forma em nossa vida. Conhecimento é poder!
Enquanto algumas pessoas aproveitam estes momentos para crescer, outras pessoas demonstram verdadeira aversão a isto. Me parece que algumas pessoas desgostam de algo "X" simplesmente por estar em alta. Se é "moda", automaticamente não presta. Não é bem assim. Precisamos aproveitar toda oportunidade de aprendizagem para fazer exatamente isso: aprender. É muito importante que pessoas ajudem neste momento, principalmente as que tem um conhecimento maior do assunto, com críticas construtivas, reflexões, evidências, dicas, seja o que for. Mas é preciso principalmente coerência.
Vou usar como exemplo, a low carb. Ela pode ser considerada "moda" num primeiro momento por estar sendo bastante falada agora. Mas esse tipo de alimentação vem de nossos ancestrais, principalmente quando utilizamos uma low carb voltada para uma alimentação mais natural, sem tantos industrializados. Como é uma linha alimentar com um embasamento científico enorme, muitos profissionais da área de nutrição começaram a pesquisar, entender e trabalhar nessa linha. No princípio, como eles mesmos falam, a resistência foi intensa - principalmente por parte dos próprios colegas e conselho. Mas conforme vai se tirando a venda, e conforme os estudos e pesquisas científicas vão vindo à tona, esta linha vai sendo mais bem aceita. No entanto, ainda há muitos profissionais que simplesmente repudiam e, como se isso não bastasse, fazem uma oposição que chega a ser meio insana em alguns casos. Como já falei em posts anteriores, sempre tem a turminha "do contra". Eu vejo isso mais claramente agora, pq como meu perfil no Instagram tem crescido bastante, muitos nutricionistas têm me seguido (a maioria obviamente buscando que eu os siga de volta, claro), e eu acabo vendo isso bem claramente. Muitos aproveitam o momento para se repensar, se reformular, aprender mais, e outros querem apenas ir contra. Com a desculpa de estarem "abrindo os olhos" das pessoas, apenas confundem mais quem têm dificuldade de discernimento.
E como se sair bem no meio dessa "guerrilha"? Pesquisando. Não aceitando apenas aquilo que queremos ouvir, mas pesquisando de verdade, em boas fontes. Todos precisamos nos alimentar da mesma maneira? É lógico que não. Somos donos de nossas escolhas, e nossa alimentação precisa refletir nossos objetivos, mesmo que o objetivo seja apenas se sentir bem. Não temos que travar batalhas para provar que A ou B é melhor, cada um precisa apenas escolher o que é melhor para si. Isso é escolha pessoal, intransferível. As escolhas são pessoais, as consequências são pessoais, ninguém tem nada a ver com isso. Por isso mesmo precisamos ter cuidado com a informação que recebemos. Filtrá-la, passá-la pela régua do bom senso, pesá-la, e decidir o que quisermos. É nossa escolha. Não do nutricionista famoso, ou da celebridade magérrima. Precisamos aprender a pensar por nós mesmos. É um aprendizado fantástico!

Como comentei no post anterior, na segunda-feira irei aderir a mais um projeto #bichoeplanta. Eu já falei anteriormente a respeito dele e fiz uma versão "Dukan" para mim que, na época, ainda seguia a dieta Dukan. O resultado foi tão bom, principalmente no que se refere a bem estar, que fui me apaixonando por esta ideia de alimentação com uso mínimo de industrializados, a um ponto que culminou na minha "migração" para uma linha alimentar low carb / paleo, com foco COMIDA DE VERDADE.
Mas enfim, do que se trata o "bicho e planta"? A nutricionista Lara Nesteruk, que trabalha nesta linha low carb, uma vez comentou em seu snapchat que quando dava uma enforcada e queria perder peso, dava uma limpada na dieta, eliminando ao máximo os industrializados e focando em vegetais e proteínas, e usou o termo "bicho e planta". A galera gostou tanto da ideia que um tempo depois ela lançou o "Projeto Bicho e Planta" no instagram. Ela fez mais algumas "edições" e agora está lançando o que diz ser a última edição do bicho e planta. Depois explicarei os motivos.
Nestes dias - desta vez serão 10 - a alimentação deve seguir uma linha mais natural possível. Em resumo: o consumo de qualquer tipo de carne e ovos (os bichos) e também legumes, verduras, frutas e oleaginosas (as plantas). Os "extra" seriam o uso de gorduras boas para o preparo dos alimentos (azeite de oliva, óleo de coco, manteiga - não me vem com óleo de soja, canola e afins!), chás (não industrializados), e café sem adoçar. Kefir também pode ser consumido por seus inúmeros benefícios. Simples assim. Sem mistérios. Na época em que conheci o bicho e planta ela lançou essa listinha, para ajudar a nortear a alimentação:
Aí vem a questão, o motivo de ela ter nomeado esta como a última edição do bicho e planta que ela vai lançar: a galera que PIRA no que é simples. Chovem perguntas do tipo: "pode vinho?", "pode pamonha?" e assim por diante. E isso seria o de menos, porque ultimamente as pessoas querem pensar cada vez menos, e ter respostas prontas cada vez mais. Mas tem gente que chega com o papo L O U C O de que com essa alimentação as pessoas ficarão desnutridas, doentes, e uma infinidade de sandices que eu realmente entendo o desânimo dela em passar por essa encheção de saco. Porque muitas não são perguntas inocentes. Há acusações pesadas no meio. Eu não sei se a indústria alimentícia fez uma "lavagem cerebral" tão bem feita que as pessoas são capazes de perceber que TODOS os nutrientes são encontrados exatamente neste grupo de alimentos (bichos e plantas), ou se a ignorância tem aumentado a níveis estratosféricos mesmo. Se vocês forem ao perfil dela no Instagram, poderão ver por si mesmos as sandices.
Esse tipo de alimentação é extremamente benéfica à saúde. Retirar industrializados traz uma disposição e bem estar que realmente fazem a diferença. Tanto que eu, adepta da Dukan, encarei o julgamento (que não foi pouco) e mudei de linha alimentar depois que meu marido topou pegar junto, não mais como dieta, mas como ESTILO DE VIDA. Emagreci sim, mas o bem estar me conquistou. No dia a dia de uma alimentação LCHF, rola um queijinho, creme de leite, etc. No bicho e planta não.
Se você tiver que ficar pensando "ah, será que isso pode?", "isso pode?", se ficar buscando brechas para consumir as coisas que você quer, não faz sentido. Ninguém PRECISA fazer isso. Se for um sacrifício, não vale a pena fazer. O intuito é ser algo bom, que promove o bem estar e pronto. Passou disso, é bobagem.
Caso tenha dúvidas se algo pode ou não ser consumido, pergunte-se: "é um bicho?", "é uma planta?". As exceções estão na lista. De resto, tudo entra na denominação bicho e planta. Não tem mistério.
E aí, alguém topa? No Instagram já está bombando!
Beijos!! 😚😚😚😚

Leia o título do post. Leia o texto que está na imagem que ilustra este post. Com atenção. Leu? Hoje me deparei com estas duas frases na minha timeline do Instagram, através do perfil do nutricionista acima citado (@thomazbarcellosnutri). Este texto falou diretamente comigo, e sei que fala com muitas pessoas também. E esse tipo de reflexão é sempre bem vinda.
Hoje em dia eu já consigo diferenciar, por exemplo, a fome da vontade de comer. Já consigo fazer alguns jejuns, como apenas uma ou duas vezes por dia, e apenas quando a fome aparece. Ainda tenho dificuldades em perceber a saciedade, mas é um processo, leva tempo. No entanto, fazer isso não é tarefa fácil. É sim, cada dia mais fácil. Mas ainda exige muito autocontrole.
Autocontrole que me faltou e me levou aos 119kg. Que me faltou várias vezes depois disso. E que se repete em muitas pessoas. O fato de hoje eu ter um maior controle sobre isso, não significa que este controle seja fácil. Sou muito suscetível à melancolia, descambo para o lado da depressão com bastante facilidade. Preciso me monitorar constantemente para perceber os sinais e tentar parar o processo antes que se fuja do meu controle.
Ainda hoje, quando passo por um stress (nem precisa ser dos maiores), sinto uma vontade doida de comer. E não é salada que me vêm à cabeça, rs. Me vejo com aquele pensamento que tanto já me prejudicou, de que, por ter passado por algo ruim, eu "mereço" algo bom, e neste caso o algo de bom é um chocolate, um salgadinho. É aquele pensamento que temos de nos "mimar" com comida. De nos consolar no prato.
Não bastasse isso, há muitos anos somos levados a acreditar que PRECISAMOS comer a cada 3 horas para manter o metabolismo acelerado. Caso você não saiba, isso é apenas um MITO. Já comentei em outros posts sobre isso. O organismo não precisa de alimentação constante. Um organismo normal vai sentir fome de verdade, vai pedir comida, no máximo 3 vezes por dia, e se for bastante exigido dele. O normal é umas 2 vezes mesmo. Este mito começou com não se sabe quem e foi sendo propagado por parecer fazer sentido. Mas não faz. No entanto, ele nos parece a "licença poética" para comer mais e mais. "Nossa, não estou com fome, mas preciso comer agora."
Quando somos atacados pela "vontade de um docinho", precisamos nos perguntar: o que estamos alimentando? Organicamente e bioquimicamente, o corpo não "precisa" de um docinho. Quando o corpo precisa de alimento, ele não distingue nutrientes, ele apenas quer combustível, venha de onde vier. Quem faz esta distinção somos nós. Se você come a todo momento, se sente "fome" a toda hora, você não está alimentando seu corpo, mas buscando preencher outros vazios. Que, diga-se de passagem, não serão preenchidos desta forma.
E o que eu escrevo aqui não serve apenas para quem está lendo. É uma reflexão que estou fazendo comigo mesma neste momento. A cada dia tem sido mais fácil, mas a tentação de me recompensar com comida por algo bacana que fiz, ou por um problema que passei, ainda é latente.
Isso significa que não devo comer por prazer nunca mais? NÃO. Toda refeição deve ser um momento de prazer. Mas prazer não deve ser o único objetivo da refeição. Sim, dá para comer um docinho de vez em quando (de preferência algo não tão lotado de açúcar, pegue leve). Não adianta pirar por tudo, nem é saudável fazer isso. Mas o diálogo constante sobre o motivo de estarmos comendo é preciso. É aprendizado. E pode ser a solução para muita coisa.
Eu penso comigo que se eu não aprender a gerir meu stress, sofrimentos, tristezas, com outra coisa que não comida, todo meu empenho por uma alimentação e corpo saudáveis sempre acabará indo por água abaixo. Pois meu problema está muito mais na cabeça que no corpo. Precisamos usar nossa inteligência a nosso favor também. Não sofrer demais por algo, mas não banalizar também. Entender. Compreender, Refletir. Aceitar.
Um bom final de semana a todos!
Beijão!

Na semana passada eu ensinei como fazer leite de coco neste post. E disse que nesta semana ensinaria a fazer a farinha de coco. O coco é um fruto muito versátil. Após retirar a casca, aquela mais dura, do restante retira-se a água de coco, faz-se o leite de coco, a farinha de coco, o óleo de coco e a manteiga de coco. Exceto pelo óleo de coco, que não sei se há uma maneira simples de se fazer, o restante pode-se fazer em casa. Eu já fiz leite de coco e farinha de coco em casa. A manteiga de coco vi como se faz, mas ainda não tive paciência (e tímpanos) para persistir na receita (leva vários minutos no processador, ensurdecedor, para ficar pronta, rs). Regra geral, é realmente tudo muito simples.
Bom, para o leite de coco você bateu a polpa no liquidificador com água quente. Ok. Depois de coar, sobrou toda a fibra do coco. NÃO OUSE PÔ-LA FORA. É ela que vai se tornar a nossa querida farinha de coco. Como? Explicarei agora:
RECEITA FARINHA DE COCO
Você vai precisar de:
- Polpa já coada de 1 coco
- Só isso!
Como fazer:
Espalhe a fibra do coco em uma assadeira, da maneira mais uniforme possível. Leve ao forno, a cerca de 230ºC em vá mexendo a cada 3, 5 minutos. Fique sempre de olho na fibra, pois ela parece demorar a corar, mas quando acontece é bem rápido. Vá mexendo de tempos em tempos até que ela fique no tom da farinha da foto aqui do post, ou um pouco mais marronzinha - mas não demais, ou você terá uma farinha com forte gosto de queimado.
Quando estiver corada a seu gosto, retire do forno e deixe esfriar. Após fria, passe-a no processador ou mesmo liquidificador (acho o liquidificador mais prático) apenas para deixá-la mais fina. Pronto!
Conserve em pote (de vidro, preferencialmente) bem fechado. Não tenho certeza com relação ao tempo de duração, nunca conservei por tempo suficiente para estragar, rs... Mas o ideal é fazer porções menores e ir utilizando conforme for fazendo.
A farinha de coco tem diversas vantagens. Possui muitas fibras, gordura de excelente qualidade, e uma baixa quantidade de carboidrato. Obviamente, se seu intuito com uma alimentação natural for o emagrecimento, não convém utilizar todos os dias. Mas é um excelente coringa para quando der vontade de um pão ou bolo.

Já fiz algumas receitas e até uma farofinha com essa farinha, é uma delícia!
Beijão!

Hoje vivemos em uma época de quebra de paradigmas. Quanto mais estudo, quanto mais aprendo, mais percebo o quanto algumas crenças que eu tinha estavam equivocadas. E outras tantas "não são bem assim". Amo estudar e aprender coisas novas, e amo também mudar de opinião tantas vezes quantas forem necessárias. Dentro desta situação de aprendizado constante, acabo fazendo escolhas. Todos fazemos escolhas todos os dias. Todos aprendemos algo todos os dias. E estes aprendizados é que nos "empurram" para escolhas. Acho isso revigorante! Aprender, mudar!
Ao mesmo tempo em que vamos mudando, nos transformando, escolhendo, precisamos também lidar com a dificuldade das pessoas em acolher a mudança dos outros. E não falo de mudanças que atingem as pessoas ao nosso redor, falo aqui de mudanças de cunho pessoal. Neste ano descobrimos o quanto somos intolerantes com quem discorda de nós em relação à política. Já fui muito intolerante também, e por muitas vezes não conseguia entender porque as pessoas pensavam diferente de mim, já que minhas crenças parecem ser tão claras. Mas o tempo nos ensina - e parabéns a nós, que aprendemos com o tempo - que sempre há dois lados da mesma moeda, e que o que é óbvio para mim, não é para o outro. Precisamos aceitar as escolhas dos outros. Por mais que doam ou revoltem às vezes.
No campo pessoal, a mesma coisa acontece. Todos crescemos em meio a um conjunto de crenças e paradigmas que julgamos estarem corretos. O mundo, a vida, a família, a sociedade, nos brinda com conjuntos de crenças, que costumamos abraçar prontamente na maioria das vezes. Conforme a vida vai seguindo, e o tempo vai passando, muitos vão aprendendo que as coisas não são estanques, os aprendizados são necessários, e as mudanças podem acontecer. Mudamos, simples assim.
Dentro deste campo pessoal, entram nossas escolhas no que diz respeito a estilo de vida e alimentação. Tudo o que vai contra aquilo que a maioria acredita parece incomodar muito. Eu confesso achar bastante difícil falar para as pessoas, por exemplo, sobre minhas escolhas alimentares. Quando você usa palavra "dieta", a maioria já vê a conversa de forma negativa, quase instintivamente. Agora, então, que adotei um novo estilo de alimentação como proposta de vida, não apenas como dieta, parece que as coisas ficam mais difíceis.
Das coisas que eu não pretendo nesta vida, é sair por aí colocando isto goela abaixo das pessoas. Eu acredito sim, que minha prática alimentar só traz benefícios à saúde. Acredito que este modo de alimentação "ocidental" que adotamos é extremamente prejudicial à saúde de forma geral. Mas isto são coisas que EU penso. E isso jamais deve ser posto às outras pessoas como forma de imposição. Aquele discurso chato pra caramba de "se você continuar comendo assim vai morrer" é algo que eu acho que não deve existir. Eu faço minhas escolhas. Você faz as suas. Cada um colhe suas consequências e tudo certo. Deveria ser assim.
Às vezes as experiências que temos durante a vida nos enriquecem demais. Meus avós eram vegetarianos (ovo lacto), e convivo com muitos vegetarianos. No meu meio muitas pessoas adotam este estilo de vida. Eu acho muito bacana, de verdade. Já falei, quem sabe um dia eu siga por esta linha. Mas infelizmente, neste meio, há muitas pessoas que levantam uma bandeira tão intransigente que angariam mais antipatia que simpatia pelo meio. Por conviver com pessoas que fazem escolhas alimentares diferentes, e que o fazem de forma a não apenas menosprezar as escolhas alheias, como quase criminalizá-las, aprendi a não agir assim. Vejam bem, não sou perfeita. Sim, já fui um tanto mais chata, digamos assim. Mas como eu disse, a vida nos amadurece.
Eu fiz minhas escolhas, as faço todos os dias. É importante que elas sejam aceitas e respeitadas pelo que são: escolhas pessoais a intransferíveis. E também preciso respeitar as escolhas dos outros, por mais contrárias que sejam às minhas. É fácil? Certamente não. Mas precisamos caminhar rumo a isso.
Beijão!
Pessoalidades
Saúde
Fome, vontade de comer ou hábito alimentar? Dicas para diferenciar uma coisa da outra
06:00Denny Baptista![]() |
| Imagem: Freepik |
O assunto de hoje é bem bacana e gera dúvidas na maioria das pessoas que está em busca de uma alimentação mais saudável ou em dieta: quando sei que estou com fome ou com vontade de comer? Eu confesso sempre ter tido muita dificuldade em diferenciar um do outro. Somado a isso, as recomendações de nutricionistas, revistas e mídia sobre o tal comer de 3 em 3 horas tornava tudo ainda mais estranho. Confesso que era trabalhoso o tal comer de 3 em 3 horas, e cada vez que o peso não baixava eu já pensava que não havia comido corretamente, logo meu metabolismo havia ficado lento e o peso então não cedia. Ah, quanta ingenuidade!
Bom, sendo orientados sempre a comer a cada 3 horas, é bem difícil diferenciar realmente a fome do simples desejo de comer algo, pois não experimentamos nada parecido com a sensação de fome. A grande verdade é que nos habituamos a comer em horários pré estabelecidos, e fazer pequenos lanches o dia todo. Então quando não fazemos isso em um primeiro momento nos sentimos incomodados, como que a fazer algo errado.
Então, é lógico que eu não sabia diferenciar a fome, do desejo de comer algo ou do hábito de comer em determinadas horas. Obviamente que a fome real, angustiante, aquela de quem necessita realmente de alimento para manter o organismo em funcionamento, é algo que poucos de nós experimentarão ao longo da vida. Para que isso aconteça são necessários vários dias sem comer, e um grande risco de colapso do organismo.
E então, se eu não sabia diferenciar, como sei agora? Bom, vamos por partes. Deixando claro que a fome de que trato aqui não é nem de perto aquela fome angustiante da falta de alimento necessário à vida, mas sim aquele indicador do organismo que é uma boa hora de colocar alguma energia para dentro. Segui dicas dadas por nutricionistas como a Lara Nesteruk, a Djulye Marquato, e o Dr. José Carlos Souto.
* Sentindo fome
Eu posso dar mil dicas e estratégias para se descobrir isso. Mas é preciso sentir para saber exatamente o que é fome. Eu "descobri" o que é fome com a prática do jejum, que iniciei há algumas semanas. Segui algumas dicas que citarei a seguir, e aos poucos (não é sempre imediato e automático) consegui diferenciar uma da outra. Então eu diria que para você entender melhor o que é fome e o que não é, você precisaria se permitir ficar algum tempo sem comer algumas vezes para saber por si próprio como é - e então saber com certeza.
* Vontade de comer
A vontade de comer é bem específica. Você tem vontade de comer uma coisa X. Por exemplo, você parece ter "fome", mas só comeria se fosse um bife acebolado. Você quer comer um chocolate. A vontade de comer é bem específica, você tem vontade de comer alguma coisa, exatamente aquilo. Se não tiver exatamente aquilo à sua disposição, então você pode protelar para comer mais tarde. Se você sente isso, então você não tem fome, tem vontade de comer.
* Comer por hábito
Esta é a "mania" mais fácil de identificar, e a mais difícil de abandonar. Crescemos com nossas mães nos enfiando comida goela abaixo, e dizendo que se não comêssemos nas horas pré estabelecidas morreríamos ou terminaríamos doentes. A intenção não era má, é isso que as últimas gerações aprenderam a fazer e apenas estavam repassando isso. Pular refeições era quase um sacrilégio! Então nos habituamos a comer pela manhã mesmo sem fome. A almoçar ao meio dia mesmo sem fome. A jantar à noite mesmo sem fome. E isso se tornou quase um reloginho na nossa cabeça: chegando nestes horários, sentimos a necessidade da alimentação. Mas isso é apenas um hábito, que pode ser desconstruído (principalmente quando o objetivo é o emagrecimento). Obviamente isso sempre vai depender de suas necessidades e objetivos. Algumas pessoas precisam comer a cada período menor de tempo para conseguir estes objetivos (ganho de massa magra, hipertrofia, etc). Mas a maioria das pessoas não precisa seguir este padrão alimentar. Por isso a importância de se alimentar apenas com fome.
* Fome
A fome surge quando o organismo sente alguma baixa de energia. Em baixa de energia, ele pede por comida. Mas o organismo tem suas próprias reservas, e a "dança dos hormônios" faz com que em ele possa demorar mais ou menos para pedir comida. A fome é um processo regido por hormônios, não apenas por necessidade de alimentação. Quando comemos muitos carboidratos refinados, que causam picos glicêmicos e de insulina, o organismo sinaliza "fome" mais rapidamente, pois estes hormônios acabam se desregulando. Quando você tem uma alimentação com baixo teor de carboidratos e com consumo de gorduras boas, a saciedade permanece por MUITO tempo e a fome demora para aparecer. O que diferencia a fome das situações anteriores é a necessidade urgente de comer. É algo como uma necessidade fisiológica. E o principal: a fome não é seletiva. A nutricionista Lara Nesteruk (principalmente pelo snapchat) sempre enfatiza esta não seletividade da fome. Quando você está com fome, você comeria qualquer coisa. A nutricionista Djulye vai além, e diz que quando você tem fome mesmo, comeria até algo de que não gosta tanto, se esta fosse sua única opção viável. Ela pensa num alimento que ela normalmente não comeria por não gostar, e quando pensa estar com fome, se pergunta se comeria aquele alimento se fosse o único disponível. Quando a resposta é positiva, é fome! Eu achei a comparação muito boa! E, ao menos para mim, realmente funciona. Um exemplo foi um domingo, na casa dos meus sogros. Eu estava com fome. Tanta, que me servi de um pedaço de costela, que não como há muitos anos, por não gostar. E confesso que estava bem gostoso viu (pensa na fome, rs).
* Porque saber isso é importante?
Entender tais mecanismos é importante para melhorar nossa saúde. A sociedade como um todo se alimenta mal, escolhe mal o que come e come muito mais vezes que o necessário. O resultado é a crescente onda de doenças crônicas domo diabetes, hipertensão, esteatose hepática e outras. E também os números alarmantes da obesidade.
Não, colocar a obesidade como algo que merece atenção não é gordofobia. A obesidade é situação de risco por si só, pois mesmo que a pessoa esteja perfeitamente saudável, seu organismo permanece sobrecarregado o tempo inteiro e sim, as consequências chegam, mais cedo ou mais tarde. Aqui não estamos falando da estética, mas da questão biológica. Dizer que uma pessoa gorda é feia, ou menos que outras apenas por ser gorda é gordofobia sim. Alertar que ela precisa de um peso saudável para viver por mais tempo não (obviamente há jeitos e jeitos de se dizer tais coisas).
Por isso é importante entendermos os mecanismos de fome e saciedade. Comer apenas quando nosso organismo necessita, e apenas até que esteja satisfeito. Eu acho os mecanismos de saciedade mais difíceis de se entender, e ainda não os domino. Acredito inclusive que levarei tempo para dominar isso. Mas a fome já é mais fácil.
Não estou aqui dizendo que você não deve nunca mais comer coisas gostosas (apesar de eu achar uma alimentação natural muito saborosa) como doces, chocolates e afins. Mas as coma quando tiver fome de verdade, e até que esteja satisfeito. Não dá para usar a comida como consolo ou como uma forma de tornar a vida menos infeliz o tempo todo. Precisamos encontrar quem sabe um meio termo para todos nós vivermos mais e melhor.
Isso tudo é questão de escolha. O objetivo aqui é aprendermos um pouco mais, e buscarmos ter saúde acima de tudo, da estética inclusive. Mas cada um decide o rumo que deseja tomar e realmente cada um tem o direito a escolher fazer o que bem quiser.
O que importa é sermos sempre verdadeiros com nossas escolhas!
Beijo!
* Porque saber isso é importante?
Entender tais mecanismos é importante para melhorar nossa saúde. A sociedade como um todo se alimenta mal, escolhe mal o que come e come muito mais vezes que o necessário. O resultado é a crescente onda de doenças crônicas domo diabetes, hipertensão, esteatose hepática e outras. E também os números alarmantes da obesidade.
Não, colocar a obesidade como algo que merece atenção não é gordofobia. A obesidade é situação de risco por si só, pois mesmo que a pessoa esteja perfeitamente saudável, seu organismo permanece sobrecarregado o tempo inteiro e sim, as consequências chegam, mais cedo ou mais tarde. Aqui não estamos falando da estética, mas da questão biológica. Dizer que uma pessoa gorda é feia, ou menos que outras apenas por ser gorda é gordofobia sim. Alertar que ela precisa de um peso saudável para viver por mais tempo não (obviamente há jeitos e jeitos de se dizer tais coisas).
Por isso é importante entendermos os mecanismos de fome e saciedade. Comer apenas quando nosso organismo necessita, e apenas até que esteja satisfeito. Eu acho os mecanismos de saciedade mais difíceis de se entender, e ainda não os domino. Acredito inclusive que levarei tempo para dominar isso. Mas a fome já é mais fácil.
Não estou aqui dizendo que você não deve nunca mais comer coisas gostosas (apesar de eu achar uma alimentação natural muito saborosa) como doces, chocolates e afins. Mas as coma quando tiver fome de verdade, e até que esteja satisfeito. Não dá para usar a comida como consolo ou como uma forma de tornar a vida menos infeliz o tempo todo. Precisamos encontrar quem sabe um meio termo para todos nós vivermos mais e melhor.
Isso tudo é questão de escolha. O objetivo aqui é aprendermos um pouco mais, e buscarmos ter saúde acima de tudo, da estética inclusive. Mas cada um decide o rumo que deseja tomar e realmente cada um tem o direito a escolher fazer o que bem quiser.
O que importa é sermos sempre verdadeiros com nossas escolhas!
Beijo!
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| Imagem por Freepik |
Já falei algumas vezes sobre estas questões "detox" aqui no blog, já usei sucos "detox", já fiz semanas de alimentação desintoxicante e tudo o mais. Ultimamente vejo um rebuliço danado em algumas redes a respeito do termo "detox". Eu acho a questão toda muito, muito simples. Mas parece que uma boa parte das pessoas curte mesmo o burburinho, a ilusão da sapiência absoluta e as "medalhinhas" por desvendar "mitos".
Primeiramente, vou clarear a minha opinião sobre isso, acho importante. Não acredito, por exemplo, que o suco de couve retire substâncias intoxicantes do nosso organismo. Quem faz a desintoxicação do organismo são os rins e o fígado. Exclusivamente eles. A couve, o pepino, o gengibre, jamais farão este trabalho que tais órgãos fazem. Isso é ponto pacífico.
A pergunta que faço é: órgãos doentes conseguem desintoxicar alguma coisa? Não. Pelo menos não eficientemente. Ou seja, para que nossos órgãos, que realizam uma desintoxicação no organismo, façam seu trabalho a contento, precisamos deles saudáveis, certo? Certo né.
Uma questão levantada pelo novo grupo "contra o detox", é que nosso organismo não se intoxicaria, simples assim. E, caso se intoxicasse, apenas um hospital seria capaz de desintoxicá-lo. Aí eu me pergunto: o que rins e fígado filtram do nosso organismo? Vitaminas? Não, TOXINAS. Esta é uma das principais funções dos rins e fígado: excretarem toxinas, retirarem toxinas de nosso organismo. Toxinas nada mais são que substâncias tóxicas produzidas muitas vezes por nós mesmos. Veja seu dicionário.
Todos sabemos que nossa alimentação fornece praticamente todas as substâncias vitais ao organismo. Tanto que, se não nos alimentarmos, morreremos. A digestão do que comemos produz toxinas: a filtragem que os rins fazem, por exemplo, nada mais é que separar as substâncias tóxicas do que recebemos pela alimentação (e outros meios também) e excretá-las, retirá-las do organismo. Em resumo: nos desintoxicamos diariamente, através de nossos próprios órgãos.
O que uma alimentação "detox" tem como premissa básica: o consumo mínimo de industrializados, que contém substâncias químicas, que, adivinha? Nos intoxicam. Não se trata aqui de intoxicações que matam, que fazem com que passemos mal e tudo o mais. Mas sim, de elementos que vão, aos poucos, adoecendo nosso organismo. Estes elementos podem vir de alimentos industrializados (que contém uma lista imensa de ingredientes que, em sua maioria, não fazemos ideia do que são), de medicamentos, de materiais com que temos contato cotidianamente (plástico, chumbo).
Eu vejo o termo "detox" obviamente sendo usado de maneira incorreta muitas vezes - como um milagre do tipo "tome este chá detox e tudo certo". Eu sempre achei que era ÓBVIO que não era milagre, mas ao que vejo não é tão óbvio assim.
O que períodos de alimentação livre de industrializados fazem? Dão mais energia, ajudam o organismo como um todo a trabalhar melhor, dão "um tempo" na carga de químicos para o organismo. E aí o óbvio acontece: funcionando melhor, rins e fígado também eliminam melhor as toxinas do organismo. Não seria isso a desintoxicação? Não seria o tal detox? Eu acredito que sim.
Eu senti e sinto os benefícios de uma alimentação o mais limpa possível. Quanto menos industrializados uso, melhor me sinto, com mais disposição, vitalidade, durmo melhor, o humor melhora também, tudo muda de uma maneira que é impossível não perceber. Exatamente porque o organismo está funcionando bem. Porque além de não colocar mais toxinas para dentro do meu corpo, mantendo-o saudável, eu o ajudo a livrar-se das demais toxinas de uma maneira mais eficaz.
Sei lá, para mim é algo tão óbvio... Dieta detox, suco detox certamente são utilizados como meio de chamar a atenção. Nada do que façamos isoladamente surte efeito. A "água de berinjela" não emagrece se vier acompanhada de pastel no lanche da tarde. É sempre preciso um trabalho mais global, para que as coisas dêem certo. Precisamos parar de acreditar em milagres, e também parar de atirar pedras nas coisas apenas por que não gostamos da intenção. É preciso sempre utilizar o bom senso, pesquisar e entender o que fazemos e lemos. Não se ater apenas a um meio de comunicação.
Só o conhecimento nos permite diferenciar as coisas bacanas das não tão bacanas assim. Não acham?
Beijo!
A pergunta que faço é: órgãos doentes conseguem desintoxicar alguma coisa? Não. Pelo menos não eficientemente. Ou seja, para que nossos órgãos, que realizam uma desintoxicação no organismo, façam seu trabalho a contento, precisamos deles saudáveis, certo? Certo né.
Uma questão levantada pelo novo grupo "contra o detox", é que nosso organismo não se intoxicaria, simples assim. E, caso se intoxicasse, apenas um hospital seria capaz de desintoxicá-lo. Aí eu me pergunto: o que rins e fígado filtram do nosso organismo? Vitaminas? Não, TOXINAS. Esta é uma das principais funções dos rins e fígado: excretarem toxinas, retirarem toxinas de nosso organismo. Toxinas nada mais são que substâncias tóxicas produzidas muitas vezes por nós mesmos. Veja seu dicionário.
Todos sabemos que nossa alimentação fornece praticamente todas as substâncias vitais ao organismo. Tanto que, se não nos alimentarmos, morreremos. A digestão do que comemos produz toxinas: a filtragem que os rins fazem, por exemplo, nada mais é que separar as substâncias tóxicas do que recebemos pela alimentação (e outros meios também) e excretá-las, retirá-las do organismo. Em resumo: nos desintoxicamos diariamente, através de nossos próprios órgãos.
O que uma alimentação "detox" tem como premissa básica: o consumo mínimo de industrializados, que contém substâncias químicas, que, adivinha? Nos intoxicam. Não se trata aqui de intoxicações que matam, que fazem com que passemos mal e tudo o mais. Mas sim, de elementos que vão, aos poucos, adoecendo nosso organismo. Estes elementos podem vir de alimentos industrializados (que contém uma lista imensa de ingredientes que, em sua maioria, não fazemos ideia do que são), de medicamentos, de materiais com que temos contato cotidianamente (plástico, chumbo).
Eu vejo o termo "detox" obviamente sendo usado de maneira incorreta muitas vezes - como um milagre do tipo "tome este chá detox e tudo certo". Eu sempre achei que era ÓBVIO que não era milagre, mas ao que vejo não é tão óbvio assim.
O que períodos de alimentação livre de industrializados fazem? Dão mais energia, ajudam o organismo como um todo a trabalhar melhor, dão "um tempo" na carga de químicos para o organismo. E aí o óbvio acontece: funcionando melhor, rins e fígado também eliminam melhor as toxinas do organismo. Não seria isso a desintoxicação? Não seria o tal detox? Eu acredito que sim.
Eu senti e sinto os benefícios de uma alimentação o mais limpa possível. Quanto menos industrializados uso, melhor me sinto, com mais disposição, vitalidade, durmo melhor, o humor melhora também, tudo muda de uma maneira que é impossível não perceber. Exatamente porque o organismo está funcionando bem. Porque além de não colocar mais toxinas para dentro do meu corpo, mantendo-o saudável, eu o ajudo a livrar-se das demais toxinas de uma maneira mais eficaz.
Sei lá, para mim é algo tão óbvio... Dieta detox, suco detox certamente são utilizados como meio de chamar a atenção. Nada do que façamos isoladamente surte efeito. A "água de berinjela" não emagrece se vier acompanhada de pastel no lanche da tarde. É sempre preciso um trabalho mais global, para que as coisas dêem certo. Precisamos parar de acreditar em milagres, e também parar de atirar pedras nas coisas apenas por que não gostamos da intenção. É preciso sempre utilizar o bom senso, pesquisar e entender o que fazemos e lemos. Não se ater apenas a um meio de comunicação.
Só o conhecimento nos permite diferenciar as coisas bacanas das não tão bacanas assim. Não acham?
Beijo!






































